Políticas Públicas Ambientais no Estado do Amazonas
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Políticas Públicas Ambientais no Estado do Amazonas


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estadual fazem uma manifestação por 
melhores salários. Amazonino vai pessoalmente ao encontro deles 
acompanhado da Polícia Militar e dá a ordem para dispersar o movimento. A PM 
cumpriu à risca a ordem e 25 professores foram parar nos hospitais de Manaus 
e ainda foram presos. 
Apesar desse episódio, foi reeleito em 1998. 
Governador do estado do Amazonas de 1999 a 2002 
Em 2001 sua mansão de 2.500 metros quadrados avaliada em mais de 1,3 
milhões de reais e a manchete em diversos jornais e revistas do Brasil. 
No mesmo ano seu governo patrocinou o Ecosystem 1.0, em Manaus. O local 
foi uma pedreira abandonada, cercada pela mata amazônica, por onde 
passaram 45.000 pessoas em quatro dias de festa, com supervisão do 
Greenpeace, e com DJs brasileiros e estrangeiros. Até o apresentador de TV 
Gugu Liberato esteve lá para conferir. A rave amazonense logo ganhou 
características locais: ameaçou virar um escândalo político com a acusação de 
que o governo estadual gastou 3,6 milhões de reais com a festa, sem licitação 
alguma. Isso porque um dos promotores foi o filho do então governador 
Amazonino Mendes 
 
Vivaldo Barroso Frota 
(Boca do Acre, 7 de dezembro de 1928) é um professor, funcionário público e 
político brasileiro que foi governador do Amazonas (1990-1991). 
Filho de Osvaldo Daltro Pinto da Frota e de Maria José de Barros Frota. Em 1953 
bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade Federal do 
Amazonas, instituição na qual disputou a cátedra em junho de 1960 tendo 
publicado em razão disso a tese A educação e o crime. 
Consultor jurídico da Comissão de Estradas de Rodagem do Amazonas em 
1954, tornou-se funcionário público lotado na Secretaria de Segurança fazendo 
carreira junto ao Departamento de Polícia. No primeiro governo Gilberto 
Mestrinho foi corregedor de polícia, delegado de Ordem Política e Social (1961) 
e chefe de polícia (1962), assumindo depois a chefia da Casa Civil e, 
cumulativamente, a Secretaria de Justiça. Em 1963 tornou-se auditor do Tribunal 
de Contas do Estado e entre 1967 e 1969 foi presidente da seccional 
amazonense da Ordem dos Advogados do Brasil sendo nomeado conselheiro 
suplente do TCE em 1971. 
Filiado à ARENA foi eleito primeiro suplente de deputado federal em 1974 e 
deputado federal em 1978 e com o fim do bipartidarismo ingressou no PDS em 
1980, reelegendo-se em 1982. Em sua estadia na Câmara dos Deputados votou 
contra a Emenda Dante de Oliveira e em Paulo Maluf no Colégio Eleitoral, nada 
que o impedisse, porém de ingressar no PFL. 
Eleito vice-governador do Amazonas na chapa de Amazonino Mendes em 1986, 
assumiu o governo em abril de 1990 quando o titular renunciou para disputar o 
Senado e após o pleito Frota foi sucedido no Palácio Rio Negro por Gilberto 
Mestrinho. 
Em 1994 foi candidato a deputado federal pelo PPR ficando na terceira 
suplência. 
 
