Traumatologia do Aparelho Locomotor Mão   Rames et.al
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Traumatologia do Aparelho Locomotor Mão Rames et.al


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REIMPLANTE DE MEMBROS
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Publicação Oficial do Instituto 
de Ortopedia e Traumatologia 
Dr. F. E. de Godoy Moreira 
da Faculdade de Medicina 
da Universidade de São Paulo.
R. Dr. Ovidio Pires de Campos, 333
Tel/Fax: (011) 3069-6888
CEP 05403-010 \u2013 São Paulo \u2013 SP
REDAÇÃO: 
Prof. Dr. Rames Mattar Junior
Professor livre Docente da FMUSP
Chefe do Grupo de Mão do Departamento de Ortopedia 
e Traumatologia FMUSP
Professor Ronaldo J. Azze
Professor Titular do Departamento de Ortopedia e
Traumatologia da FMUSP
PRODUÇÃO GRÁFICA:
Coordenação Editorial: 
Ábaco Planejamento Visual
Colaboradores: 
Carmen T. Bornacina, Rodrigo R. Tonan
Marize Zanotto, Adalberto Tojero
Ilustrações Médicas:
José Falcetti (Artista Médico do Serviço 
de Neurocirurgia Funcional IPQ-FMUSP)
Diagramação e Editoração Eletrônica: 
Alexandre Lugó Ayres Neto
Fotolito: Bureau Digital Bandeirante
Impressão: Nova Página
Tiragem: 10.000 exemplares
CARTAS PARA REDAÇÃO:
Atualização em Traumatologia do Aparelho Locomotor
Rua Batataes, 174 \u2013 01423-010
São Paulo \u2013 SP \u2013 Tel/Fax.: (011) 885-4277
Apoio:
IILLUUSSTTRRAAÇÇÕÕEESS:: 
JOSÉ FALCETTI
RREEDDAAÇÇÃÃOO:: 
PROF. RAMES MATTAR JUNIOR
PROF. RONALDO J. AZZE
ATUALIZAÇÃO EM TRAUMATOLOGIA
DO APARELHO LOCOMOTOR
AAMMPPUUTTAAÇÇÕÕEESS
NNAA MMÃÃOO
5
DEFINIÇÃO
O procedimento de amputação pode
ser definido como a ressecção cirúrgica
de uma extremidade. Quando esta res-
secção é realizada ao nível de uma arti-
culação denomina-se desarticulação. As
amputações podem ser congênitas, trau-
máticas ou cirúrgicas. Quando cirúrgica,
tem como objetivos básicos criar um coto
com máxima função e conforto para o
paciente, desde que a indicação do trata-
mento implique na perda de um segmen-
to. 
HISTÓRICO
Amputações foram registradas há
30.000 anos atrás, em pinturas de caver-
nas da França e Espanha. Muitos traba-
lhos relacionados aos procedimentos de
amputação e confecção de próteses
foram publicados, mas os grandes avan-
ços relacionados à preservação do mem-
bro, cirurgias reconstrutivas e filosofia de
protetização só ocorreram no século XX.
INDICAÇÕES
As principais indicações para procedi-
mento de amputação podem ser relacio-
nadas como:
1. Trauma: agente mecânico, elétrico,
térmico ou químico;
2. Tumores malígnos;
3. Infecção: casos agudos agressivos,
com objetivo de salvar a vida, ou crônicos
que não respondem aos métodos de trata-
mento que preservam função;
4. Vascular: 
5. Úlceras tróficas;
6. Deformidades congênitas: na pre-
sença de tecido sem utilidade e que,
inclusive, prejudique o desempenho fun-
cional do membro superior.
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AMPUTAÇÕES NA MÃO
Publicação Oficial do Instituto 
de Ortopedia e Traumatologia 
Dr. F. E. de Godoy Moreira 
da Faculdade de Medicina 
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Bruno Vigna, Marize Zanotto, Adalberto Tojero.
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José Falcetti
Diagramação e Editoração Eletrônica: 
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Prof. Rames Mattar Júnior
Prof. Ronaldo J. Azze
PRINCÍPIOS
As amputações no membro superior
podem ser indicadas por ocasião do aten-
dimento de urgência, ou de forma eletiva.
A principal preocupação sempre deve ser
o restabelecimento máximo da função do
membro superior, sendo a única exceção,
o tratamento de tumores malígnos. Nas
amputações realizadas para tratamento
de tumores malígnos o fundamental é a
ressecção da lesão obedecendo a crité-
rios oncológicos. O objetivo é a obtenção
de um coto de amputação indolor, estável
e útil, não interferindo na função das uni-
dades músculo-tendíneas e articulações
remanescentes. Na anamnese inicial, é
fundamental questionar a ocupação do
paciente, suas atividades de vida, históri-
co detalhado da lesão, patologias asso-
ciadas ou concomitantes e os aspectos
emocionais relacionados a lesão e a indi-
cação da amputação. Freqüentemente
existem fatores culturais e psicosociais
que podem influenciar na conduta tera-
pêutica e sempre devemos considerar o
sentimento de preservação da imagem
corporal, presente em todo ser humano.
Os objetivos ou metas a serem atingidas
em um procedimento cirúrgico de amputa-
ção podem ser assim relacionados :
1. Preservar o máximo de comprimen-
to;
2. Preservar a sensibilidade;
3. Prevenir a formação de neuromas
sintomáticos;
4. Proporcionar retorno precoce às
atividades de vida diária e ao trabalho;
5. Prevenir contratura e rigidez articular;
6. Não adicionar morbidez à situação
clínico-cirúrgica do paciente;
7. Proporcionar protetização precoce,
quando indicada.
8. Promover, o mais precoce possível,
a reabilitação e readaptação do membro.
Com relação ao procedimento cirúrgi-
co, os tecidos devem ser tratados obede-
cendo a princípios básicos:
\u2022 Pele: toda pele viável (com perfusão)
deve ser mantida e utilizada para proporcio-
nar revestimento cutâneo adequado no coto.
Na mão, a utilização da pele palmar é prefe-