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DisciplinaPatologia I15.179 materiais67.879 seguidores
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\uf0fcGrau I: Dor, com dano mínimo ao ligamento; 
\uf0fcGrau II: Porção maior do ligamento é danificada, que gera uma 
leve frouxidão da articulação. 
\uf0fcGrau III: Ruptura completa do ligamento e a articulação fica 
bastante instável. 
 
ENTORSE 
ENTORSE 
Tratamento 
\uf0fc O tratamento das entorses de tornozelo é direcionado de 
acordo com a lesão apresentada; 
 
\uf0fc A imobilização deve permanecer por uma ou duas semanas, às 
vezes mais, segundo a gravidade ou localização da lesão; 
 
\uf0fc O tratamento da entorse grave não pode ser 
apenas sintomático, deve ser dirigido ao reparo cirúrgico das 
lesões. 
ENTORSE 
Tratamento 
\u2022 Dependendo do tipo da lesão, o médico pode, após realizar o 
exame físico do joelho, solicitar uma ressonância magnética. 
 
\u2022 Não há indicação da realização do exame no atendimento 
inicial do paciente que ocorre no pronto atendimento. 
LUXAÇÃO 
\u2022 Uma luxação é um deslocamento repentino e 
duradouro, parcial ou completo de um ou 
mais ossos de uma das articulações do corpo. 
Perda de contato 
entre os ossos de 
uma articulação. 
Luxação metacarpofalângica do polegar. a) Aspecto radiológico antes da 
redução da luxação. b) Redução ortopédica e imobilização com tala de 
alumínio maleável (tala de Zimmer). 
LUXAÇÃO 
Classificação 
\u2022 Uma luxação pode ser completa ou incompleta. 
 
\u2022 Chama-se luxação completa aquela em que os segmentos 
ósseos que constituem a articulação ficam completamente 
desunidos; 
 
\u2022 luxação incompleta (ou subluxação) aquela em que a união 
dos segmentos ósseos é reduzida, mas não é completa. 
Na maioria das vezes a extremidade do osso 
deslocado fica no interior da cápsula articular (luxação 
intracapsular), mas em alguns casos ela fica no 
exterior da mesma (luxação extracapsular). 
Subluxação 
\u2022 Uma subluxação é um deslocamento parcial 
de um ou mais ossos de uma articulação. 
Luxação parcial ou incompleta 
Subluxação 
\u2022 Por exemplo, na subluxação do quadril, a cabeça femoral está 
deslocada de sua posição anatômica normal, mas ainda 
mantém algum contato com a cavidade acetabular. Na 
luxação do quadril não ocorre nenhum contato entre a 
cabeça femoral e a cavidade acetabular. 
Subluxação de quinto quirodáctilo 
LUXAÇÃO 
Etiologia 
\u2022 Na maioria das vezes, a luxação é provocada por 
um traumatismo violento incidindo sobre a articulação. 
 
\u2022 O traumatismo pode também incidir indiretamente como 
acontece, por exemplo, em caso de luxações da articulação 
do ombro provocada por uma queda em que o indivíduo se 
apoia sobre o cotovelo ou a mão. 
LUXAÇÃO 
Etiologia 
\u2022 A luxação pode resultar de um movimento ou torção violento, 
súbito e intenso. 
 
\u2022 Em alguns casos, a luxação é originada pela deterioração dos 
elementos de sustentação da articulação (ligamentos, cápsula 
articular, tendões e músculos), consequente de uma doença 
ou de uma malformação congênita. 
 
LUXAÇÃO 
 
\u2022 Sinais e Sintomas: 
\u2013Dor intensa; 
\u2013Deformidade mais acentuada; 
\u2013Impossibilidade de movimentação; 
\u2013Edema; 
 
LUXAÇÃO 
Tratamento 
\u2022 A redução da articulação luxada deve ser feita em ambiente 
hospitalar, pelo médico ortopedista, o mais rápido possível. 
Como se trata de um procedimento doloroso, o ideal é que 
seja realizado sob sedação ou anestesia geral. 
 
\u2022 Dependendo da gravidade, pode ser necessário realizar uma 
cirurgia para colocar o osso no lugar. 
 
Redução óssea- Reposicionamento ósseo 
LUXAÇÃO 
Tratamento 
\u2022 Depois de um período de imobilização, o paciente 
deve fazer fisioterapia para que cada um dos 
componentes da articulação recupere suas funções. 
 
\u2022 Analgésicos e anti-inflamatórios podem ser úteis 
durante o tratamento para aliviar a dor e diminuir o 
inchaço. 
 
