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como é possível observar no trecho abaixo do
anúncio original do Projeto GNU, escrito por Richard Stallman em 1983:
"To begin with, GNU will be a kernel plus all the utilities needed to write and run C programs: editor, shell, C
compiler, linker, assembler, and a few other things. After this we will add a text formatter, a YACC, an Empire
game, a spreadsheet, and hundreds of other things. We hope to supply, eventually, everything useful that normally
comes with a Unix system, and anything else useful, including on-line and hardcopy documentation."
"Para começar, GNU será um Núcleo mais todos utilitários necessários para escrever e executar programas em C:
editor, shell, compilador C, linker, montador, e algumas outras coisas. Depois disso, nós adicionaremos um
formatador de texto, um YACC, um jogo de império, uma planilha eletrônica, e centenas de outras coisas. Nós
esperamos abastecer, eventualmente, todas as coias úteis que normalmente vêm com um sistema Unix , e qualquer
outra coisa útil, incluindo documentação on-line e local."
Ainda hoje, uma das principais questões da fundação é a liberdade das ferramentas como se pode observar na
preocupação de Richard Stallman, no artigo "Free But Shackled - The Java Trap" (em http:/ / www. gnu. org/
philosophy/ java-trap. html).
1.1. Free Software Foundation e o Projeto GNU
2.2. TrollTech, QT framework e o KDE
3.3. GNOME Foundation, GTK+ e o GNOME desktop
4.4. [Novell e Ximian]?
5.5. Userland
1.1. XFree86 e X.Org Foundation
2.2. Mozilla Foundation e o Projeto Mozilla Firefox
3.3. OpenOffice
Projetos de Agregação,Distribuição e Portabilidade
Distribuições
Antes da primeira distribuição Linux, um suposto usuário Linux deveria ser algo como um especialista de UNIX,
não somente conhecer quais bibliotecas e executáveis eram necessários para reinicializar o sistema com sucesso e
colocá-lo em funcionamento, mas também pensar sobre detalhes de configuração e localização dos arquivos do
sistema.
As distribuições Linux começam a aperecer logo depois que o primeiro Kernel do Linux foi usado por pessoas que
não fossem desenvolvedores do Linux, uma vez que essas pessoas estavam mais interessadas no desenvolvimento do
sistema operacional do que de programas aplicativos, interface para o usuário ou um sistema de empacotamento
conveniente.
As distribuições levam aos usuários programas de seu interesse e servem como um centralizador desses recursos.
Dessa forma é possível provê-los com valores adicionais tais como: aferição de interoperabilidade, aferição da
segurança do sistema, disponibilidade de recursos e padronização da instalação destes.
1.1. Debian
Importância 6
2.2. Gentoo
3.3. [FreeCD]?
4.4. [Red Hat]?
Projetos de Integração
1.1. [Wine e ReactOS]?
2.2. [MingW]?
Arquitetura Open Source
A arquitetura da internet está fortemente relacionada aos projetos open source. A netcraft mostra que o Apache é
usado em 70% dos servidores web. O acrônimo LAMP (Linux, Apache, Mysql, php/perl/python) é conhecido como
uma das arquiteturas mais populares em portais Web. Empresas como Google inc. e Yahoo inc. já utilizam
amplamente arquiteturas de código aberto. E as arquiteturas de código-aberto dispontam como os servidores de alta
confiança e dos supercomputadores em grid.
Buscas no sítio de busca, www.google.com fornecem os seguintes resultados:
\u2022\u2022 82.800.000 para python
\u2022\u2022 105.000.000 para perl
\u2022\u2022 569.000.000 para java OR jsp
\u2022\u2022 685.000.000 para php
\u2022\u2022 748.000.000 para asp
LAMP
O acrônimo LAMP se refere ao conjunto de programas de software comumente usados de forma combinada para
executar sítios dinâmicos Web ou servidores:
\u2022\u2022 Linux, o kernel do sistema operacional;
\u2022\u2022 Apache, o servidor Web;
\u2022\u2022 MySQL?, o sistema de gerenciamento de banco de dados (ou servidor de banco de dados);
\u2022\u2022 Perl, PHP, e/ou Python, linguagens de script.
