Processo Civil III Pelo Novo CPC   Resumo para Provas
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Processo Civil III Pelo Novo CPC Resumo para Provas


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Processo Civil III pelo Novo CPC - Resumo para
Provas
Processo Civil III pelo Novo CPC \u2013 Resumo para Provas
Fontes: Universidade Estácio de Sá e meu colega Leonardo Lacerda
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Princípios:
 
 
Taxatividade: Só é recurso aquilo que esta previsto em uma fonte processual (NCPC, Constituição, etc) \u2013 Art.
994, NCPC
 
1. Unicidade: Cada recurso tem uma determinada e exclusiva hipótese de incidência e finalidade (Art. 102, III c/c
105, III
2. Duplo Grau de Jurisdição: Direito de que em regra, ninguém é culpado ou inocente, credor ou devedor, antes do
duplo grau de jurisdição (Art. 1.009, NCPC (Recurso de Apelação)
3. Efeito Devolutivo (Art. 1.013, NCPC) x Efeito Suspensivo (Art. 995, NCPC):
Efeito Devolutivo: É a consequência jurídica do exercício recursal, tornando legal que o poder judiciário decida novamente
sobre aquilo que já foi objeto de pronunciamento (Art. 1.013, NCPC), desde que o recorrente aponte a matéria em suas
razões recursais
Efeito Suspensivo: É a condição que nos termos do artigo 995, retira a eficácia das decisões judiciais.
1. Teoria da Causa Madura: É a causa que já está pronta para o Juiz ou o Tribunal julgar, com autos conclusos, que
possibilita o proferimento da sentença sem necessidade de complementação
2. Fungibilidade: É o aproveitamento de um recurso interposto de forma ou capitulação incorreta
3. Disponibilidade Recursal: Pressupondo que não há prejuízo de outra parte, pode-se desistir
 
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1* AULA
 
OBS: A Lei 13.256/16, publicado em no dia 05/02/2016 já veio a alterar o Novo CPC.
 
Recursos
 
CONCEITO: Vem a ser a extensão do direito de ação. Este direito de ação denota um direito subjetivo, está presente na
esfera de disponibilidade.
 
Há o direito objetivo, referente a norma jurídica em si e o direito potestativo, onde há um direito que vem a influir na esfera
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de outrem.
 
NATUREZA JURÍDICA: a resposta do réu vem a ser uma natureza jurídica, como já comentado pela professora..
No caso dos Recursos, tem como natureza jurídica um ônus processual, ou seja, se não recorrer irá sofrer com os efeitos da
coisa julgada ou simplesmente, da preclusão máxima.
 
**Tem como finalidades reformar, invalidar, esclarecer ou integrar a decisão impugnada ou parte dela.
 
Previstos no Art.994 do NCPC, contendo um rol numerus apertus, exemplificativo. Tem de estar taxativamente previsto em
Lei, porém não necessariamente apenas no Código de Processo Civil, como exemplo a Lei 9.099/95.
 
Art. 994. São cabíveis os seguintes recursos: \u2013> Art.41 da Lei 9.099/95.
 
I \u2013 apelação; II \u2013 agravo de instrumento; III \u2013 agravo interno; IV \u2013 embargos de declaração;
 
V \u2013 recurso ordinário; VI \u2013 recurso especial; VII \u2013 recurso extraordinário;
 
VIII \u2013 agravo em recurso especial ou extraordinário; IX \u2013 embargos de divergência.
 
** Não há que se confundir Recurso com Sucedâneo Recursal. Pois o Sucedâneo Recursal tem todas as características de
um recurso porém não há Lei que o considere como um Recurso, assim como a Correição Parcial.
 
Para ser considerado um Recurso é necessário que esteja previsto como tal na legislação vigente em razão do princípio da
taxatividade. O Art.994 do NCPC aponta um rol exemplificativo, portanto pode ser acrescido de outros recursos previstos
em legislação própria, como é o caso do Art.41 da Lei 9.099/95, que trata do recurso Inominado.
**Não podemos confundir um Recurso com um Sucedâneo Recursal pois apesar de apresentar os mesmos objetivos não
esta previsto na Lei como um Recurso, ou seja, não detém a mesma natureza jurídica. Podemos mencionar o pedido de
reconsideração em regra feito das decisões dos juizados especiais cíveis e a correição parcial. 
 
