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LISTA DE FIGURAS
6Figura 1 - Representação da Estrutura de um BDOO	�
15Figura 2 - ORM (Mapeamento Objeto-Relacional)	�
16Figura 3 - Como Funciona o ORM	�
�SUMÁRIO
31	INTRODUÇÃO	�
42	OBJETIVO	�
53	DESENVOLVIMENTO	�
53.1	FAÇA UMA PESQUISA SOBRE BANCO DE DADOS ORIENTADO A OBJETO	�
53.1.1	DESCREVA SUA APLICAÇÃO E SEU MECANISMO DE FUNCIONAMENTO	�
73.1.1.1	ABSTRAÇÃO	�
73.1.1.2	PERSISTÊNCIA DE OBJETOS	�
83.1.1.3	OBJETO	�
93.1.1.4	IDENTIDADE DE OBJETO	�
93.1.1.5	OBJETOS COMPLEXOS	�
103.1.1.6	ENCAPSULAMENTO	�
103.1.1.7	TIPO DE OBJETOS	�
103.1.1.8	MÉTODOS	�
103.1.1.9	CLASSES	�
113.1.1.10	HERANÇA	�
113.1.1.11	TIPOS DE HERANÇA	�
123.1.1.12	POLIMORFISMO	�
123.1.1.13	OUTROS CONCEITOS	�
123.1.2	QUAL A DIFERENÇA ENTRE BANCO DE DADOS ORIENTADO A OBJETO E BANCO DE DADOS RELACIONAL	�
143.2	PESQUISE SOBRE ORM (OBJECT RELATIONAL MAPPER) – MAPEAMENTO OBJETO RELACIONAL	�
143.2.1	COMO DESENVOLVER UTILIZANDO O MODELO ORIENTADO A OBJETOS COM UM BANCO DE DADOS RELACIONAL	�
163.2.2	O QUE É ORM E PARA QUE É UTILIZADO	�
173.2.3	QUAIS FERRAMENTAS ESTÃO DISPONÍVEIS HOJE NO MERCADO?	�
183.2.4	QUAIS AS VANTAGENS E DESVANTAGENS DE SE USAR UMA FERRAMENTA ORM?	�
183.2.4.1	VANTAGEM	�
193.2.4.2	DESVANTAGEM	�
204	CONCLUSÃO	�
21REFERÊNCIAS	�
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INTRODUÇÃO
A necessidade de manipulação e armazenamento de dados complexos vem crescendo rapidamente com o passar do tempo. Essa necessidade fez com que o paradigma orientado a objetos fosse agregado aos Sistemas Gerenciadores de Banco de Dados (SGBDs). As informações complexas, como gráficos, imagens, áudio, vídeo, mapas, entre outros, requerem funcionalidades que vão além do que o modelo relacional de banco de dados pode oferecer. Por essa razão, surgiu o modelo de banco de dados orientado a objetos, que traz muitos benefícios em relação ao banco de dados relacional, pela sua produtividade ao agregar a orientação a objetos ao banco de dados. Entretanto, por ser um modelo jovem e imaturo que carece de mais estudo e desenvolvimento, suas operações são lentas quando comparadas com os bancos de dados relacionais existentes. Por essa razão, foi desenvolvido o banco de dados objeto relacional, o qual agrega características de ambos os bancos, o BDOO e o BDR, possuindo assim características da orientação a objetos combinada com tecnologia relacional que domina o mercado e funciona perfeitamente, seja no desempenho ou na confiabilidade do SGBD. 
Este trabalho apresentará características dos BDOO e DBOR, com uma comparação das vantagens e desvantagens dos dois modelos.
OBJETIVO
Esta produção textual interdisciplinar do 4º semestre do curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas, tem como objetivo aplicar e exercitar os conteúdos assimilados no período, abordando os diversos conceitos, técnicas e práticas sobre banco de dados orientado a objeto, banco de dados relacional e ORM (Object Relational Mapepr) – Mapeamento Objeto Relacional.
DESENVOLVIMENTO
FAÇA UMA PESQUISA SOBRE BANCO DE DADOS ORIENTADO A OBJETO
Hoje, o banco de dados orientados a objeto é um fator emergente que integra banco de dados e a tecnologia de orientação a objetos. Por um lado, a necessidade de realizar manipulações complexas para os banco de dados existentes e uma nova geração de aplicações de banco de dados geralmente requisitam mais diretamente um banco de dados orientado a objeto. Por outro lado, aplicações de linguagens orientadas a objeto e sistemas estão exigindo capacidades de banco de dados, tais como continuidade, simultaneidade e transações, dos seus ambientes. Estas necessidades estão levando à criação de sistemas poderosos, chamados banco de dados orientados a objeto.
