ines da silva moreira
44 pág.

ines da silva moreira


DisciplinaServiço Social e Terceiro Setor51 materiais1.277 seguidores
Pré-visualização44 páginas
a complexidade sistêmica do ambiente e até das relações
de poder existente no sistema conjuntural e uma forma de levar a população
a criar uma compreensão crítica e holística de como funciona o meio
ambiente é a educação crítica, a fim de encontrar soluções sustentáveis
para os problemas ambientais.

6. Sugerir que as instituições de ensino superior em Serviço Social

incluam em sua grade uma disciplina destinada ao ensino sobre

Sustentabilidade e Meio Ambiente e na investigação que contribuiu

para a necessidade de aprofundar os estudos no âmbito das

faculdades de Serviço Social, suscitando novas temáticas e criando

disciplinas em seu curso, para melhor informar os alunos sobre

politicas ambientais, práticas de sustentabilidade, assim como de

educação socioambiental. A formação de profissionais da área que

possam direcionar sua ação para o meio ambiente, que tenham na

134

grade a oportunidade de melhor inteirar-se do assunto, por certo trará

ganho importante para a profissão.

O desenvolvimento desta Tese demonstra a importância da participação

de profissionais do Serviço Social em equipe multidisciplinar no Projeto do Trabalho

Técnico Social. Cada vez mais, há necessidade de apoio multidisciplinar para os

projetos que há algum tempo deixaram de ter formatação puramente técnica, de

engenharia.

Justifica-se a Tese de que o diferencial do Serviço Social das demais

profissões previstas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) neste

presente estudo é o reconhecimento de sua ação profissional enquanto espaço de

trocas de experiências e de conhecimento mútuo, que são propiciadas pela

descoberta de novas possibilidades de intervenção nos espaços das relações

sociais. O Assistente Social utiliza-se de procedimentos técnico-operativos nas

diversas situações do seu dia a dia em seu exercício profissional, exercendo sua

profissão em distintos espaços sócio ocupacionais.

O Assistente Social ainda compreende o universo onde atua através da

dimensão teórico-metodológica no qual a profissão está inserida, assim como,

desvenda a realidade social em meio à sociedade capitalista.

A interlocução entre o Assistente Social e a educação ambiental direciona

para a construção de práticas educativas que privilegiem a participação da

sociedade na busca dos direitos do meio ambiente como para a qualidade de vida

da população.

135

REFERÊNCIAS

136

ALIGLERI, L. Gestão socioambiental: responsabilidade e sustentabilidade do

negócio. São Paulo: Atlas, 2009.

ALIROL, P. Como iniciar um processo de integração. In: RIBEIRO, H.; VARGAS. H.

C. (Org.). Novos Instrumentos de gestão ambiental urbana. São Paulo: EDUSP,

2001.

ALVARO, A. PAC e educação. 2007. Disponível em:

<http://www.administradores.com.br/artigos/economia-e-financas/pac-e-
educacao/13251/>. Acesso em: 19 set. 2012.
AMARAL, R. G.; COSAC, C. M. D. O terceiro setor e o desenvolvimento sustentável.
Serviço Social & Realidade, Franca, v. 18, n.2, p. 81-106, 2009.
ANDERSON, P. Balanço do neoliberalismo. In: SADER, E.; GORZ, A. (Org.). Pós-
neoliberalismo: as políticas sociais e o Estado democrático. Rio de Janeiro: Paz e

Terra, 1995.
ANDRADE, R. O.; TACHIZAWA, T.; CARVALHO, A. B. Gestão ambiental: enfoque
estratégico aplicado ao desenvolvimento sustentável. São Paulo: Pearson Makron
Books, 2002.
ARANTES, A. Rio+20 desenvolvimento +meio ambiente para melhorar a vida do
povo. Jornal do PCdoB Classe Operária. São Paulo, ano 85, sétima fase, n. 47, p. 4,

jun. 2012.
BACH, J. M. O futuro da família: tendências e perspectivas. Petrópolis: Vozes,
1983.
BARBIER, R. A pesquisa-ação. Brasília, DF: Líber Livro, 2002.

