Tuberculose PARTE I
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Tuberculose PARTE I


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200
400
600
800
1000
1200
1400
1600
1800
Declínio de 48,8% 
Meta 
do 
milênio: 
Reduzir 
mortalid
ade em 
50% 
de 1990 
a 2015 
Tuberculose: Coeficientes de Incidência e de Mortalidade100 mil hab. 
Município de São Paulo, 2010 
Incidência Mortalidade 
Fonte: TBWEB 05/07/2012 
Tuberculose: Todas as formas e Pulmonar BAAR (+) 
Números de caso e Coeficientes de Incidência/100 mil 
hab. 
Cidade de São Paulo, 1998 a 2011 
0
1000
2000
3000
4000
5000
6000
7000
8000
nº
 c
as
os
0,0
10,0
20,0
30,0
40,0
50,0
60,0
70,0
80,0
C.
In
ci
d.
Casos 6382 6799 6673 6284 6511 6844 6796 7213 5545 6096 5949 5738 5965 5771 5907 6065 5781 5646 5762 5830 5815 5997
Pulm(+) 2818 2900 2935 2751 2887 2813 2851 3021 3002 3011 3118 3187 3146 3165
C.I.Tds formas 66,9 70,7 68,9 64,3 66,0 68,8 67,7 71,2 54,2 59,0 57,0 54,5 56,2 53,9 54,8 55,8 52,8 51,2 51,9 52,2 51,7 52,9
C.I. P+ 27,5 28,1 28,1 26,2 27,3 26,5 26,7 28,1 27,8 27,7 28,6 29,1 28,3 28,3
90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 00 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11
(*) redução CI em 21 anos (1990 \u2013 2011) - 21% 
Fonte: Galesi, V.M.N. 1986 a 1995, PROAIM 1996 a 2011 (05/07/2012) 
Número de óbitos por Tuberculose e Coeficiente de 
Mortalidade/100 mil hab, Cidade de São Paulo, 1990 a 2011 
1990 - Meta \u2013 reduzir 50% até 2015 Redução 52,6% em 21 anos (1990 a 2011) 
0
100
200
300
400
500
600
700
nº
 ób
ito
s
0
1
2
3
4
5
6
7
C.
 M
or
tal
id.
óbitos 529 625 556 620 637 579 648 584 555 595 576 485 430 408 368 335 354 358 337 338 310 301
C.M. 5,6 6,5 5,7 6,3 6,5 5,8 6,5 5,8 5,4 5,8 5,5 4,6 4,1 3,8 3,4 3,1 3,2 3,2 3,0 3,0 2,8 2,7
90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 00 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11
8. Manifestações Clínicas 
Principal localização \u2013 pulmão \u2013 80 a 85% dos 
casos 
TB extrapulmonar \u2013 mais frequente: 
< 15 anos ganglionar 
> 15 anos pleural 
Outras: óssea, ocular, geniturinária, meníngea. 
Todo indivíduo que apresente tosse por 3 semanas 
ou mais é considerado \u201csintomático respiratório\u201d, 
o que caracteriza clinicamente o suspeito de 
tuberculose 
 
>15 anos 
< 15anos 
pulmonar 
BK + 
BK 
S/C 
Extrapulmonar 
Extrapulmonar 
BK 
+ 
BK 
S/C 
pulmonar 
100% 
85% 
15% 
75% 
25
% 
20% 
80% 
70% 
30% 
90% 
10% 
Doentes 
Casos Novos de tuberculose segundo forma clínica 
e faixa etária 
Cidade de São Paulo, 2011 
Fonte: TBWEB de 05/07/2012 
< 15 anos
23%79%
9%
6%
2%
2%
0%
0%
0%
1%
0%
0%
1%
Pul Pleural Ganglionar Periferica
Ossea Meningea Outras
Pele Intestinal Miliar
Multiplos Orgaos Oftalmica Vias Urinarias
 15 anos ou +
19%80%
0%
9%
3%
1%
1%
1%
1%
1%
1%
1%
0%
0%
0%
Pul Pleural Ganglionar Periferica
Meningea Miliar Oftalmica
Multiplos Orgaos Outras Ossea
Vias Urinarias Pele Intestinal
(em branco) Genital Laringea
9. Sinais e sintomas 
Sintomas respiratórios 
tosse (presente em 
praticamente todos 
pacientes) 
Hemoptise (pouco 
freqüente) 
dispnéia(pouco comum) 
dor torácica 
(comprometimento da 
pleura) 
Rouquidão (frequente) 
Sintomas gerais 
febre vespertina 
sudorese noturna 
perda ponderal e 
anorexia 
 