OBS1: Uma Lei estadual pode criar recursos ?
 
R: Não, pois a competência é privativa da União, conforme dispõe o Art.22, I c/c Art.24 XI da CRFB/88.( os procedimentos
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são as leis de organização judiciária, não confundem-se com a matéria processual).
**VER A LEI ESTADUAL VIGENTE DE ORGANIZAÇÃO JUDICIÁRIA PRÓPRIA !!
 
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PRINCÍPIOS;
 
Duplo Grau de Jurisdição \u2013> revemos o error In judicando e In procedendo. Onde haverá o reexame da matéria por uma
instância superior da decisão proferida.
 
Taxatividade \u2013> o Recurso deve estar previsto em Lei, caso não esteja e tenha o mesmo objetivo será chamado de
Sucedâneo Recursal.
 
Singularidade \u2013> também chamado de princípio da Unicidade, ou seja, para cada situação jurídica a Lei prevê um recurso.
 
Fungibilidade \u2013> admite o exame de um recurso pelo outro, desde que exista dúvida objetiva e seja interposto no prazo do
recurso correto.
 
Proibição da reformatio In pejus \u2013> proíbe a reforma para pior. Ex: autor pede 10 mil e o réu pede pela não condenação.
Ao fim há uma sucumbência recíproca, onde o réu é condenado em 5 mil. Neste caso, o réu vem a recorrer e aí incidirá a
reformatio in pejus.
Caso o autor veja que o réu ofereceu, no prazo das contrarrazões poderá oferecer o Recurso Adesivo, sendo um recurso
secundário ou acessório, onde caso um não seja admitido, o da parte contrária também não será.
 
NCPC, Art. 997. Cada parte interporá o recurso independentemente, no prazo e com observância das exigências
legais.
 
1º Sendo vencidos autor e réu, ao recurso interposto por qualquer deles poderá aderir o outro. \u2013> Recurso
Adesivo.
 
2º O recurso adesivo fica subordinado ao recurso independente, sendo-lhe aplicáveis as mesmas regras
deste quanto aos requisitos de admissibilidade e julgamento no tribunal, salvo disposição legal diversa,
observado, ainda, o seguinte:
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I \u2013 será dirigido ao órgão perante o qual o recurso independente fora interposto, no prazo de que a parte dispõe
para responder;
 
II \u2013 será admissível na apelação, no recurso extraordinário e no recurso especial;
 
III \u2013 não será conhecido, se houver desistência do recurso principal ou se for ele considerado inadmissível.
 
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2* AULA
 
Existe o princípio do Duplo Grau de Jurisdição Obrigatório também chamado de reexame necessário, que determina que
o juiz encaminhe sua decisão (sentença) a instância superior nos casos do Art.496 do NCPC.
O Art.496 manteve a mesma ideia, com alterações em relação aos valores.
**Com relação ao duplo grau obrigatório de jurisdição ou reexame necessário, o professor Nelson Nery Jr. nega de modo
esclarecedor sua natureza de recurso, conforme dispõe em sua obra: \u201d essa medida não tem natureza jurídica de recurso.
Faltam-lhe voluntariedade, tipicidade, dialeticidade, o interesse em recorrer, a legitimidade, a tempestividade e o preparo,
sendo estes pressupostos de admissibilidade dos recursos.
Já o autor Araken Assis, entende como natureza
Brown
Brown fez um comentário
AINDA PRECISA Naty?
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Naty
Naty fez um comentário
POR FAVOR, FELIPE PODERIA ME ENVIAR ESSE MATERIAL POR EMAIL ? nati.direitouems@gmail.com
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Caroline
Caroline fez um comentário
felipe teria como me mandar esse material por emal? carolinesdm21@luirelopes@gmail.com
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