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DisciplinaEnsino Clínico I - Teórico258 materiais1.414 seguidores
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Durante as reuniões de planejamento, discuta este roteiro com a sua equipe e veja se
há necessidade de acrescentar mais algum item, de acordo com a realidade de sua comunidade.
Depois, vocês podem utilizá-los nas visitas domiciliares ou nas atividades realizadas
pelos voluntários que participam das ações preventivas.
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DENGUE
2.10.1 Atribuições dos profissionais da atenção básica/saúde da
família no controle da dengue
a) Agente Comunitário de Saúde:
\u2022 Encaminhar os casos suspeitos de dengue à Unidades Básicas de Saúde (UBS),
de acordo com as orientações da Secretaria Municipal de Saúde;
\u2022 Atuar junto aos domicílios, informando aos seus moradores sobre a doença \u2013
seus sintomas e riscos \u2013 o agente transmissor e medidas de prevenção;
\u2022 Informar o morador sobre a importância da verificação da existência de larvas
ou mosquitos transmissores da dengue no domicílio e peridomicílio, chamando
a atenção para os criadouros mais comuns na sua área de atuação;
\u2022 Vistoriar o domicílio e peridomicílio, acompanhado pelo morador, para identificar
locais de existência de objetos que sejam ou possam se transformar em
criadouros de mosquito transmissor da dengue, conforme o Roteiro de
Orientação Preventiva (página 46);
\u2022 Orientar e acompanhar o morador na remoção, destruição ou vedação de
objetos que possam se transformar em criadouros de mosquitos;
\u2022 Caso seja necessário, remover mecanicamente os ovos e larvas do mosquito;
\u2022 Encaminhar ao ACE os casos de verificação de criadouros de difícil acesso ou
que necessitem do uso de larvicidas/biolarvicidas;
\u2022 Promover reuniões com a comunidade com o objetivo de mobilizá-la para as
ações de prevenção e controle da dengue, bem como conscientizar quanto à
importância de que todos os domicílios em uma área infestada pelo Aedes
aegypti sejam trabalhadas (garantir o acesso do ACE);
\u2022 Comunicar ao enfermeiro supervisor e ao ACE a existência de criadouros de
larvas e ou do mosquito transmissor da dengue, que dependam de tratamento
químico/biológico, da interveniência da vigilância sanitária ou de outras
intervenções do poder público;
\u2022 Comunicar ao enfermeiro supervisor do ACS e ao ACE os imóveis fechados e recusas;
\u2022 Notificar os casos suspeitos de dengue, em ficha específica (Anexo pág. 176),
e informar a equipe da Unidade Básica de Saúde (UBS);
\u2022 Reunir semanalmente com o agente de controle de endemias para planejar
ações conjuntas, trocar informações sobre febris suspeitos de dengue, a
evolução dos índices de infestação por Aedes aegypti da área de abrangência,
os índices de pendências, os criadouros preferenciais e as medidas que estão
sendo, ou deverão ser adotadas, para melhorar a situação.
