A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
4 pág.
A IMPORTANCIA DO PAPEL DO PROFESSOR

Pré-visualização | Página 1 de 1

CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA
A IMPORTANCIA DO PAPEL DO PROFESSOR, DA FAMÍLIA E DA ESCOLA NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO. 
	
MACAPÁ – AP 
2016
LANA LETICIA
LAURIANE SANTOS
LOISLENE DE JESUS DUARTE
PATRÍCIA SILVA
ZENILDE RODRIGUES
PROFESSOR: ALEX ROBSON DOS ANJOS
A IMPORTANCIA DO PAPEL DO PROFESSOR, DA FAMÍLIA E DA ESCOLA NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO.
MACAPÁ – AP 
2016
A educação assume um caráter conjunto no sentido de que atribui a todas as instituições principalmente no que condiz a escola e a família, parcelas essenciais na responsabilidade e de parceria no processo de formação educacional. A grande contradição se dá pelo fato de que no imaginário escolar e familiar, as expectativas em relação à educação não são cumpridas entre uma e outra, o que gera um diálogo árduo mutuamente sem retorno. Mesmo assim tais instituições precisam assumir as responsabilidades que lhes cabe, no sentido de garantir que a aprendizagem aconteça numa educação voltada para o exercício ético da democracia e da cidadania. 
As experiências com situações significativas de leitura e escrita desempenham um papel fundamental na constituição do sujeito enquanto leitor e autor. Considerando ser na família que se inicia o contato com textos escritos e que é função da escola oferecer o ensino e a diversidade da linguagem escrita, objetiva-se analisar e discutir as práticas de letramento que permeiam os meios familiar e escolar.
É de suma importância que família e escola trabalhem juntas na construção da aprendizagem, pois ela consiste em um processo que implica na transformação pessoal e não convém pensar em aprendizagem como algo separado da construção do sujeito e da realidade. Como dizia Vygotsky (1988), “O indivíduo não nasce pronto, nem é cópia do ambiente externo”. Em sua evolução intelectual há uma interação constante e ininterrupta entre processos internos e influência do meio social. Ele entendia que o desenvolvimento é fruto de uma grande influência das experiências do indivíduo.
A família e a escola precisam conviver com suas diferenças e compartilhar seus sucessos e insucessos, para que juntas possam refletir sobre os mais diversos assuntos, trocando informações, aconselhamentos e encontrando caminhos para resolução dos problemas enfrentados. Porém, existem famílias desinteressadas na educação de seus filhos e delegam total responsabilidade à escola por esse processo.
Na escola, muitas vezes, não se conhece a realidade sociocultural em que os educandos estão inseridos, o que dificulta a realização de uma educação de qualidade capaz de formar cidadãos que possam intervir na realidade e buscar sempre transformá-la. Não são poucas as barreiras de comunicação entre as partes envolvidas nessa relação, porém a interação família-escola é de grande importância para que a escola possa alcançar o seu objetivo de agente transformador do educando em que o professor deve ser o facilitador da aprendizagem, considerando na realização de seu trabalho a realidade do educando, o seu contexto sociocultural.
Escola e família são pontos de apoio e sustentação ao ser humano, portanto, devem caminhar juntas. Nem professor nem família podem trabalhar isoladamente. Vida familiar e vida escolar são simultâneas e complementares. Quanto maior e melhor for o comprometimento de ambas, mais significativos serão os resultados na formação do ser humano.
A importância atribuída à vida escolar nas famílias é um fator que pode apontar uma tendência estimulante ou repulsiva aos interesses de aprender. Na escola, o professor influencia o educando nas diferentes situações e momentos de interação. Essa influência pode sofrer o risco de ser negativa ao processo de desenvolvimento do aluno, devido às diferentes interpretações que possam ocorrer entre ambos. Cada um interpreta à sua maneira e, conforme a sua história de vida, por isso o professor precisa compreender o pensamento de seus educandos.
A imagem do professor como detentor do conhecimento deve ser esquecida, hoje o que se busca é a participação do aluno, a presença do mesmo é de vital importância, pois ele deixa de ser apenas um ouvinte passando a ser o protagonista das aulas, tal fato se da através da contextualização do conteúdo com a realidade do educando, seja na utilização de fatos de sua vivencia quanto na valorização da interrogação, pois é a partir da pergunta que o professor faz emergir no aluno a vontade de buscar informações, isso acontece por meio da utilização de ferramentas de aprendizagem como musica, palavras, desenhos entre outras, desse modo, a importância do professor é fundamental como agente de aprendizagem, não esquecendo que o mesmo deve provocar no aluno a vontade de autoavaliação, assim o aluno passa a ter consciência do conhecimento que obteve. Claro que tudo isso o educador adapta a seu estilo próprio de ensinar, pois o que buscamos são professores que estejam comprometidos com a educação e busquem mudanças/melhorias para a realidade de seus estudantes. No entanto, é preciso dizer que o professor não é o único a exercer influências em seus alunos, ele concorre com o mundo que o cerca, com seus amigos, com a família, parentes, entre outros. 
Espera-se que a escola consiga corrigir as falhas apresentadas no decorrer da história do processo educacional, preenchendo as lacunas no ritmo e raciocínio das crianças e que passe a considerar o contexto familiar de cada aluno, já que esta influencia no processo de alfabetização.
No alcance dos resultados, constatou-se, entre outros aspectos, que cabe aos professores darem o primeiro passo para que a parceria entre escola e família possa acontecer de forma efetiva. Para isto, deve-se considerar o planejamento das reuniões escolares a fim de que não sejam somente “informativas”, mas interativas e dinâmicas.