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História

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HISTÓRIA
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O MODO DE PRODUÇÃO ASIÁTICO,
GRÉCIA ANTIGA E MUNDO ROMANO
A ALTA E A BAIXA IDADE MÉDIA
O DESCOBRIMENTO DO BRASIL E O
PERÍODO PRÉ COLONIAL
A PRIMEIRA ETAPA DO
PERÍODO COLONIAL
A SEGUNDA ETAPA DO
PERÍODO COLONIAL
IDADE MODERNA I
(ATÉ O FINAL DO SÉCULO XVII)
PERÍODO JOANINO, PRIMEIRO REINADO
E PERÍODO REGENCIAL
A AMÉRICA ESPANHOLA E
OS ESTADOS UNIDOS
QUESTÕES ESPECÍFICAS
IDADE MODERNA II (SÉC. XVIII)
IDADE CONTEMPORÂNEA I
OS ESTADOS UNIDOS E A AMÉRICA
HISPÂNICA NO SÉCULO XIX
O SEGUNDO REINADO NO BRASIL
REPÚBLICA VELHA (1889-1930)
IDADE CONTEMPORÂNEA II
(DO IMPERIALISMO À SEGUNDA GUERRA MUNDIAL)
IDADE CONTEMPORÂNEA III
(PÓS SEGUNDA GUERRA MUNDIAL)
OS ESTADOS UNIDOS E A AMÉRICA
HISPÂNICA NO SÉCULO XX
O BRASIL DURANTE O
GOVERNO VARGAS (1930-1945)
PERÍODO DEMOCRÁTICO
REGIME MILITAR
(1964-1985)
BRASIL APÓS 1985
HISTÓRIA - O modo de produção asiático, Grécia antiga e mundo romano
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O M O D O D E P R O D U Ç Ã O
A S IÁ T IC O , G R É C IA
A N T IG A E
M U ND O R O M A N O
H IS T Ó R IA
1. Unb-DF/PAS Para Fernand Braudel a “História é ciência do passado e do presente, um
e outro inseparáveis”. Outro historiador, Peter Burke, lembra que “por mais que lutemos
arduamente para evitar os preconceitos associados a cor, credo, classe ou sexo, não pode-
mos evitar olhar o passado de um ponto de vista particular”. Já Edward H. Carr conceitua
a História como “um processo contínuo de interação entre os historiador e seus fatos, um
diálogo sem fim entre o presente e o passado”.
Com auxílio do texto, julgue os itens seguintes.
( ) Segundo os autores citados, o passado histórico tem vida própria, estando desvin-
culado das circunstâncias do tempo presente.
( ) Enquanto a História se ocupa do estudo dos atos humanos ao longo do tempo, a
Geografia volta-se para a análise atemporal do espaço, desvinculando-o das ações
empreendidas pelas sociedades.
( ) Mesmo que se volte para o estudo de um passado longínquo, o historiador não está
livre de condicionamentos diversos ao investigar e escrever sobre o tema escolhido.
( ) Já que o passado não pode retornar, nem ser revivido, a História não pode ser reescrita.
2. UFPB Entre os historiadores, existe o consenso de que o saber histórico é construído a
partir de fontes. Portanto, é incorreto afirmar que as fontes históricas são:
a) signos, sinais e vestígios do passado dos homens que são recolhidos, agrupados e
criticados para fundamentar o conhecimento produzido pelos historiadores;
b) utensílios, ferramentas e artefatos produzidos pelos homens, que chegaram até o pre-
sente, servindo de testemunho de práticas humanas já vividas;
c) diversos tipos de referência do passado, dentre os quais se incluem escritos, manuscri-
tos, imagens, patrimônio arquitetônico e cultural – de tipo material ou simbólicos;
d) documentos escritos, aos quais é possível aplicar a crítica pelos métodos científicos
do saber histórico. As demais fontes são meramente ficcionais;
e) todas as referências de atividades humanas, pois compõem o patrimônio cultural de
todo e qualquer grupo humano, servindo de indicadores do seu passado.