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VIGILÂNCIA EM SAÚDE
b) Agente de Controle de Endemias:
\u2022 Encaminhar os casos suspeitos de dengue à UBS, de acordo com as orientações
da Secretaria Municipal de Saúde;
\u2022 Atuar junto aos domicílios, informando os seus moradores sobre a doença \u2013
seus sintomas e riscos \u2013 e o agente transmissor e medidas de prevenção;
\u2022 Vistoriar imóveis, acompanhado pelo responsável, para identificar locais de
existência de objetos que sejam ou possam se transformar em criadouros de
mosquito transmissor da dengue;
\u2022 Orientar e acompanhar o responsável pelo imóvel na remoção, destruição ou
vedação de objetos que possam se transformar em criadouros de mosquitos;
\u2022 Informar o responsável pelo imóvel, sobre a importância da verificação da
existência de larvas ou mosquitos transmissores da dengue;
\u2022 Vistoriar e tratar com aplicação de larvicida, caso seja necessário, os pontos
estratégicos;
\u2022 Vistoriar e tratar com aplicação de larvicida/biolarvicida, quando necessário, os
criadouros de mosquitos;
\u2022 Vistoriar e tratar os imóveis cadastrados e encaminhados pelo ACS que
necessitem do uso de larvicidas e/ou remoção mecânica de difícil acesso que
não pode ser eliminado pelo ACS;
\u2022 Nos locais onde não existir ACS, seguir a rotina de vistoria dos imóveis e,
quando necessário, aplicar larvicida/biolarvicida;
\u2022 Elaborar e/ou executar estratégias para o encaminhamento/resolução das
pendências;
\u2022 Orientar a população sobre a forma de evitar e eliminar locais que possam
oferecer risco quanto a formação de criadouros do Aedes aegypti;
\u2022 Promover reuniões com a comunidade com o objetivo de mobilizá-la para as
ações de prevenção e controle da dengue;
\u2022 Notificar os casos suspeitos de dengue, informando a equipe da UBS;
\u2022 Encaminhar ao setor competente a ficha de notificação da dengue, conforme
estratégia local;
\u2022 Reunir semanalmente com o agente comunitário de saúde para planejar ações
conjuntas, trocar informações sobre febris suspeitos de dengue, a evolução
dos índices de infestação por Aedes aegypti da área de abrangência, os índices
de pendências, os criadouros preferenciais e as medidas que estão sendo, ou
deverão ser adotadas para melhorar a situação.
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c) Médico
\u2022 Diagnosticar precocemente às pessoas com suspeita de dengue, conforme
orientações contidas neste caderno;
\u2022 Identificar sinais de alarme da dengue;
\u2022 Realizar a prova do laço, quando suspeitar de dengue hemorrágica;
\u2022 Solicitar exames complementares, quando necessário;
\u2022 Tratar às pessoas com dengue com o esquema terapêutico adequado, conforme
orientações contidas neste caderno;
\u2022 Encaminhar os casos graves para a unidade de referência, respeitando os fluxos
locais e mantendo-se responsável pelo acompanhamento;
\u2022 Enviar semanalmente ao setor competente as informações epidemiológicas
referentes à dengue da área de atuação da UBS. Analisar os dados para
possíveis intervenções;
\u2022 Realizar assistência domiciliar, quando necessário;
\u2022 Notificar os casos suspeitos de dengue e completar a ficha após confirmação,
seguindo estratégia local;
\u2022 Encaminhar ao setor competente a ficha de notificação da dengue, conforme
estratégia local;
\u2022 Capacitar membros da equipe quanto à prevenção, manejo do tratamento,
ações de vigilância epidemiológica e controle da dengue.
d) Enfermeiro
\u2022 Realizar consulta de enfermagem, solicitar exames complementares e
prescrever medicações, conforme protocolos ou outras normativas técnicas
estabelecidas pelo gestor municipal, observadas as disposições legais da
profissão;
\u2022 Identificar sinais de alarme da dengue;
\u2022 Realizar a prova do laço, quando suspeitar de dengue hemorrágica;
\u2022 Realizar assistência domiciliar, quando necessário;
\u2022 Enviar ao setor competente semanalmente as informações epidemiológicas
referentes à dengue da área de atuação da UBS. Analisar os dados para
possíveis intervenções;
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VIGILÂNCIA EM SAÚDE
\u2022 Notificar os casos suspeitos de dengue e completar a ficha após confirmação,
seguindo estratégia local;
\u2022 Encaminhar ao setor competente a ficha de notificação da dengue, conforme
estratégia local;
\u2022 Planejar, gerenciar, coordenar e avaliar as ações desenvolvidas pelos ACS;
\u2022 Orientar os Auxiliares/técnicos de enfermagem, ACS e ACE para o
acompanhamento dos casos em tratamento;
\u2022 Capacitar membros da equipe quanto à prevenção, manejo do tratamento,
ações de vigilância epidemiológica e controle das doenças.
e) Auxiliar/Técnico de Enfermagem
\u2022 Participar das atividades de assistência básica, realizando procedimentos
regulamentados para o exercício de sua profissão;
\u2022 Realizar tratamento supervisionado, quando necessário, conforme orientação
do enfermeiro e/ou médico;
\u2022 Realizar assistência domiciliar, quando necessária;
\u2022 Notificar os casos suspeitos de dengue;
\u2022 Encaminhar