Cópia de Livro OSM Lucas Roldan

@sistemas-organizacionais UNIVERSO
#trabalho

Pré-visualização

e métodos.  São Paulo: Atlas, 1997.  
 

ARAUJO, Luis César G. de. Organização, sistemas e métodos e as tecnologias de gestão 
organizacional - v. 1 e v.2. São Paulo: Atlas, 2007.  
 

CARLBERG, Conrad. Administrando a empresa com excel. São Paulo: Pearson Education, 2005.  
 

CURY, Antônio. Organização e métodos: uma visão holística. Perspectiva comportamental & abordagem 
contingencial. 6a edição. São Paulo: Atlas, 1994.  
 

OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Sistemas, organização e métodos: uma abordagem gerencia. 
São Paulo: Atlas, 1986 

Complementar 
OBRIEN, James A. Sistemas de Informação e as decisões gerenciais na era da Internet. SP: Saraiva, 
2001.  
  

BIO, Sérgio Rodrigues. Sistemas de Informação: um enfoque gerencial. São Paulo: Atlas, 1985.  
  

DE SORDI, J. O. Gestão por processos: uma abordagem moderna na administração. São Paulo: Saraiva, 
2005.  
 

BARBARA, Saulo. Gestão por processos. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2006.  
 

CRUZ, Tadeu. Sistemas de informações gerenciais: tecnologias da informação e a empresa do século 
XXI. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2000.   

Periódicos 
Revistas: RAE, RAE Executivo, Você S/A, Exame, HSM Manegement 

Sites para Consulta 
www.admbrasil.com.br 

Outras Informações 
Endereço eletrônico de acesso à página do PHL para consulta ao acervo da biblioteca: 
http://192.168.1.201/cgi-bin/wxis.exe?IsisScript=phl.xis&cipar=phl8.cip&lang=por 

 

 

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Missão: "Oferecer oportunidades de educação, contribuindo para a formação de profissionais conscientes e competentes, 
comprometidos com o comportamento ético e visando ao desenvolvimento regional”. 

 

Cronograma de Atividades 
Aula Consolidação Avaliação Conteúdo Procedimentos Recursos 

1ª   A função Organização, Sistemas e Métodos AE QG, AP, DS 

2ª   Estruturas organizacionais AE QG, AP, DS 

3ª   Departamentalização; Linha e assessoria; Descrição das 
atividades AE QG, AP, DS 

4ª   Análise estrutural AE QG, AP, DS 

5ª   Análise administrativa AE QG, AP, DS 

6ª   Fluxograma AE QG, AP, DS 

7ª   Seminário TG QG, AP, DS 

 1  Revisão dos conteúdos da 1ª Avaliação   

  1 1ª Avaliação   

8ª   Layout AE QG, AP, DS 

9ª   Formulários; Manuais AE QG, AP, DS 

10ª   Análises Administrativas - Vídeo “Vida de Inseto” AE QG, AP, DS 

11ª   Análises Administrativas AE QG, AP, DS 

12ª   Sistemas de Informações Gerenciais; Mudança 
organizacional AE QG, AP, DS 

13ª   Descrição de cargos e funções; Quadro distributivo do trabalho; Empowerment; Coaching; Mentoring AE QG, AP, DS 

 2  Revisão dos conteúdos da 2ª Avaliação   

  2 2ª Avaliação   

  3 Avaliação substitutiva   
 

Legenda 
Código Descrição Código Descrição Código Descrição 
AE Aula expositiva QG Quadro verde e giz LB Laboratório de informática 
TG Trabalho em grupo RE Retroprojetor PS Projetor de slides 
TI Trabalho individual VI Videocassete AP Apostila 
SE Seminário DS Data Show OU Outros 
PA Palestra FC Flipchart   

 

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AULA 01 
 

A FUNÇÃO ORGANIZAÇÃO, SISTEMAS E MÉTODOS (OSM) 
 

Considerações iniciais 
 

Gestão pela qualidade total, reengenharia, empowerment, benchmarking são ferramentas 
conhecidas como modernas porque sua utilização no Brasil tomou expressão a partir do final do 
século XX. Essas ferramentas juntam-se a outras que vão surgindo velozmente. Tudo isso em 
função da rápida e larga utilização da Internet. A rede mundial, sem dúvida, disseminou o 
conhecimento, ainda que de forma errática, mas deixou a informação para que pudéssemos 
ler,interpretar e utilizar as tantas abordagens existentes no campo dos negócios.  