Luxação 
Displasia do desenvolvimento do quadril (congênita)-Luxação da art.coxo-
femural E 
Radiografia do mesmo paciente na posição 
\u201cRã\u201d (Frog Leg) 
Luxação 
 
 
LUXAÇÃO DE ARTICULAÇÃO GLENO-UMERAL (OMBRO) 
Luxação posterior de articulação 
glenoumeral (ombro) 
 
Luxação de articulação 
acrômioclavicular 
Articulação Acromioclavicular 
Luxação de articulação 
acrômioclavicular E 
 
Luxação de falange 
média de quinto 
quirodáctilo. 
Uma luxação é o deslocamento repentino e duradouro, de um ou 
mais ossos de uma articulação. 
A fratura é o rompimento 
da estrutura óssea 
decorrente de fortes 
traumas 
FRATURAS 
Definição 
\u2022 Uma fratura óssea é a perda da continuidade de um 
osso, que o divide em dois ou mais fragmentos. 
\uf0fcEmbora haja várias causas acidentais de fraturas, cerca 
de 40% das fraturas acontecem no ambiente doméstico. 
 
FRATURAS 
Etiologia 
 
 \u2022 Traumática 
\u2022 Patológica 
FRATURAS 
Traumáticas 
\u2022 Representam a maioria das fraturas e são causadas pela 
aplicação sobre o osso de uma força maior que sua 
resistência. 
 
\u2022 Podem ocorrer no local do impacto (por exemplo, 
uma fratura de úmero por uma pancada) ou à distância (por 
exemplo, uma fratura da clavícula quando se apoia com 
a mão, após uma queda). 
\uf0fcPodem ocorrer também por uma contração muscular violenta 
ou serem devidas à aplicação repetida e frequente de pequenas 
forças sobre um osso, enfraquecendo-o progressivamente. 
Fratura de 5º metatarso 
Fratura de escafoide 
\u2022 O escafoide é o osso mais 
fraturado do carpo. Apresenta 
como característica a dificuldade 
de diagnóstico, devido ao seu 
tamanho reduzido e ao seu 
formato irregular. 
 
\u2022 Outra característica importante é 
o risco de evolução para a 
pseudoartrose ou a necrose 
avascular, decorrentes de a 
circulação do polo proximal ser 
dependente de vasos que cruzam 
a cintura desse osso. 
Radiografia coronal com fratura na cintura 
do escafoide (seta) e abertura do aspecto 
radial da epífise radial distal (*) 
Fratura-luxação de Monteggia: fratura proximal da ulna 
associada a uma luxação anterior da cabeça do rádio. 
Fratura de úmero proximal 
Fratura de clavícula extremidade acromial 
Fratura de patela 
 Representam 1% de todas as fraturas do corpo e 
acometem mais homens de meia idade. 
 
 
Fratura de planalto tibial 
\uf071 Cerca de 50% das fraturas do planalto tibial se associam a lesões meniscais, ao 
passo que lesões ligamentares podem ser encontradas em até 25% dos casos. 
As fraturas do planalto tibial, segmento proximal da tíbia, foram inicialmente descritas 
como \u201cfraturas do pára-choque\u201d, por causa dos traumas diretos, de baixo impacto, 
provocados por automóveis contra o joelho dos pedestres. 
 
Fratura diafisária de tíbia 
 Por ser um osso com 1/3 de seu 
diâmetro com pouca cobertura de 
partes moles e com localização favorável 
a traumas de alta energia, algumas 
fraturas têm prognóstico reservado, com 
resultados dependentes não só do 
trauma em si como da técnica 
empregada no seu tratamento. 
 
 
Fratura do pilão tibial 
\u2022 As fraturas do pilão tibial envolvem a 
superfície articular da tíbia distal, que suporta 
o peso corporal, ou a metáfise adjacente, ou 
ambas as regiões. 
 
 
\uf071 O nome pilão advém de uma analogia na qual 
o talo agindo como um martelo bate na 
superfície de carga da tíbia distal, produzindo a 
fratura. 
As fraturas do pilão são resultado, 
geralmente, de traumas de alta energia, 
seja por acidentes com veículos 
automotores ou por queda de grandes 
alturas. 
Fraturas-mecanismo do 
trauma 
\u2022 Direto 
\u2022 Indireto 
FRATURAS 
Patológicas 
\u2022 Fratura que ocorre por uma fragilidade óssea gerada 
por uma doença. 
 
\u2022 É provocada por traumas banais ou mesmo de forma 
espontânea. 
 
 
FRATURAS 
Patológicas