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Técnicas de anestesia maxilar e técnicas de anestesia mandibular

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do paciente, assim como a condição geral dele,
além de algumas vezes a hemostasia que se faz necessária, e a habilidade do profissional são
fatores que predeterminam a escolha da técnica anestésica utilizada. Assim, nenhuma téc-
nica é soberana à outra. Cabe ao profissional usar do conhecimento para se fazer a melhor
escolha.
RESPOSTAS ÀS ATIVIDADES E COMENTÁRIOS
Atividade 4
Resposta: A
Comentário: I - A difusão da solução anestésica, que é depositada nos tecidos adjacentes à
área-alvo (ápices dos dentes maxilares), é facilitada devido à lâmina óssea externa maxilar
apresentar-se com uma estrutura porosa e muito delgada em algumas regiões.
Atividade 5
Resposta: C
Comentário: A técnica de injeção supraperiosteal para os dentes maxilares é um procedimen-
to de simples execução, porém devendo ser indicada precisamente quando se torna necessá-
ria a realização de procedimentos clínicos limitados a um único elemento dental.
Atividade 9
Resposta: B
Comentário: I - É uma técnica muito utilizada em odontologia por possuir altos índices de
sucesso.
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142 TÉCNICAS DE ANESTESIA MAXILAR E TÉCNICAS DE ANESTESIA MANDIBULAR
Atividade 11
Resposta: D
Comentário: No bloqueio do nervo alveolar superior posterior deve-se introduzir a agulha na
área da prega mucojugal, posterior à área do pilar zigomático-maxilar, posicionando a agulha
acima do segundo molar e direcionada para a tuberosidade maxilar.
Atividade 13
Resposta: 3 – 4 – 1 – 2.
Atividade 16
Resposta: Todas as afirmativas são verdadeiras.
Atividade 17
Resposta: B
Comentário: O bloqueio do nervo infra-orbitário, apesar de menos utilizado pelos profissio-
nais da área de odontologia, devido provavelmente à menor experiência com o mesmo,
mostra-se uma técnica extremamente segura e eficaz. Ela produz anestesia pulpar e dos
tecidos moles bucais, desde o incisivo central superior até os pré-molares em cerca de 72%
dos pacientes.
Atividade 21
Resposta: D
Comentário: IV - Outro tipo de complicação menos freqüente que pode ocorrer é a formação
de hematoma local por lesão vascular. Este tipo de problema pode ser minimizado pela com-
pressão aplicada no momento e após a realização da técnica.
Atividade 22
Resposta: B
Comentário: A anestesia tópica eficaz é o primeiro passo para uma técnica indolor e deve ser
realizada de forma que o anestésico tópico permaneça em contato com a mucosa por no
mínimo 2 minutos. Outra manobra é a utilização da compressão local antes, durante e de-
pois da injeção da solução anestésica, que pode ser obtida com a utilização de cotonete.
Atividade 23
Resposta: D
Comentário: Esta técnica anestesia a porção posterior do palato duro e tecidos moles
sobrejacentes, limitando-se anteriormente à área do 1º pré-molar e medialmente pela linha
média, e a forma de aplicação da solução anestésica recomendada é de forma lenta na
quantidade de 0,25 a 0,5mL de anestésico.
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PRO-ODONTO | CIRURGIA | SESCAD 143
Atividade 24
Resposta: B
Comentário: Devemos solicitar sempre que o paciente faça abertura de boca de, no mínimo,
35mm, estenda o pescoço e gire a cabeça para os lados direito ou esquerdo na dependência
do lado que será anestesiado.
Atividade 25
Resposta: C
Comentário: Esta região é geralmente onde se encontra o forame incisivo.
Atividade 28
Resposta: A
Comentário: Recomenda-se agulha curta calibre 27.
Atividade 30
Resposta: B
Comentário: I - O bloqueio do nervo maxilar ou segunda divisão do trigêmio é um método
eficaz para produzir anestesia profunda de toda uma hemimaxila.
Atividade 32
Resposta: B
Comentário: A área-alvo é o nervo maxilar no ponto em que atravessa a fossa pterigopalatina,
sendo que a agulha deve atravessar o canal palatino maior para alcançar a fossa pterigopalatina.
