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Em Seis Dias   Porque 50 Cientistas Preferiram Acreditar na Criação   John F. Ashton

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à 
pergunta: "Como, então, a vida surgiu? A resposta, provavelmente, é que ela 
foi orientada de acordo com o princípio darwiniano da sobrevivência do mais 
forte, uma vez que se aplica no nível molecular. " 14 O fato fundamental a ser 
observado aqui é que a seleção natural simplesmente não pode agir a menos 
que haja funcional, auto-replicante moléculas presentes para agir. Nós já 
vimos que tal sistema poderia aparecer por acaso. A vida em sua totalidade 
deve ter sido criado no início, assim como Deus nos disse. 
Referências e notas 
1. DNA está para d eoxyribo n ucleic uma cid. 
2. Cerca de 1 / 100th de um milímetro de diâmetro. 
3. Uma célula humana contém 3 x 10 9 bases de nucleótidos (letras gené-
ticas) em apenas uma das duas cópias do ADN presente nas células. 
4. ARN significa r ibo n ucleic um cid, que é muito semelhante ao ADN, 
mas contém uma molécula adicional de oxigénio na estrutura açúcar. 
5. Este valor é para sistemas procariotas "simples"; em sistemas eucarióti-
cos mais complexos, não só existem mais proteínas envolvidas na for-
mação do complexo de polimerase de ARN (isto é, proteínas 9A11), há 
três complexos de ARN polimerase diferentes e especializadas para a 
síntese de diversos ARN, incluindo ARNm, ARNt e ARNr. 
6. Trifosfatos de nucleósidos: ATP, GTP, UTP e CTP. Esses blocos de cons-
trução são substâncias químicas relativamente complexas e necessitam 
de energia, produtos químicos precursores, e as proteínas, a fim de ser 
disponibilizada para a síntese de RNA. 
7. Esta é a figura de procariontes; para eucariotas, existem 73 diferentes 
proteínas envolvidas e 4 rRNAs. 
8. Tome a massa da terra 5.9728 x 10 27 g dividido por 110g / mole, a 
massa média dos aminoácidos, para determinar que não seria de apro-
ximadamente 5,4298 x 10 25 moles de aminoácidos; multiplicar este 
número pelo número de Avogadro (6,023 x 10 23 ) para determinar o 
número de moléculas de aminoácidos presentes. 
9. Isto é, proteínas contendo 100 aminoácidos cada. O tamanho da nossa 
proteína hipotética é realmente menor do que a maioria das proteínas 
que ocorrem na natureza. 
10. O número de seqüências possíveis (1.268 x 10 130 ) dividido pelo núme-
ro de 100-meros disponível (3,27 x 10 47 ) = 3,88 x 10 82 . 
11. Sessenta segundos por minuto x 60 min / hora x 24 horas / dia x 
365,26 dias / ano x 4,6 bilhões ano = 1,45 x 10 17 segundos. 
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12. Os 1,268 x 10 130 combinações de seqüências para tentar dividido por 
3,27 x 10 47 proteínas que podem ser reorganizados = 3,88 x 
10 82 rearranjos necessários para cada proteína 100-mer, se todas as 
combinações são para ser julgado. 3,88 x 10 82 rearranjos por proteína 
dividido por 1,45 x 10 17segundos = 2,67 x 10 65 rearranjos por proteína 
por segundo. Esta é uma simplificação, uma vez que pressupõe que ca-
da 100-mer seria realmente nunca experimentar a mesma seqüência 
duas vezes e que todas as possibilidades seria necessariamente ser jul-
gado. 
13. Donald Voet e Voet Judith G., Biochemistry , John Wiley and Sons, 
Nova Iorque, p. 23, 1995. 
14. Ibid. 
 
Desde autoria deste capítulo, João Marcus desistiu de sua posição co-
mo um cientista da pesquisa. Ele tem servido como pastor da Primeira Igreja 
Reformada Protestante de Edmonton (Canadá) desde 2005. 
 
