HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL
4 pág.

HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL


DisciplinaHistória da Educação no Brasil3.512 materiais34.926 seguidores
Pré-visualização2 páginas
HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL 
 
Simulado: CEL0242_SM_201301005479 V.2 VOLTAR 
Aluno(a): JÉSSICA JOANA FIGUEIREDO DUCLA Matrícula: 201301005479 
Desempenho: 0,0 de 8,0 Data: 17/09/2013 16:44:51 (Finalizada) 
 
 
 1a Questão (Ref.: 200871656563) Pontos: 0,0 / 1,0 
Os povos autóctones viviam livremente no território hoje conhecido como Brasil, e estes possuíam suas formas de 
educar e produzir o conhecimento, bem distintos do modo europeu português do século XVI. Com a chegada dos 
conquistadores portugueses, que traziam consigo a espada e a cruz, modos e hábitos, princípios e cultura considerados 
superiores deveriam substituir os modos selvagens dos considerados Índios. Uma das formas encontradas fora a 
educação. Assim, podemos afirmar que uma de suas práticas mais utilizadas para educar/aculturarem os então 
chamados selvagens fora: 
 
 
as missões jesuíticas 
 
as aulas régias 
 
os colégios tribais 
 
escolas de primeiras letras 
 
o trabalho escravo 
 
 
 
 2a Questão (Ref.: 200871656544) Pontos: 0,0 / 1,0 
(FEC/UFF 2003 - adaptada) "A vida do colégio parecia continuar impávida, como se não estivesse envolvida pelo mesmo 
ambiente colonial. Todos falando latim, assuntando falas piedosas, recitando poesias e textos clássicos. (...) A realidade, 
ali, parecia estar suspensa (...) Um mundo perfeito. Uma sociedade perfeita." 
Esta passagem foi retirada do texto: Educação jesuítica no Brasil colonial, de José Maria Paiva, publicado no livro: 500 
anos de educação no Brasil. Em relação ao colégio jesuítico, é possível afirmar que: 
 
 
O currículo jesuítico priorizava as ciências em detrimento das letras. 
 
Os jesuítas buscavam um mundo perfeito; assim, condenaram a escravidão negra. 
 
O colégio jesuítico contribuiu para a transformação da sociedade colonial. 
 
Havia um intenso formalismo na estruturação do colégio jesuítico. 
 
A organização curricular jesuítica priorizava a língua vernácula de cada sociedade. 
 
 
 
 3a Questão (Ref.: 200871656541) Pontos: 0,0 / 1,0 
O primeiro ministro Marques de Pombal procura através de uma reorganização administrativa e econômica superar o 
atraso de Portugal frente às potencias européias no século XVIII. Como metas da Reforma Pombalina no Brasil temos: 
 
 
o fortalecimento da aliança do Estado Português e a Companhia de Jesus. 
 
o incentivo a escolas de ofícios na Colônia . 
 
a possibilidade do uso da língua tupi em detrimento do ensino da gramática da língua portuguesa. 
 
a criação das aulas régias avulsas em substituição da ação educativa dos jesuítas. 
 
a formação de Universidades na Colônia. 
 
 
 
 4a Questão (Ref.: 200871656542) Pontos: 0,0 / 1,0 
(IPAD / PE / 2006 - adaptada) Durante o período colonial no Brasil (1530-1822), os Jesuítas dominaram plenamente a 
educação da colônia. Sobre a sua atuação na educação, é correto afirmar que: 
 
 
Instauraram uma eficiente educação pública, mas foram expulsos do Brasil e só retornaram depois da Revolução 
de 1964, através da intervenção militar. 
 
Na verdade, a presença jesuítica na Colônia foi sem importância e só depois de instaurado o Império é que eles 
passaram a dominar a educação. 
 
Eles foram os responsáveis pela criação, ainda durante a Colônia, dos primeiros cursos jurídicos do Brasil. 
 
Foram os primeiros a falar de "educação democrática" e, por isso, foram expulsos pelo Marquês de Pombal. 
 
Os Jesuítas seguiam o método de estudo conhecido como Ratio Studiorum, inspirado do modelo medieval 
escolástico. 
 
