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exame Uma autarquia 
federal, proprietária de veículos 
automotores adquiridos recentemente, 
foi surpreendida com a cobrança de 
IPVA pelo Estado responsável pelos 
respectivos licenciamentos, não 
obstante vincular a utilização desses 
veículos às suas finalidades 
essenciais. Com base na hipótese 
sugerida, assinale a afirmativa 
correta. 
 
(A) A cobrança é constitucional, por se tratar 
de fato gerador do IPVA. 
(B) A cobrança é constitucional, por se 
aplicar o princípio da capacidade 
contributiva. 
(C) A cobrança é inconstitucional, por se 
tratar de isenção fiscal. 
 
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(D) A cobrança é inconstitucional, por tratar 
de hipótese de imunidade tributária. 
 
04. Questão XII exame Pedro adquire 
imóvel de João, que o alugava 
anteriormente a uma sociedade 
empresária. Sobre esse imóvel 
estavam pendentes de pagamento os 
seguintes tributos: o IPTU, a 
Contribuição de Melhoria, a Taxa de 
Coleta Domiciliar de Lixo e a Taxa de 
Inspeção Sanitária devida pelo 
exercício do poder de polícia, em 
função da atividade ali desenvolvida. 
Com relação à responsabilidade 
tributária, assinale a afirmativa 
correta. 
(A) Pedro só se torna responsável tributário 
do IPTU, da Taxa de Coleta Domiciliar de 
Lixo e da Contribuição de Melhoria, 
permanecendo João como sujeito passivo da 
Taxa de Inspeção Sanitária. 
(B) Pedro só se torna responsável tributário 
do IPTU e da Taxa de Coleta Domiciliar de 
Lixo, permanecendo João como sujeito 
passivo da Taxa de Inspeção Sanitária e da 
Contribuição de Melhoria. 
(C) Pedro é o responsável tributário de todos 
os tributos, devido à sucessão imobiliária. 
(D) João continua sendo o sujeito passivo de 
todos os tributos, muito embora o imóvel 
tenha sido adquirido por Pedro. 
 
Direito e Processo do Trabalho: Rogério 
Renzetti 
 
01. Regina foi contratada, em janeiro de 
2013, pela empresa Uni Dune S/A, para 
trabalhar como faxineira, das 08h00 às 
17h00, com uma hora de intervalo para 
refeição e descanso. 
Em abril de 2014, Regina sofreu 
acidente do trabalho quando caiu da 
escada e torceu seu tornozelo, ao limpar 
uma das janelas do escritório da 
empresa, ficando afastada de suas 
atividades por quinze dias. 
Em dezembro de 2014, Regina foi 
dispensada sem justa causa, quando 
recebeu corretamente todas as verbas 
rescisórias. Em janeiro de 2016, Regina 
propôs reclamação trabalhista em face 
da empresa Uni Dune S/A, pretendendo 
a reintegração ao trabalho e o 
pagamento de indenização por danos 
sofridos. Neste caso, Regina: 
 
A) é estável, pois apesar de não ter 
percebido auxílio doença acidentário, sofreu 
acidente do trabalho que, por si só, garante 
o direito à estabilidade provisória. 
B) não poderia ser dispensada, pois tinha 
direito à estabilidade provisória por período 
de doze meses, contado a partir do retorno 
ao trabalho. 
C) tem direito à estabilidade provisória, 
podendo ser reintegrada a qualquer tempo, 
mesmo exaurido o período estabilitário. 
D) não tem direito à estabilidade, uma vez 
que não ficou afastada por período superior 
a quinze dias e não percebeu benefício 
previdenciário acidentário. 
 