Apesar de os criadores desses programas open source não os terem projetado para trabalharem especificamente uns
com os outros, a combinação se tornou popular por causa do seu baixo custo e da onipresença de seus componentes
(que se apresentam no mesmo pacote da maioria das distribuições Linux atuais). Quando usados de forma
combinada representam uma pilha de soluções de tecnologias que comportam servidores de aplicação. Outras dessas
pilhas são o Apple Computer's WebObjects?, o Java/J2EE e a arquitetura Microsoft's .NET.
O componente de script da pilha LAMP se origina nas interfaces Web CGI que se tornaram populares no início dos
anos de 1990. Essa tecnologia permite que o usuário de um navegador Web execute um programa no servidor e
assim receba tanto conteúdo dinâmico como estático. Programadores usaram linguagens de script com esses
programas por causa da habilidade que têm de manipular seqüências de texto de maneira fácil e eficiente, mesmo
quando elas se originam de fontes totalmente diferentes. Por essa razão, "desenvolvedores" de sistemas
frequentemente se referem a esses sistemas de script como linguagens de cola.
Michael Kunze cunhou o acrônimo LAMP em um artigo para a German computing magazine em 1998 (12/98,
página 230). O artigo focava em mostrar que um pacote de software livre poderia fornecer uma alternativa viável
para substituir pacotes comerciais. Sabendo do gosto que o mundo de TI tem por acrônimos, Kunze criou LAMP
como um termo de marketing para popularizar o uso do software livre. O'Reilly e MySQL? AB popularizaram o
termo entre os falantes da língua inglesa. De fato, MySQL? AB tem desde então baseado alguns dos seus esforços de
Importância 7
marketing na popularidade da pilha LAMP.
1.1. Apache Foundation
2.2. [Bancos de dados]? (MySQL?, Postgree)
3.3. Scprits (Perl Foundation/ PHP/ Python)
Java
Java ganhou enorme popularidade desde de sua primeira aparição. Sua rápida ascenção e larga aceitação podem ser
apontados por ses design e caracterísitcas, particularmente na promessa que você pode escrever um programa uma
vez e executá-lo em qualquer lugar. Java foi escolhido como a linguagem para redes de computadores e foi recebido
como um "front end" para banco de dados empresariais. Como citado pela Sun Microsystems: "Java é simples,
orientado a objetos, distribuído, interpretado, robusto, seguro, portável, dinâmico, com tratamento nativo de
múltiplas linhas de execução e arquitetura neutra.
De acordo com o artigo de Mark Stone na NewsForge?, a adoção de Java pela comunidade "Open Source" deve-se a
três motivos de caráter pragmáticos:
\u2022\u2022 Crescimento do Mercado
\u2022\u2022 Penetração do Mercado
\u2022\u2022 Previsão do Mercado
"The open source code that is written in a language is often more important than the open source status of the
language itself."
De fato, a plataforma Java tem recebido volumosas contribuições de empresas de midleware, tais como a IBM, BEA
e a própria SUN. Como uma linguagem voltada para o mercado empresarial, a linguagem Java é apoiada pelo
principais fornecedores de banco de Dados (Oracle,. Sybase), bem como forncedores de arquiteturas de servidores
(como a Red Hat). Refletindo essa recepção do mercado, a linguagem Java é a mais utilizado entre os projetos da
Sourceforge (seguido de perto pelas linguagens C++ e C). Language Projects Java 16796 C++ 16767 C 15969 PHP
12228 Perl 6221 Python 4552 C# 2905 JavaScript? 2797 Visual Basic 2195
1.1. [Java Comunity Process]?
2.2. Projeto Jakarta
3.3. JBoss Corp., JBoss AS e Hibernate
4.4. Eclipse
Referências
Colisão do Nexenta com o Debian United We Stand [Not]?? - Steve Holden http:/ / www. artima. com/ weblogs/
viewpost. jsp?thread=7351 Cristian Reis - Torre de Babel http:/ / www. async. com. br/ ~kiko/ FISL2003/ babel/ 0.
html Marius Andreiana, "Too Much Free Software" - Editorials (freshmeat) http:/ / freshmeat. net/ articles/ view/
774/ Silberchartz , Sistemas Operacionais - Conceitos Robin Cover, Sun Releases Solaris Operating System and
1600 Patents under CDDL Open Source License. http:/ / xml. coverpages. org/ ni2005-01-27-a. html