 
 
 5a Questão (Ref.: 200871656362) Pontos: 0,0 / 1,0 
"Foi ela, a educação dada pelos jesuítas, transformada em educação de classe, com as características que tão 
bem distinguiam a aristocracia rural brasileira que atravessou todo o período colonial e imperial e atingiu o 
período republicano, sem ter sofrido, em suas bases, qualquer modificação estrutural, mesmo quando a 
demanda social de educação começou a aumentar, atingindo as camadas mais baixas da população." 
 
Otaíza O. Romanelli,1997, p. 35. 
 
A partir da leitura do fragmento acima, pode-se perceber que dentre as características da educação jesuítica 
do Brasil está a (o): 
 
 
Formação de um espírito crítico e experimentalista. 
 
O seu caráter elitista e conservador. 
 
O incentivo para o surgimento de uma nova ordem social na colônia. 
 
Inspiração para as demandas sociais por mudanças econômicas. 
 
Valorização da razão e do progresso. 
 
 
 
 6a Questão (Ref.: 200871656365) Pontos: 0,0 / 1,0 
As instituições escolares se desenvolveram e se consolidaram na época moderna inaugurando o ensino coletivo que, 
gradativamente, acabou substituindo o ensino individual e foi esse tipo de ensino que foi implantado nas colônias. 
Baseando-se nessa afirmação é correto afirmar que: 
 
 
A maioria das colônias, diferentemente do que acontecia na Europa, optou por um método de educação 
individual. 
 
Os jesuítas tiveram a percepção da praticidade do modus parisiensis, que inaugura o ensino coletivo, sobre o 
modus italicus, centrado no ensino individual. 
 
Não havia contraposição entre o ensino individual e o ensino coletivo ministrado nas escolas. Eles eram 
praticamente iguais. 
 
O ensino coletivo foi instituído apenas nas escolas das metrópoles, pólos difusores do sistema educacional a 
partir do século XVI. 
 
Na antiguidade havia a predominância do ensino coletivo, enquanto que na época moderna do ensino individual. 
 
 
 
 7a Questão (Ref.: 200871656366) Pontos: 0,0 / 1,0 
A construção da memória histórica da educação brasileira é importante uma vez que: 
 
 
Está ligada à preservação da memória da educação brasileira. 
 
Relaciona-se apenas ao ensino da história no cotidiano de sala de aula. 
 
É matéria presente nos currículos de ensino fundamental I e II das escolas do Brasil. 
 
Toda a produção historiográfica depende de sua compreensão. 
 
É fundamental para a elaboração de manuais didáticos para universitários. 
 
 
 
 8a Questão (Ref.: 200871656358) Pontos: 0,0 / 1,0 
Leia o texto a seguir: 
 
A situação da educação na colônia começou a mudar com a vinda forçada de Dom João VI para o Brasil em 
1808, fugindo das tropas de Napoleão que haviam invadido Portugal por esta época. Dom João sabia que 
sua estadia forçada em terras brasileiras não seria curta e, portanto, além de abrir os portos do Brasil às 
nações amigas, resolveu permitir a imprensa, facilitar a entrada de livros e fundar cerca de uma dezena de 
instituições de ensino técnico ou superior em nosso território, no Rio de Janeiro e na Bahia. Estas 
instituições visavam apenas a formação de profissionais de nível superior nas áreas de Engenharia, 
Medicina, Química e Agricultura. Dom João VI não fundou nenhuma escola de Direito no Brasil, não 
tomou iniciativa alguma quanto à organização do ensino primário nem do secundário, que continuaram 
existindo sob a forma das aulas régias instituídas pelo Marquês de Pombal. Tampouco fundou institutos de 
pesquisa ou de ensino de disciplinas de interesse, nem tentou organizar uma Universidade no Brasil, embora 
estas instituições fossem já comuns na Europa e mesmo nas demais colônias da América Espanhola. 
 
(http://www.cristianismo.org.br/his-br01.htm - adaptado) 
 
 
Marque a alternativa que melhor interpreta o texto acima: 
 
 
 
 
 
O ensino primário e o ensino secundário foram prioridade após a abertura dos portos às nações amigas. 
 
Dom João quis resolver apenas um problema mais imediato:a falta de um certo número de engenheiros, médicos 
e agrônomos no Brasil, e não o problema da educação de forma geral do povo brasileiro. 
 
D. João VI sancionou a primeira lei