BARROS, A. J. S.; LEHFELD, N. A. S. Fundamentos de metodologia científica:

um guia para a iniciação científica. São Paulo: Pearson Makron Books, 2000.
BAVA, S. C. Democracia e poder local. In: VILLAS-BÔAS, R. (Org.). Participação
popular nos governos locais. São Paulo: Pólis, 1994.

BEHRING, E. R. Política social no capitalismo tardio. São Paulo: Cortez, 1998.

BENEVIDES, M. V. Democracia e cidadania. São Paulo: Pólis, 1994.

BIANCHETTI, L.; MACHADO, A. M. N. A bússola do escrever: desafios e

estratégias na orientação de teses e dissertações. Florianópolis: São Paulo: Cortez,
2002.
BOBBIO, N. Estado, governo, sociedade: por uma teoria geral da política. Rio de

Janeiro: Paz e Terra, 1992.
______. O conceito de sociedade civil. Rio de Janeiro: Graal, 1987.

137

BOBBIO, N. Liberalismo e democracia. São Paulo: Brasiliense, 1988.

BOFF, L. Saber cuidar: ética do humano \u2013 compaixão pela terra. Petrópolis: Vozes,

1999.

BOURGUIGNON, J. A. A particularidade histórica da pesquisa no Serviço Social.
Revista Katálysis, Florianópolis, v. 10 n. esp., p. 46-54, 2007.
BRANDÃO, C. R. O que é educação. São Paulo: Brasiliense, 1981.
______. Comunidades aprendentes. In: FERRARO JÚNIOR, L. A. (Org.). Encontros
e caminhos: formação de educadoras(es) ambientais e coletivos educadores.

Brasília, DF: MMA, Diretoria de Educação Ambiental, 2005.
______. (Org.). Pesquisa participante. 3. ed. São Paulo: Brasiliense, 1981.
______. Constituição da República Federativa do Brasil: de 5 de outubro de
1988. São Paulo: Atlas, 1989.
______. Ministério das Cidades. Secretaria Nacional de Habitação. Urbanização de
favelas: a experiência do PAC. Brasília, DF: SNH, 2010.
______. Discurso do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na cerimônia de
lançamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Brasília, df:

Secretaria de Imprensa e Porta Voz, 5 de janeiro de 2007.
______. Lei n. 11.445, de 05 de janeiro de 2007. Estabelece diretrizes nacionais
para o saneamento básico; altera as Leis n. 6.766, de 19 de dezembro de 1979,
8.036, de 11 de maio de 1990, 8.666, de 21 de junho de 1993, 8.987, de 13 de
fevereiro de 1995; revoga a Lei no 6.528, de 11 de maio de 1978; e dá outras
providências. Diário Oficial da União, Poder Executivo, Brasília, DF, 5 jan. 2007.
Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-
2010/2007/lei/l11445.htm>. Acesso em: 28 maio 2013.
______. Lei n. 9.795, de 27 de abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental e
institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. Diário
Oficial da União, Poder Executivo, Brasília, DF, 28 abr. 1999. Disponível em:
<Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9795.htm>. Acesso em:
28 maio 2013.
______. Lei n. 8.662, de 7 de junho de 1993. Dispõe sobre a profissão do assistente
social e dá outras providências. Diário Oficial da União, Poder Executivo, Brasília,

DF, 8 jul. 1993.Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8662.htm>.
Acesso em: 18 maio 2013.

138

BRASIL. Lei n. 8.974, de 05 de janeiro de 1995. Regulamenta os incisos II e V do
art. 225 da Constituição Federal, estabelece normas para o uso das técnicas de
engenharia genética e liberação no meio ambiente de organismos geneticamente
modificados, autoriza o Poder Executivo a criar, no âmbito da Presidência da
República, a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança e dá outras
providências. Diário Oficial da União, Poder Executivo, Brasília, DF, 6 jan. 1995.
Disponível em: < http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8974.htm>. Acesso em: 13
fev. 2013.
______. Ministério do Meio Ambiente. Agenda 21. Disponível em:
<http://www.mma.gov.br/responsabilidade-socioambiental/agenda-21>. Acesso em:
3 jun. 2013.
______. Rio +20.