Carlos Eduardo de Souza Braga 
Nasceu na cidade de Belém, no Estado do Pará, em 6 de dezembro de 1960. É 
casado com Sandra Backsmann Braga e pai de três filhas, Brenda, Bruna e 
Bianca. É empresário e engenheiro formado pela Universidade Federal do 
Amazonas, no curso de Engenharia Elétrica. 
Iniciou sua carreira política aos 21 anos, como vereador de Manaus. Uma 
atuação combativa na Câmara dos Vereadores acabou por valer ao jovem 
político uma expressiva votação para deputado estadual, em 1986. 
Na Assembleia Legislativa do Estado foi um dos mais atuantes deputados, sendo 
líder do Governo e relator da Constituição do Amazonas. Em 1990, Eduardo 
Braga foi eleito deputado federal, obtendo a maior votação do seu partido. Foi 
eleito vice-prefeito de Manaus em 1992 e assumiu a Prefeitura Municipal em 
março de 1994. Com um trabalho inovador, Eduardo Braga realizou obras nas 
áreas de infraestrutura, saúde, educação e habitação que transformaram a 
capital amazonense. 
Em 1996 Braga deixou a Prefeitura de Manaus com 98% de aprovação da 
população, o maior índice da história da cidade e do País. Depois, dedicou-se à 
administração de suas empresas, uma rede de concessionárias Renault em 
quatro Estados da Região Norte do Brasil. Em 2002 foi eleito com maioria 
absoluta no primeiro turno das eleições para o Governo do Estado do Amazonas. 
É o criador de programas revolucionários para a população do Amazonas, com 
destaque para o Zona Franca Verde, que tem levado desenvolvimento ao interior 
do Estado, e o Programa Social e Ambiental dos Igarapés de Manaus, o 
Prosamim, responsável pela maior transformação urbanística da capital nos 
últimos 50 anos. 
Em 2006 foi reeleito no primeiro turno com 50,63% dos votos válidos. É o autor 
da primeira Lei de Mudanças Climáticas e Conservação Ambiental do Brasil, que 
consolida o compromisso do Estado com os seus povos, a floresta, a evolução 
tecnológica e o bem-estar do planeta. 
É coordenador nacional do PMDB Sócio Ambiental. O programa é um núcleo do 
maior partido brasileiro que vai dispensar atenção especial aos assuntos 
relacionados ao meio ambiente aliado ao desenvolvimento social no País. 
É o criador do Programa Bolsa Floresta, recompensa financeira paga pelo 
Governo do Amazonas aos moradores de Unidades de Conservação Estaduais 
(UCE), considerados verdadeiros guardiões das florestas. 
É o criador da Fundação Amazonas Sustentável, principal esteio de sustentação 
da política de combate às mudanças climáticas implementada pelo Governo do 
Amazonas. 
No Senado, defende o desenvolvimento sustentável, a integração regional, a 
Reforma Político-eleitoral, entre outros temas de relevância para o Amazonas e 
o Brasil. O senador é presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia, 
Comunicação, Inovação e Informática (CCT) do Senado e membro titular das 
Comissões de Assuntos Econômicos (CAE), Infra- Estrutura e Meio Ambiente. É 
ainda suplente nas de Constituição e Justiça (CCJ), Assuntos Sociais e Mista de 
Orçamento. 
Juntamente com três ex-presidentes da República e alguns ex-governadores, 
Eduardo Braga compõe também a Comissão Especial da Reforma Política, 
colegiado temporário destinado a apresentar projetos de lei modificando os 
atuais sistemas políticos e eleitorais do País 
 
Omar José Abdel Aziz 
Nasceu em 13 de agosto de 1958, na cidade de Garça, interior de São Paulo, 
onde viveu os primeiros anos da sua infância. Filho de pai palestino e mãe 
brasileira é o mais velhos dos seis filhos do casal Muhamad e Delfina Aziz. Em 
1966, aos 8 anos de idade, mudou-se com a família para a cidade de Ancash, 
no Peru e em 1971, após sobreviver a um terremoto naquele país, a família 
resolveu instalar-se em Manaus. Foi aluno do Colégio Estadual de Manaus 
(Colégio Amazonense Dom Pedro II), da Escola Técnica Federal do Amazonas 
(Ifam) e graduou-se em Engenharia Civil pela Universidade Federal do 
Amazonas. 
Omar Aziz iniciou sua carreira política no começo da década de 80, no 
movimento estudantil. Em 1981 foi eleito presidente da Engenhoca, que 
antecedeu a criação do Diretório Acadêmico de Engenharia da Ufam e, em 1984, 
foi diretor do Diretório Central dos Estudantes (DCE). Filiado à época ao então 
clandestino Partido Comunista do Brasil (PCdoB), participou ativamente de 
vários movimentos visando a redemocratização do País, entre eles o das 
\u201cDiretas Já\u201d. Assumiu a direção da Fundação de Desenvolvimento e Apoio 
Comunitário (Fundac), em 1987, seu primeiro cargo na vida pública. 
Foi eleito vereador na cidade de Manaus por dois mandatos consecutivos (1988 
e 1992), sendo no último deles o mais votado, quando assumiu a presidência da 
Câmara Municipal. Foi também deputado estadual mais votado (1994) e vice-
prefeito em duas ocasiões, quando acumulou o cargo como secretário