Fatores Influentes na Secagem Convencional de Pinus
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Fatores Influentes na Secagem Convencional de Pinus

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menor agressividade.

7. A comparação do gradiente de umidade máximo sem trinca entre as larguras
das peças não pôde ser conclusivo por não apresentar uma relação de linearidade. Este tema

deve ser alvo de um estudo mais aprofundado, sendo incluídas nas comparações, os valores
de resistência da madeira influenciada pela umidade na sua superfície, o que pode fazer
com que os resultados não sejam lineares ao considerar apenas o gradiente de umidade,
pois a resistência à tração perpendicular às fibras varia com a umidade. No caso de se ter

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uma umidade superficial menor, podemos ter um gradiente de umidade influente maior sem
a formação de trincas superficiais, sendo a resistência à tração perpendicular da madeira
maior com um menor teor de umidade.

6. ANEXOS

6.1. MÉDIA DOS VALORES ENCONTRADOS NO ESTUDO

TABELA 07 – MÉDIA DOS VALORES ENCONTRADOS NO ESTUDO

AMOSTRA

UMIDADE

INICIAL
MASSA

ESPECÍFICA

CONTRAÇÃO
MÁXIMA NA

LARGURA

TEMPO

DE

SECAGEM

GRADIENTE

DE

UMIDADE

MÁXIMO
SEM

TRINCA

(%) (kg/m³) (%) (h) (%/mm)
95 RM 166,1 401,5 4,9 Não Encontradas Trincas
95 TJ 153,6 443,0 5,1 9,6 2,8
95 TA 81,9 538,3 5,4 7,2 2,4

121 RM 157,0 395,5 4,4 Não Encontradas Trincas
121 TJ 160,6 432,1 5,0 8,2 2,7
121 TA 104,8 487,4 5,4 7,0 2,0
135 RM 159,1 405,3 4,6 Não Encontradas Trincas
135 TJ 163,5 423,3 5,2 7,6 2,7
135 TA 86,5 492,2 5,3 6,0 2,4

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6.2. VALORES ENCONTRADOS NO TRABALHO

TABELA 08 –VALORES ENCONTRADOS NO ESTUDO

AMOSTRA

UMIDADE

INICIAL

MASSA

ESPECÍFICA

CONTRAÇÃO
MÁXIMA NA

LARGURA

TEMPO

DE

SECAGEM

GRADIENTE

DE

UMIDADE

( % ) ( kg/m³) ( % ) ( h ) ( %/mm )

95

Radial
Medular

1 166,1 401,5 4,9
 NÃO APRESENTOU

TRINCAS
SUPERFICIAIS

2 159,3 403,3 4,6
3 144,9 337,8 4,7
4 175,0 410,0 5,1
5 185,3 454,7 5,0

Tangencial

Juvenil

1 154,5 451,9 5,4 9,0 0,5
2 156,0 449,0 5,5 11,0 1,7
3 151,3 451,9 4,4 7,0 0,9
4 151,4 412,1 4,8 10,0 2,8
5 155,0 450,0 5,5 11,0 1,2

Tangencial

Adulto

1 71,0 577,5 5,3 6,0 2,4
2 71,5 525,3 5,2 7,0 1,6
3 68,6 583,9 5,3 6,0 2,5
4 73,1 523,8 5,5 7,0 0,4
5 125,3 481,2 5,5 10,0 1,7

121

Radial
Medular

1 157,0 395,5 4,4
 NÃO APRESENTOU

TRINCAS
SUPERFICIAIS

2 163,0 425,6 4,0
3 163,6 391,5 4,2
4 187,3 373,7 4,6
5 114,0 391,0 4,6

Tangencial

Juvenil

1 183,6 425,6 5,2 9,0 2,0
2 163,6 390,5 4,8 9,0 2,7
3 197,3 373,5 5,3 9,0 0,0
4 115,0 488,5 4,8 8,0 2,7
5 208,3 354,8 4,9 11,0 4,4

Tangencial

Adulto

1 69,6 545,2 5,3 6,0 3,7
2 159,6 440,6 5,8 7,0 0,0
3 181,0 412,1 4,8 8,0 2,5
4 120,5 484,5 5,4 7,0 2,1
5 72,0 540,0 5,7 6,0 2,0

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CONT. TABELA 08 –VALORES ENCONTRADOS NO ESTUDO

135

Radial
Medular

1 159,1 405,3 4,6
 NÃO APRESENTOU

TRINCAS
SUPERFICIAIS

2 169,0 442,5 4,5
3 157,5 370,9 4,5
4 136,5 414,2 4,6
5 173,2 393,4 4,7

Tangencial

Juvenil

1 193,1 368,4 4,8 8,0 1,6
2 147,6 446,7 5,5 6,0 2,7
3 136,5 476,1 5,7 7,0 1,7
4 163,3 416,9 5,5 10,0 5,0
5 177,2 408,6 4,8 7,0 1,3

Tangencial

Adulto

1 62,9 476,3 6,0 2,7
2 109,3 455,6 5,5 6,0 0,8
3 60,7 601,5 6,3 6,0 2,4
4 112,8 439,9 4,9 6,0 5,0
5 87,0 487,9 4,5 6,0 0,0

7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 7190 – Projeto de Estruturas de
Madeira. Rio de Janeiro, 1997. 107p.

ALBUQUERQUE, C. E. C. Tensões Internas Devido a Gradientes de Umidade. Curitiba,
1999. 26p.

BENDTSEN, B. A. Proprieties of Wood from Improved and Intensively Maneged Trees.
For Prod. J., v.28, n.10, p.61-72, 1978.

GREEN, D.W.; KRETSCHMANN, D.E. Moisture Content and the Proprieties of Clear
Soutern Pine. Dep. of Agriculture Forest Service, 1994. 28p.

JUNTA DEL ACUERDO DE CARTAGENA. Manual del Grupo Andino para el Secado de

Maderas. 1ª Ed. Lima, 1989.

KOCH, P. Utilization of the Southern Pines. Dep. of Agriculture Forest Service, 1972. 2v.
1663p.

KOLLMANN, F. F. P.; COTÊ JUNIOR., W. A. Principles of Wood Science and
Technology. Berlin: Springer, 1968. 2v.

MUÑIZ, G. I. B. Caracterização e Desenvolvimento de Modelos para Estimar as
Propriedades e o Comportamento na Secagem da Madeira de Pinus elliottii

Engelm. E Pinus taeda L. Curitiba, 1993. 235p.

SKAAR, C. Water in Wood. Syracuse University Press, 1972. 218p.

TOMASELLI, I. Aspectos Fisicos da Secagem de Pinus elliottii Engelm. Acima de 100ºC.

Curitiba, 1981. 128p.

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TSOUMIS, G. Science and Technology of Wood: Structure, Proprieties, Utilization. Nova
York, Van Nostrand Reinhold, 1991. 494 p.

ZADERENKO, C. Determinación de Tiempos de Secado por Difusión en Cámaras

Convencionales para Pinus taeda Implantado de Misiones. Universidad
Nacional de Misiones, 2000. 166p.