Atividade 33
Resposta: B
Comentário: II - Esta técnica está indicada quando se deseja analgesia de uma hemiarcada
inferior, em intervenções cirúrgicas nos dentes inferiores e tecidos moles anteriores ao 1º
molar.
Atividade 34
Resposta: D
Comentário: Esta técnica anestesia também os dentes inferiores anteriores. Para a anestesia
somente de dentes anteriores, podemos utilizar a técnica mentoniana associada com a lin-
gual, por exemplo. Em exodontia de molar, deve-se complementar com o nervo bucal.
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144 TÉCNICAS DE ANESTESIA MAXILAR E TÉCNICAS DE ANESTESIA MANDIBULAR
Atividade 38
Resposta: D
Comentário: O nervo bucal anestesia as áreas de tecidos moles vestibulares na região de
molares inferiores.
Atividade 39
Resposta: A
Comentário: Esta técnica anestesia a região de tecidos moles na região de molares.
Atividade 41
Resposta: C
Comentário: Na técnica, recomenda-se o uso de agulha longa calibre 25 para paciente adulto.
Atividade 43
Resposta: D
Comentário: Não é necessário que a seringa esteja paralela à mandibula; geralmente o forame
se encontra na região de pré-molares; e a agulha, nesta técnica, deve penetrar de 5 a 6mm.
Atividade 45
Resposta: 3 – 2 – 1 – 4.
Atividade 46
Resposta: D
Comentário: A penetração da agulha no forame leva a um procedimento tecnicamente mais
difícil e a um maior risco de lesão do nervo e/ou seu plexo vascular.
Atividade 51
Resposta: Todas as afirmativas são verdadeiras.
Atividade 54
Resposta: B
Comentário: O paciente fica sentado na cadeira em posição de decúbito dorsal ou
semidecúbito.
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PRO-ODONTO | CIRURGIA | SESCAD 145
Atividade 56
Resposta: É sabido que com a técnica realizada, os ramos mentoniano e incisivo são também
anestesiados, mas nem sempre se consegue anestesiar o nervo lingual. No caso deste pacien-
te, é necessária a administração complementar da técnica mentoniana.
Atividade 57
Resposta: D
Comentário: A associação de simpatomiméticos com antidepressivos tricíclicos aumenta a
concentração de noradrenalina; em conseqüência, clinicamente, o paciente pode apresentar
aumento de freqüência cardíaca, aumento de pressão arterial.
REFERÊNCIAS
1. Bennett C. Monhaine Anestesia local e controle da dor na prática odontológica. 7. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan; 1989.
2. Malamed SF. Manual de anestesia local. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2001.
3. Malamed SF, Trieger N. Intraoral maxillary nerve block: an anatomical and clinical study. Anesth
Prog. 1983 Mar-Apr;30(2):44-8.
4. Malamed SF. The Gow-Gates mandibular block. Evaluation after 4,275 cases. Oral Surg Oral
Med Oral Pathol. 1981 May;51(5):463-7.
REFERÊNCIAS RECOMENDADAS
Davidson JK, Eckhardt III WF, Perese DA . Manual de anestesiologia clínica. 4. ed. Rio de Janeiro:
Medsi; 1997.
Evers H, Haegerstam G. Introdução a anestesia local odontológica. São Paulo: Manole; 1991.
Gregori C. Cirurgia bucodentoalveolar. Rio de Janeiro: Sarvier; 1996.
Howe GL. Cirurgia oral menor. São Paulo: Santos; 1984.
Kruger GO. Cirurgia bucal e maxilofacial. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 1984.
Lima JR. Atlas colorido de anestesia local em odontologia. São Paulo: Santos; 1996.
Mello LL, Sydnei RB, Sydnei JB. Articaína: uma nova opção em anestesia odontológica. Jornal
Brasileiro de Endo/Perio. 2000;1(2):79-87.
Omoigui S. Manual de drogas usadas em anestesia. 2. ed. Rio de Janeiro: Santos; 2001.
Pérusse R, Goulet JP, Turcotte JY. Contraindications to vasoconstrictors in dentistry: Part I.
Cardiovascular diseases. Oral Surg Oral Med Oral Pathol. 1992 Nov;74(5):679-86.
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Pérusse R, Goulet JP, Turcotte JY. Contraindications to vasoconstrictors in dentistry: Part II.
Hyperthyroidism, diabetes, sulfite sensitivity,

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