Morfofuncional - proliferaçao
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Morfofuncional - proliferaçao


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HISTOLOGIA 
 
 
Esquema com as principais organelas intra-citoplasmaticas 
1-Nucleo com heterocromatina (escura) e eucromatina(clara) e seu nucléolo. 2-
Aparelho de Golgi; 3- Microvilos (com glicocalix); 4Granulos secretores (em exocitose) 
5centriolos; 6quinocilio; 7zonula de oclusão; 8trama terminal associada à zonula de 
adesão; 9 lisossoma; 10reticulo endoplasmático liso; 11 peroxissoma; 12 junçao 
comunicante (GAP) 13vesicula de endocitose revestida por clatrina; 14desmossoma; 
15glicogenio; 16 espaço intercelular 17 invaginaçao (prega) do labirinto basal; 18 
lamina densa da lamina basal; 19 polissomas; 20hemidesmossoma; 21 microtubulos e 
filamentos de queratina; 22mitocondria; 23 reticulo endoplasmático rugoso; 24 corpo 
multivesicular. 
CARACTERISTICAS CELULARES: 
\uf0b7 As mitocôndrias podem, por exemplo, serem encontradas em abundancia no musculo 
esquelético. 
\uf0b7 Já os lisossomos, encontram-se bem desenvolvidos nos macrófagos. 
\uf0b7 Os Quinocilios, formam parte do aparelho de ressonância do ouvido interno; 
epitelial/ósseo 
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\uf0b7 Os desmossomos e hemi-desmossomos, são proteínas que promovem a adesão 
intercelular, encontando-se abundante no tecido epitelial. Assim, transtornos auto 
imunes em algumas doenças de pele, EX: PÊNFIGOS ,caracterizam-se por ataque as 
caderinas desmossomais. 
\uf0b7 O citoesqueleto é constituído por : microtúbulos, filamentos intermediários, 
microfilamentos e as vezes por filamentos de miosina 
\uf0b7 Os filamentos intermediários: São compostos por diferentes proteínas semelhantes : 
\uf0fc Queratina nas celulas epiteliais, 
\uf0fc Vimentinas nos fibroblastos e células afins, 
\uf0fc Desmina nas cels musculares, 
\uf0fc Neurofilamentos nos neurônios 
\uf0fc Filamentos gliais nas cels gliais 
 
 
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ATROFIA 
 Redução do tamanho de um órgão ou tecido através da redução do volume das 
células. 
 
As fibras perderam a quase totalidade das miofibrilas, embora continuem com arquitetura 
semelhante à normal, tornando-se miniaturas das fibras sadias. Este é um exemplo de atrofia simples, 
em que há redução volumétrica, e não numérica, das células. Para um exemplo de atrofia numérica; 
testículo na hanseníase. 
 
HIPERPLASIA 
Hiperplasia endometrial 
simples e cística. Útero aberto 
mostrando mucosa 
endometrial espessa e 
contendo numerosos 
pequenos cistos que lhe dão 
aspecto em 'queijo suíço'. Os 
cistos consistem de glândulas 
endometriais hiperplásicas e 
dilatadas. Geralmente a 
hiperplasia endometrial é uma 
manifestação de 
hiperestrinismo, e pode causar 
sangramento vaginal irregular 
e abundante. 
 
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Hiperplasia glandular cística do endométrio. 
 
Esta alteração é causada por excesso 
de ação estrogênica sobre o endométrio. As 
glândulas são maiores que no endométrio 
proliferativo normal. Muitas ficam dilatadas 
dando, em pequeno aumento, um aspecto 
'em queijo suíço'. 
 
 
Em certas áreas, a quantidade de 
estroma entre as glândulas diminui, 
ficando as glândulas mais próximas entre 
si, às vezes em contato, dando um 
aspecto 'back to back'. 
 
 
 
 
 
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AÇÃO ESTROGÊNICA SOBRE O EPITÉLIO GLANDULAR. O efeito estrogênico 
estimula a proliferação do epitélio glandular, podendo tornar o epitélio 
pseudoestratificado (núcleos em várias alturas). Mitoses são vistas com 
freqüência. Além disso, pode levar ao aparecimento de cílios, normalmente só 
observados no epitélio da trompa. A isto 
se chama metaplasia tubária, que é um 
indício de hiperestimulação estrogênica. 
 
 
 
METAPLASIA 
Cervicite crônica inespecífica Metaplasia escamosa do colo uterino 
A parte do colo uterino visível na vagina é a ectocérvice, e é revestida por epitélio 
plano estratificado não corneificado, tendo cor esbranquiçada. A endocérvice vai do orifício 
cervical externo ao interno (região do istmo ou transição para a cavidade endometrial). Tem 
glândulas mucosas que se abrem no canal endocervical. Tanto as glândulas como o epitélio 
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O fragmento mostra o colo uterino, constituído pela ectocérvice, revestida por epitélio 
plano estratificado não corneificado, e sem glândulas; e pela endocérvice, com numerosas 
glândulas tubulares mucosas abrindo-se na superfície. O retângulo azul salienta a zona de 
transformação ou zona T, onde o epitélio mucoso endocervical foi substituído por epitélio 
plano do tipo ectocervical (portanto, um exemplo 
de metaplasia escamosa). O epitélio metaplásico 
obstrui a saída de glândulas endocervicais, 
levando a acúmulo de secreção mucosa dentro 
das glândulas (cistos de Naboth). 
Os cistos de Naboth, freqüentemente observados 
nesta região, são glândulas endocervicais 
dilatadas porque seu orifício de saída foi obstruído 
pelo epitélio metaplásico. Seu revestimento é de 
epitélio cilíndrico simples mucoso, igual ao de 
outras glândulas endocervicais. 
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MITOSES E CROMOSSOMOS 
 
 
 
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CITOLOGIA 
 
 
 
 
 
 
RECONHECENDO AS LAMINAS= na 
imagem acima, observamos o epitélio 
escamoso característico da vagina e do 
ectocervix. 
Na imagem ao lado, notamos as células 
colunares secretoras e suas glândulas 
localizadas no endocervice. 
 
 
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ALTERAÇOES: 
 
Fatores de risco : Hábitos de Vida 
\uf0fc HPV \u2022Tabagismo \u2022Contraceptivo Oral \u2022Imunidade 
\u2022Nutrição 
 
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LESAO ESCAMOSA INTRA-EPITELIAL DE BAIXO GRAU 
 NIC I 
 
COILOCITOSE: significa célula abaulada , vacuolizada com núcleos localizados na periferia da 
célula. 
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ALTERAÇOES DO EPITELIO 
 
CITOLOGIA DE NIC-I 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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LESAO INTRA EPITELIAL ESCAMOSA DE ALTO GRAU 
NIC II e III 
 
 
 
 
 
 
 
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