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nancy m. darrall 
 
Botânica 
 
No norte da Inglaterra, em uma pequena cidade industrial chamada 
Helmshore, é um pouco de grama que tornou famoso em todo o mundo da 
pesquisa poluição do ar. Parece o mesmo que qualquer outro grama da 
mesma espécie, ou azevém- Lolium perenne a bióloga, mas existem algumas 
diferenças que lhe permitiram sobreviver em uma área altamente poluída 
por dióxido de enxofre durante os dias de indústria pesada. Da mesma for-
ma, grupos de indivíduos de várias espécies sobrevivem em áreas industriais 
com altos níveis de chumbo e zinco no solo.Muitos autores de artigos cientí-
ficos que descrevem estes achados têm referido a evolução da resistência à 
poluição. Como biólogo envolvido na investigação sobre a poluição do ar, eu 
tive uma boa oportunidade de estudar muito deste trabalho, por exemplo, 
Bell e Mudd (1976), Horsman et al. (1978), Roberts et al. (1983) e Taylor 
(1978). Bradshaw e McNeilly (1981) comentam que a ocorrência quase uni-
versal de metais populações tolerantes em despojos de minas mostra o notá-
vel poder da seleção natural como uma força de mudança evolutiva em res-
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posta a fatores-evolução ambiental em ação! Isso é verdade? Pode exemplos 
como estes ser usado para provar que toda a vida evoluiu por mutação e se-
leção natural? Gostaria de sugerir que há muita evidência científica em tor-
no de hoje para nos deixar em dúvida sobre a resposta a essa pergunta. 
Eu gostaria de discutir as áreas que têm particularmente influenciado a 
minha própria perspectiva sobre a origem dos seres vivos, o caráter de Deus, 
a prova da complexidade irredutível, a origem da informação, e que a proba-
bilidade de uma nova espécie que aparecem. A complexidade do mundo na-
tural é sem sombra de dúvida; a origem de tal complexidade, por evolução 
ou design, requer uma avaliação cuidadosa de informações de todas as fon-
tes. A essência da evolução neo-darwinista é que novas espécies, novos pro-
jetos, novos órgãos como o olho, a asa, e da orelha, pode surgir por aca-
so. Mais do que isso, ele diz que a vida se originou espontaneamente a partir 
de matéria química e, ao longo de milhões de anos, todas as diferentes for-
mas de vida surgiu por processos de mutação e seleção natural. A origem da 
vida é a matéria e só importa; nada mais é irrelevante e desnecessária, ex-
cluídos do debate, por definição, antes que o debate é iniciado (Johnson, 
1995). O processo não é dirigida e irracional, imprevisível no seu resultado; o 
homem é o resultado de um processo sem propósito e natural que não o ti-
nha em mente (Simpson, 1967). 
Evolution-um extra adicionado 
Durante o meu tempo na universidade estudando botânica agrícola e 
botânica pura, não havia cursos em evolução. 
Estudei a natureza do DNA, genes e cromossomos e passou a olhar pa-
ra a expressão do gene em indivíduos e populações e da transferência de in-
formação genética para as gerações seguintes. Aprendemos a classificar 
plantas por métodos tradicionais e técnicas modernas. O professor que leci-
onou este último curso comentou que a teoria da evolução não tinha apre-
sentado novas técnicas e procedimentos para a construção de classificações 
e que as tentativas especulativas de produzir árvores filogenéticas e sistemas 
sem evidência muito válido, na verdade, retardou o progresso da taxonomia 
(Heywood, 1967). 
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Em ecologia, as inter-relações complexas entre plantas e animais dentro 
de vários ambientes foram explorados, ea evolução dessas teias complexas 
de interação foi declarado como um fato. 
No entanto, em nenhuma área assunto era evidência experimental ou 
observacional dado ou argumentos teóricos fornecidos para apoiar essa 
afirmação. Em outra anatomia temas-planta, bioquímica, fisiologia, as cultu-
ras da agricultura, melhoramento de plantas, pragas de culturas, e as doen-
ças não se fez referência ao tema da evolução.Claramente, as complexidades 
de todos esses campos de estudo pode ficar sozinho e se desenvolver sem a 
base evolutiva que é reivindicada para sustentar todas as áreas da ciência 
biológica. Pouco mudou em bioquímica e ciências biológicas, a julgar pelos 
textos científicos hoje. 
Planejado, determinou, e projetado 
Na universidade, eu também tive a oportunidade de beneficiar do estu-
do sistemático da fé cristã bíblica. Eu já era um cristão com um conheci-
mento do poder salvador