10. Diagnóstico da Tuberculose 
Diagnóstico 
Cultura 
Diagnóstico 
Clínico 
Necropsia 
Raio X 
BACILOSCOPIA 
BK 
EXAME DE ESCARRO 
3o 4o 5o 2o 
1o 
Diagnóstico 
Exame Bacteriológico 
1. Exame microscópico Direto do Escarro \u2013 BAAR, 
baciloscopia ou BK 
EXAME MAIS IMPORTANTE NO DIAGNÓSTICO 
Método simples, barato e seguro 
Permite descobrir fontes mais importantes de 
infecção \u2013 OS CASOS BACILÍFEROS. 
Positiva \u2013 número de bacilos 5.000/ml escarro 
2 AMOSTRAS (na primeira consulta e na manhã 
do dia seguinte ao acordar) 
EXAMES BACTERIOLÓGICOS! 
BACILOSCOPIA: 
Bacilo de Koch 
 BK ou BAAR 
Tipos de amostra 
 Amostras adequadas volume suficiente: 5 a 10 ml 
 mucopurulento 
 mucoso sanguinolento 
Área de 
Coleta de 
Escarro 
UBS Paranaguá \u2013 E. Matarazzo 
UBS Santana - Itaquera 
UBS Belenzinho \u2013 Aric / Mooca 
UBS Carrão \u2013 Aric. / Mooca 
UBS Guarani \u2013 Aric. / Mooca 
Diagnóstico 
Cultura 
BACILOSCOPIA 
BK 
EXAME DE ESCARRO 
3o 4
o 5o 
2o 
1o 
2. Cultura do Bacilo de Koch 
Fornece resultados positivos com um n < de 
bacilos 
Mais cara que BAAR e um pouco mais demorada 
(se automatizada) 
Indicada para: 
suspeitos de tuberculose pulmonar persistentemente negativos ao exame direto 
Casos extrapulmonares (todos) 
Todos pacientes HIV + 
População privada de Liberdade 
Todos contatos de MDR 
Todos profissionais de saúde com suspeita TB 
Suspeita de resistência bacteriana às drogas (acompanhada de teste de 
sensibilidade) (após 60 dias BK continua positivo) 
Todos casos de retratamento após abandono ou recidiva 
 
 
Diagnóstico 
Cultura 
Raio X 
BACILOSCOPIA 
BK 
EXAME DE ESCARRO 
4o 5o 
3o 
1o 
2o 
Exame radiológico 
Sintomático respiratório negativo a BAAR 
Comunicantes de todas as idades, sem 
sintomatologia respiratória 
Suspeitos de TB extrapulmonar 
Portadores do HIV ou pacientes com AIDS 
 
 
ESTE EXAME PERMITE A SELEÇÃO DOS 
PORTADORES DE IMAGENS SUSPEITAS, 
MAS É INDISPENSÁVEL O EXAME DE BK. 
 
Radiografia de tórax em um caso 
de tuberculose pulmonar 
Diagnóstico 
Cultura 
Diagnóstico 
Clínico 
Necropsia 
Raio X 
BACILOSCOPIA 
BK 
EXAME DE ESCARRO 
3o 4o 5o 2o 
1o