Plano de Contas
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Plano de Contas


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Contabilidade Básica
Plano de Contas
nov / 2008
Prof. Adm. François Nadas
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Revisão aula anterior \u2013 Patrimônio
Ativo e Passivo e Patrimônio Líquido
O termo Capital em Contabilidade: próprio e de 3ºs
Origens e Aplicações dos Recursos
Primeiras Noções de Balanço Patrimonial
Origens e Aplicações dos Recursos
nov / 2008
Prof. Adm. François Nadas
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Justificativa: Para haver uma visão melhor do patrimônio, é necessário discriminar os Bens, Direitos, Obrigações e o Patrimônio Líquido em grupos analíticos.
Grupo de Contas \u2013 Balanço Patrimonial
BENS
DIREITOS
OBRIGAÇÕES
Patrimônio
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Serão classificados quanto aos aspectos temporais (prazos) e quanto ao grau de liquidez
 Grupos dos Bens e Direitos (Ativo)
Disponível
Contas a Receber
Estoque
Investimento Temporário
Ativos Circulantes
Realizável a Longo Prazo
Investimento
Imobilizado
Intangível
Ativos não Circulantes
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Serão classificados quanto aos aspectos temporais (prazos) e quanto ao grau de liquídez
Obrigações vencíveis em menos de 12 meses
Passivo Circulante
Obrigações vencíveis em mais de 12 meses
Passivo não Circulante
Grupos de Obrigações (Passivo)
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Serão classificados quanto aos aspectos temporais (prazos) e quanto ao grau de liquidez
Capital (diversos)
Reservas
Prejuízos Acumulados
Ajustes de Avaliação Patrimonial
Grupos do Patrimônio Líquido 
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Plano de Contas
O Plano de Contas é um conjunto de contas,diretrizes e normas que disciplinam as tarefas do setor contábil de uma entidade, uniformizando os seus registros contábeis. É um instrumento de grande importância nos processos contábeis de uma entidade. Cada empresa deverá elaborar o seu plano de contas de acordo com suas necessidades, e tendo em vista os Princípios Contábeis Geralmente Aceitos, as normas da Lei 6.404/76 e a legislação específica do ramo de atividade da empresa.
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Código e Grau de Contas
O Código de uma conta é composto por um ou mais algarismos utilizados para identificar cada uma das contas que compõem o Plano de Contas de uma entidade.
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Código e Grau de Contas
A adoção de códigos agiliza os registros contábeis, principalmente quando eles são feitos através de sistemas informatizados, onde os débitos e os créditos são feitos através de códigos numéricos, em vez de serem feitos pela intitulação de cada conta. Os critérios para se definir a numeração adotada ficam a cargo de cada contabilista, de acordo com as necessidades e conveniências de entidade, bem como com o grau de detalhamento a que se pretende chegar. Vejamos, de forma simplificada, a maneira mais comum de se iniciar uma codificação:
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Exemplos Código e Grau de Contas
Ativo
1.1 Ativo Circulante
1.1.1 Disponibilidades
1.1.1.1 Caixa Geral
1.1.1.1.1 Caixa da Matriz
1.1.1.1.2 Caixa da Filial
1.1.1.2 Bancos
1.1.1.2.1 Caixa Econômica
1.1.1.2.2 Banco do Brasil
1.2 Contas a Receber
1.2.1 Clientes
1.2.1.1 Empresa ABC Ltda.
1.2.2 Empréstimos a Funcionários a Receber
1.2.2.1 Empréstimos em Folha Pagamento a Receber
1.2.2.2 Empréstimos Bancários a Receber
1.3 Estoque
1.3.1 Mercadoria para Revenda
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Exemplos Código e Grau de Contas
1.2 Ativo Não Circulante
1.2.1 Realizável a Longo Prazo
1.2.1.2 Duplicatas a Receber
1.2.2 Investimentos
1.2.2.1 Infra-estrutura galpão industrial
1.2.3 Imobilizado
1.2.3.1 Veículos
1.2.3.2 Móveis e Utensílios
1.2.3.3 Máquinas e Equipamentos
1.2.4 Intangível
1.2.4.1 Marcas e Patentes
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Exemplos Código e Grau de Contas
2 Passivo
2. Passivo
2.1 Passivo Circulante
2.1.1...
2.2 Passivo Não Circulante
2.2.1...
2.3 Patrimônio Líquido
2.3.1 Capital Social
2.3.2 Reservas 
2.3.4 Prejuízos Acumulados
2.3.5 Ajuste de Avaliação Patrimonial
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Observe do exemplo que há elementos que, embora enumerados, não representam contas, mas grupos ou subgrupos de contas. Há também contas de primeiro grau e contas de segundo grau; vejamos:
Estrutura Plano de Contas
1. Ativo é subdivisão patrimonial;
1.1 Ativo Circulante é subgrupo do Ativo;
1.1.1 Disponibilidades é subgrupo do Ativo Circulante;
1.1.1.1 Caixa Geral é conta de 1º grau;
1.1.1.1.1 Caixa da Matriz é conta de 2º grau
1.1.1.1.2 Caixa da Filial é conta de 2º grau
E assim sucessivamente para os demais
códigos do Plano de Contas
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As contas de primeiro grau também são chamadas de contas sintéticas, pois podem se subdividir em várias sub-contas; essas sub-contas, que são as contas de segundo grau, são também chamadas de contas analíticas. Podemos então entender as contas sintéticas como sendo um gênero, e as contas analíticas como espécies naquelas. Vejamos um quadro exemplificativo:
Conta Sintética e Conta Analítica
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 Quadro Resumo
CONTAS 	AUMENTAM	DIMUNUEM	SALDO
DO ATIVO 	Debitando 	Creditando 	Devedor
DO PASSIVO 	Creditando 	Debitando 	Credor
DO PL 		Creditando 	Debitando 	Credor			
Débito e Crédito