A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
2 pág.
o surgimento da moeda

Pré-visualização | Página 1 de 1

UNIVERSIDADE DO CONTESTADO – UnC
CURSO DE ADMINISTRAÇÃO – EAD
Disciplina: Economia.
Acadêmico (a): Marcelo Maros.
O surgimento da moeda
	O objetivo deste trabalho é apontar como a moeda foi criada para facilitar as formas de pagamento.
	Antigamente cada indivíduo era autossuficientes, ou seja, produzia tudo o que necessitava, e com isso não precisava haver trocas de mercadorias. Porem com o passar dos anos, e o crescimento da população, o trabalho passou a ser dividido na sociedade, e com isso surgiram as trocas de mercadorias, que nada mais é do que trocar o que sobrava de sua produção, por mercadorias que eram produzidas por outros indivíduos. O que era chamado de escambo. 
	Depois houve a necessidade de criar um denominador comum para intermediar as trocas. No começo o denominador comum era uma mercadoria escassa o suficiente para agregar valor e que fosse de utilidade de todos na sociedade (fase da mercadoria moeda). Várias foram as mercadorias utilizadas como denominador comum, os mais comuns eram: cevada, conchas, sal, cereais, arroz, gado, cobre, prata, chá, pérolas, entre outros.
	Com a descoberta dos metais veio a fase da moeda metálica. Nessa fase eram utilizados metais valiosos para realizar as trocas, entre eles: ouro, prata, cobre, bronze, ferro, entre outros. Como o bronze, ferro e cobre eram abundantes, ouro e prata passaram a ser os principais metais para a troca. E com o tempo esses metais passaram a ser cunhados em moedas, iguais as que conhecemos hoje em dia, facilitando a troca em todas as regiões de um mesmo país. O grande empecilho das moedas metálicas era a dificuldade de transporte e os assaltos, principalmente para comerciantes que se deslocavam grandes distâncias para comprar mercadorias. A solução para esse problema foi a criação da moeda-papel ou moeda representativa. Surgem as “casas de custódia”, onde os comerciantes depositavam a moeda metálica e em troca recebiam um certificado de depósito, que lhes assegurava o direito de sacar a quantidade depositada em outras casas de custódia, ou ainda passar para outra pessoa que retiraria a quantidade equivalente do depósito em ouro. Com isso a moeda-papel passou a ser cada vez mais utilizada para a realização de trocas, e o tempo para resgate do ouro depositado passou a ser mais longo. Surgem também os empréstimos e as casas de custódia passam a emitir certificado de depósito sem lastro em metal, originando a moeda fiduciária, isto é, baseada na confiança de que havia o lastro. Essa emissão acabou por levar o sistema as crises sucessivas, uma vez que se todo o indivíduo resolvesse trocar o seu certificado pela quantia de metal a que tinha direito, o sistema entraria em colapso. Para evitar esse colapso o estado tomou para si a responsabilidade de realizar as emissões de moeda-papel. As limitações de reservas de ouro restringiram a expansão comercial nos séculos XIX e XX, fazendo com que o rastro metálico fosse abandonado e emitindo moedas a seu critério, as quais deveriam ser aceitas pela população por lei. Com o fim da segunda guerra mundial tentaram restabelecer o padrão ouro, o que foi abolido nos anos de 1970. Hoje as moedas são chamadas de moeda-papel, não possuem lastro metálico e sua emissão é de monopólio estatal.
	Conclui-se através deste que o surgimento da moeda foi fundamental para o desenvolvimento das sociedades, e que isso facilitou muito as formas de comércio.
REFERÊNCIAS:
ALBERGONI, Leide. Economia. Curitiba, PR: IESDE Brasil. 2012.