02. Sílvio é professor de geografia na 
Escola Sabe Tudo, contratado pelo 
regime da Consolidação das Leis do 
Trabalho. Celebrado o contrato de 
trabalho, foi prevista uma carga horária 
 
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de 40 horas-aula semanais, com valor 
R$ 20,00 por hora-aula. Em virtude da 
diminuição do número de alunos, a 
direção da escola reduz a carga horária 
de Sílvio para 20 horas semanais, sem 
consultar o empregado, mantendo o 
valor pago por hora-aula. Levando-se 
em conta a legislação vigente e 
orientação jurisprudencial do Tribunal 
Superior do Trabalho, 
 
A) é lícita esta alteração contratual com 
redução de carga horária uma vez que o 
empregador, mesmo sem o consentimento 
do empregado, sempre pode alterar as 
cláusulas do contrato de trabalho, por ser 
detentor do jus variandi. 
B) não se trata na hipótese de alteração 
contratual, uma vez que a redução de carga 
horária em decorrência da redução do 
número de alunos não implica alteração 
contratual, já que não acarretou redução do 
valor da hora-aula. 
C) é ilícita esta redução de carga horária, 
uma vez que o único requisito de toda 
alteração contratual perpetrada pelo 
empregador é o mútuo consentimento entre 
ele e o empregado. 
D) é ilícita esta alteração contratual uma vez 
que o empregado terá reduzida a sua 
remuneração mensal, o que só é permitida 
mediante acordo ou convenção coletiva, 
conforme previsão na Constituição Federal 
de 1988. 
 
03. Cristiano é empregado da empresa 
Alpha Combustíveis Ltda. que atua no 
ramo de posto de combustíveis. O 
referido empregado presta serviços de 
vigilante no posto, laborando nas 
dependências do estabelecimento. 
Realizada perícia no local de trabalho 
para apuração da existência de 
periculosidade, o médico do trabalho, 
designado pelo Juiz do Trabalho da 
causa, elabora laudo concluindo pela 
periculosidade no ambiente de trabalho, 
o qual é acolhido pelo Magistrado. Nesta 
hipótese, 
 
A) o empregado faz jus ao adicional de 
periculosidade, à base de 30% do valor do 
salário, sem acréscimos de gratificações, 
prêmios e participação em lucros da 
empresa. 
B) não é devido adicional de periculosidade 
uma vez que o empregado é vigilante e, 
nesta situação, não faz jus ao referido 
adicional, posto que não atua diretamente 
em contato com inflamáveis, única hipótese 
de ter direito ao propalado adicional. 
C) é devido adicional de periculosidade ao 
empregado e deve a empresa ser condenada 
ao pagamento de adicional de 30% do 
salário mínimo nacional vigente à época, 
sem os acréscimos de gratificações, prêmios 
e participação em lucros. 
D) é devido adicional de periculosidade ao 
empregado à base de 30% do valor do 
salário, acrescidas de gratificações, prêmios 
e participações em lucros. 
 
04. Henrique trabalha como soldado da 
Polícia Militar, em escala 12x36, das 
6h00 às 18h00. Em todas as suas folgas, 
prestava serviços de forma pessoal e 
subordinada para uma empresa de 
segurança, fazendo a escolta de 
caminhões de carga, mediante o 
pagamento de salário mensal, sem 
registro em sua CTPS. Após dois anos de 
trabalho para a empresa de segurança, 
Henrique foi dispensado sem o 
recebimento das verbas rescisórias. Por 
 
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esta razão, pleiteou o reconhecimento 
do vínculo empregatício e o pagamento 
das verbas salariais e rescisórias 
devidas durante a prestação de 
serviços. 
Segundo o entendimento sumulado pelo 
TST, o reconhecimento do vínculo 
empregatício entre o policial militar e a 
empresa de segurança: 
 
A) não é devido, porque o policial militar 
está proibido de trabalhar para empresas 
privadas, em suas horas vagas. 
B) não é devido, porque o policial militar 
trabalhava apenas em dias alternados, não 
havendo habitualidade. 
C) não é devido, pois henrique, por ser 
policial militar, não estava sujeito às ordens 
da empresa de segurança, nem poderia ser 
punido com advertência ou suspensão. 
D) é devido, tendo em vista que preenchidas 
as características da relação de emprego, 
independentemente do eventual cabimento 
de penalidade disciplinar prevista no estatuto 
do policial militar. 
 
05. A empresa W deu aviso prévio para 
a empregada Laura, porém, antes do 
término do referido aviso, a