DESCREVA SUA APLICAÇÃO E SEU MECANISMO DE FUNCIONAMENTO
O desenvolvimento dos Sistemas de Gerenciamento de Banco de Dados Orientado a Objetos (SGBDOO) teve origem na combinação de ideias dos modelos de dados tradicionais e de linguagens de programação orientada a objetos.
No SGBDOO, a noção de objeto é usada no nível lógico e possui características não encontradas nas linguagens de programação tradicionais, como operadores de manipulação de estruturas, gerenciamento de armazenamento, tratamento de integridade e persistência dos dados.
Os modelos de dados orientados a objetos tem um papel importante nos SGBDs porque, em primeiro lugar, são mais adequados para o tratamento de objetos complexos (textos, gráficos, imagens) e dinâmicos (programas, simulações). Depois, por possuírem maior naturalidade conceitual e, finalmente, por estarem em consonância com fortes tendências em linguagens de programação e engenharia de software. O casamento entre as linguagens de programação e banco de dados é um dos problemas que estão sendo tratados de forma mais adequada no contexto de orientação a objetos.
Alguns conceitos encontrados nas linguagens de programação orientadas a objetos (LPOO) são também aplicados nos modelos de dados orientados a objetos, porém bancos de dados requerem alguns conceitos próprios. Os objetos, em uma LPOO, existem somente durante a execução do programa e são por isso chamados de transitórios. Um banco de dados orientado a objetos pode estender a existência dos objetos de modo que eles sejam armazenados permanentemente, isto é, os objetos são persistentes (eles persistem após o término do programa e podem ser recuperados posteriormente e compartilhados por outros programas. 
Figura 1 - Representação da Estrutura de um BDOO
A seguir são apresentados os principais conceitos envolvidos em bancos de dados orientados a objetos.
ABSTRAÇÃO
É a consideração apenas das propriedades comuns de um conjunto de objetos, omitindo os detalhes, utilizada com frequência na definição de valores similares e na formação de um tipo a partir de outro, em diferentes níveis de abstração. O uso de abstrações permite a geração de tipos baseada em hierarquias de tipos e de relacionamentos.
Os principais conceitos de abstração utilizados em banco de dados são generalização e agregação. A generalização corresponde à associação "é um" onde, a partir de propriedades comuns de diferentes entidades, é criada uma outra entidade. O processo inverso é a especialização. A agregação corresponde a associação "parte de".
PERSISTÊNCIA DE OBJETOS
Sem duvida nenhuma, a persistência de objetos é uma característica primordial para os BDOO, pois alem de ser uma característica que possibilita diferenciar BDOO das linguagens de POO, ela também é fundamental para os BDOO.
Persistência de objetos consiste em não deixar com que objetos deixem de existir, ou seja, ao finalizar a execução de um programa que tenha como base uma linguagem de POO, todos os objetos instanciados deixam de existir. Com isso os valores dos atributos do objeto também desaparecem. Se isso fosse aplicado aos BDOO, o resultado seria uma catástrofe, pois os dados que serão inseridos em um BDOO na forma de atributos de objetos devem existir mesmo após o encerramento do programa de gerenciamento, tendo seu estado armazenado em um meio físico persistente, a menos é claro que os atributos sofram algum tipo de alteração ou exclusão, sendo estas solicitadas pelo usuário.
Para que os BDOO possam funcionar, é preciso aplicar a persistência de objetos em sua estrutura, a fim de que os dados não desapareçam.
Existem diversas maneira de torna o objeto persistente e todas elas variam conforme o sistema utilizado. Dentre essas formas podem-se considerar as seguintes:
Por tipo de classe onde os objetos pertencentes às classes assim declaradas serão persistentes.
Por chamada explícita onde o objeto pode se tornar persistente após a sua criação através de comandos reservados.
Por referência onde objetos referenciados por objetos persistentes (objetos raízes) também se tornam persistentes.
OBJETO
Os objetos são abstrações de dados do mundo real, com uma interface de nomes de operações

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