No passado, o componente estrutural típico da Escola Clássica era o mais importante, do qual 
estudos de Organização, Sistemas e Métodos mais se valiam para a consecução dos objetivos de 
racionalização e estruturação. Dessa forma, a mudança organizacional tinha origem na análise 
estrutural. Essa era a maneira de OSM (antes O&M) atuar na organização: excessiva relevância para 
o componente estrutural e, praticamente, pouco envolvimento com relação aos componentes 
tecnológicos, isso é, com o ferramental de OSM, estratégico – política de sobrevivência e cuidados 
com as demandas ambientais – e comportamental. 

Nos anos 70, os estudos de OSM avançaram e alcançaram uma nova óptica, qual seja de 
privilegiar os componentes mencionados, emprestando maior ou menor ênfase ao componente 
comportamental ou tecnológico e, sem dúvida, dando maior ênfase ao comportamento estratégico. 
Esse componente afeta, já a partir da década de 90, toda a ação de OSM. 

Encerra-se o ciclo da função sob forma de unidade: praticamente, acaba o cargo de analista 
de organização e métodos. A função perde vida própria e passa a integrar o quadro de atribuições 
dos cargos gerenciais das organizações. E o mais importante: de qualquer função gerencial. Com 
isso, o entendimento é que o gerente, qualquer gerente, deve ser conhecedor das tecnologias que 
proporcionam mudanças organizacionais competentes. Da mesma forma, cabe ao gerente, qualquer 
gerente, conhecer com certo grau de profundidade as demais gerências da empresa. Em outras 
palavras, o gerente, qualquer que seja a sua gerência, deve estar em condições de discutir ações, 
metas, estratégias das demais funções organizacionais.  

Curiosamente, no passado não era exigido ao analista de O&M, depois OSM, o conhecimento 
dos objetivos, das metas da organização. Bastava conhecer a tecnologia que terminaria por causar 
mudanças em qualquer segmento da empresa, mesmo que ele, analista, não fosse conhecedor dos 
grandes objetivos. Ele mesmo não considerava fundamental conhecer os fins, pois era detentor dos 
meios, ou seja, da tecnologia tradicional de OSM (instrumentos de levantamento de dados, 
fluxogramas, estudos de layout, organogramas, formulários, manuais de organização). 

A tecnologia de OSM, ainda que tradicional, é parte integrante dessa nova roupagem dos 
profissionais de alto nível, gerentes incluídos. Temos como exemplos: determinado estudo pode 
exigir do gerente a percepção do meio ambiente onde a organização atua, exigindo, em 
conseqüência, conhecimentos teóricos para a transformação e para uso na organização de forma 
prática pelos executores do trabalho. Manuais, fluxogramas, gráficos de toda a sorte podem ser 
pouco ou até irrelevantes para esse estudo. Todavia, é importante ser detentor de tais técnicas, pois 
algumas das modernas ferramentas incorporam boa parte dos atributos típicos, tradicionais da antiga 
especialização (O&M), embora sua utilização isolada possa trazer resultados pouco expressivos.  
  

Evolução das teorias 
 

Escola clássica: 
Taylor – administração científica: uso de metodologias, cada um deve saber o que fazer e fazer muito 
bem, racionalização do trabalho, simplificação (divisão do trabalho). 
Fayol – teoria clássica: prever, organizar, comandar, coordenar e controlar. Grande preocupação 
com organização e comando. Estruturação da empresa.  
 

Relações Humanas: grupos informais (organização informal). 
Abordagem estruturalista: estrutura da empresa, burocracia. 
Teoria comportamental: comportamento das pessoas, motivação. 
Teoria neoclássica: clássicos com nova “roupagem”. 

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Abordagem dos sistemas abertos: introdução da variável ambiente. A abordagem dá ênfase à 
relação entre a estrutura (organização) e o meio que lhe dá suporte, pois sem entradas contínuas a 
estrutura termina por se deteriorar. E a forma de manter esta estrutura aberta é fortalecer a sua 
principal fonte motivadora: os seus recursos humanos. 

O sistema aberto precisa de constante e apurada informação do ambiente, não só quanto à 
natureza desse meio como também quanto à qualidade e quantidade dos insumos disponíveis e, 
principalmente, quanto à eficácia ou adequação dos produtos ou respostas da organização ao 
ambiente.
H.G.B.M fez um comentário
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