Na+Sala+de+Aula+ +Antônio+Cândido

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of symbolism. Bloomington: Indiana University Press, 1954. p. 61.
3 Faria, Alberto. Marília de Dirceu; seleção das liras autênticas. Rio de Janeiro. Anuário do Brasil, 1922. p. 119.
4 As Liras 11 e 53 se encontram no encarte que acompanha este livro.
5 A grammar of motives. New York, Prentice-Hall, 1945. p. 3-9, passim.
\ufffd Apud Béguin. Alhert. L'âme romantique et le rêve" 2ª ed., Paris. José Corti, 1946. p. 212.
\ufffd Id., ibid., p. 79
3 Sobre a balada popular, muitas de cujas características se conservaram na erudita, ver: Frikdman, Albert B. Ballad. In: Preminger. Alex, ed. Encyclopedia of Poetry and Poetics. Princeton, Princeton University Press, 1965. p. 62.
4 Seidler, Herbert. Die Dichtung. Wesen, form. Dasiem 2ª ed melhorada. Stuttgart, Kröner, 1965. p. 509-10.
5 Quem menciona os poemas de Castro Alves e Antero de Quental a propósito de "Meu sonho" é Homero Pires. Álvares de Azevedo. Obras completas. 8. ed., organizada e anotada por Homero Pires. São Paulo, Nacional. 1942. v. I. p. 230-1.
6 Groddeck, Georg;. L'anneau. In: \u2014. La maladie, L'art et le symbole. Paris, Gallimard. 1969, p. 233. Original alemão.
\ufffd Há um registro completo das variantes em Oliveira, Alberto de. Poesias completas. E.d. crítica de Marco Aurélio Mello Reis. Rio de Janeiro, Núcleo editorial da UERJ, 1978. 4 v. (Só conheço os dois primeiros.).
\ufffd Moraes, Emanuel de. Manuel Bandeira; análise e interpretação lite-raria, Rio de Janeiro. J. Olympio, 1962. p. 211.
\ufffd Há variantes na versão inicial, publicada em As metamorfoses (Rio de Janeiro, Ocidente, 1944), na qual não havia o verso 15. A data da composição é 1941.
2 Estou dando extensão metafórica ao conhecido concerto lingüístico de Jakobson: "A função poética projeta o princípio de equivalência do eixo da seleção sobre o eixo da combinação". Jakobson, Roman. linguistique et poétique. Essais de Linguistique générale. Paris, Editions de Minuit, 1963, p. 220.
3 Cohen, Jean. Structure du langage poétique. Paris, Flammarion, 1966. passim, sobretudo p. 105 et seq. Também p. 199 et seq. Este livro influenciou bastante a presente análise; dele, há tradução com o mesmo título 2ª ed. São Paulo, Cultrix, 1978).
4 Friedrich Hugo. Die Struktur der Modernen Lyrik. Von Baudelaire em Gegenwart, Rowohlt Hamburg, 1956. p. 12. (Há tradução portuguesa de uma versão revista: Estrutura da lírica moderna; da metade do século XIX a meados do século XX. São Paulo, Duas Cidades, 1978.)
5 Escorel, Lauro. As metamorfoses. A Manhã, Rio de Janeiro. 8 out. 1944. Artigo do rodapé semanal do autor, cuja rubrica era "Crítica literária"
6 Mendes, Murilo. A poesia e o nosso tempo. In: Antônio Cândido & Castello, José Aderaldo. Presença da literatura brasileira; Modernismo. 8ª ed. São Paulo, Difel, 1981. v. III, p. 178.
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