3. UFES Na Antigüidade Oriental, o Modo de Produção Asiático caracterizou-se funda-
mentalmente pelo(a):
a) fracionamento da propriedade fundiária em partes entregues a nobres da Casa Real;
b) concentração do controle da produção num partido político;
c) apropriação formal da terra pelo Estado e efetiva pela comunidade camponesa, cujos
membros deveriam pagar impostos e prestar serviços ao Estado;
d) emprego da força de trabalho escravo, com um comércio operoso, controlado por uma
burguesia ativa e numerosa.
e) industrialização acentuada, calcada sobre uma farta e barata força de trabalho servil,
amplamente dominada pela aristocracia fundiária.
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4. UFRS Recentemente, no estado americano de Arkansas, a teoria da evolução elaborada
por Charles Darwin foi retirada dos currículos e teve proibida a sua utilização. Não obs-
tante, os estudos paleontológicos, antropológicos e arqueológicos vêm possibilitando
avanços na compreensão do período da pré-história, confirmando a existência de um
longo período em que ocorreu o processo de hominização. Sobre esse processo, analise
as afirmações abaixo.
I. As mais antigas formas de vida humana registradas pela Paleontologia denominam-
se hominídeos, como comprovam os achados dos fósseis identificados como Austra-
lopithecus, Pithecantropus, Sinantropus, entre outros.
II. Os fósseis demonstram que, no curso evolutivo da Humanidade, mais de um milhão
de anos antes de surgir o Homo Sapiens, existiram várias espécies a caminho da
humanização, e as mudanças físicas ocorridas ao longo de centenas de milhares de
anos propiciaram sua adaptação a qualquer ambiente.
III. As evidências arqueológicas indicam que a espécie humana não nasceu pronta nem
física, nem culturalmente. Necessitou de um enorme período de tempo para desen-
volver um conjunto de habilidades técnicas e de conhecimentos que lhe permitisse
elaborar instrumentos de trabalho e utensílios.
Quais estão corretas?
a) Apenas I. b) Apenas II. c) Apenas III. d) Apenas II e III. e) I, II e III.
5. FEI-SP
“Há na espécie humana indivíduos tão inferiores a outros como o corpo o é em relação à alma,
ou a fera ao homem; são os homens nos quais o emprego da força física é o melhor que deles se
obtêm. Partindo dos nossos princípios, tais indivíduos são destinados, por natureza, à escravidão;
porque, para eles, nada é mais fácil que obedecer. (…) Assim, dos homens, uns são livres, outros
escravos; e para eles é útil e justo viver na servidão.”
ARISTÓTELES. A Política.
A partir da leitura do texto acima, e interpretando o pensamento de Aristóteles, podemos
concluir que:
a) a escravidão não pode ser justificada com argumentos retirados da natureza diferente
dos homens
b) na Grécia Antiga, com exceção de Atenas, todas as cidades-estado utilizavam ampla-
mente a mão-de-obra escrava, o que é justificado pelo texto de Aristóteles
c) a escravidão só é útil para os senhores, segundo Aristóteles
d) o estatuto da escravidão advém da própria diversidade existente entre os homens,
sendo que alguns nasceram para viver na escravidão
e) a existência da escravidão, justificada por Aristóteles, inviabilizou o desenvolvimento
da democracia grega
6. UFRS Leia os itens abaixo, que contêm possíveis condições para o surgimento do Esta-
do nas sociedades da Antigüidade.
I. Gradativa diferenciação da sociedade em classes sociais, impulsionada por uma
divisão social do trabalho mais intensa, capaz de produzir excedentes de ali-
mentos.
II. Passagem da economia comunal para uma economia escravista, estimulada por guer-
ras entre povos vizinhos, propiciando aumento da produção de excedentes e de tro-
cas, com uma divisão do trabalho entre agricultura, pecuária e artesanato.
III. Constituição da propriedade da terra e do regime de servidão coletiva nas sociedades
orientais para que as grandes construções públicas fossem realizadas sob orientação
dos grupos dirigentes.
Quais dentre eles apresentam efetivas condições para tal surgimento?
a) Apenas I. d) Apenas II e III.
b) Apenas I e II. e) I, II e III.
c) Apenas I e III.
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7. UFES Entre as causas do declínio das cidades-estado (pólis) da Grécia, é possível des-
tacar o(a):
a) invasão e dominação persa;
b) rivalidade entre as cidades e a disputa pela hegemonia grega;
c) expansão cartaginesa pelo Mediterrâneo;
d) expansão do Império Romano;
e) desaparecimento e