Traumatologia do Aparelho Locomotor Mão   Rames et.al
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Traumatologia do Aparelho Locomotor Mão Rames et.al


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IILLUUSSTTRRAAÇÇÕÕEESS:: 
JOSÉ FALCETTI
RREEDDAAÇÇÃÃOO:: 
PROF. RAMES MATTAR JUNIOR
DR. MARCELO ROSA DE REZENDE
PROF. RONALDO J. AZZE
ATUALIZAÇÃO EM ORTOPEDIA 
E TRAUMATOLOGIA
COBERTURA
CUTÂNEA
DO MEMBRO SUPERIOR
A perda da cobertura cutânea no mem-
bro superior exige uma abordagem específica,
já que necessitará de tratamento especializa-
do. A lógica que deve ser obedecida é a de se
procurar tentar resolver o problema a partir de
procedimentos mais simples, que possam
garantir um bom resultado funcional e estético,
associado a uma menor morbidade. Contudo,
em especial na mão, a exposição de estruturas
nobres como nervos, vasos, articulações, ten-
dões e ossos irão determinar a necessidade
de se fazer uma cobertura de boa qualidade,
que possa garantir a nutrição dos tecidos sub-
jacentes, evitando a sua aderência junto ao
retalho. Nestes casos, a opção de tratamento
recai sobre o uso de retalhos, que são seg-
mentos de tecido que apresentam nutrição
própria, e que podem ser obtidos de diferentes
formas.
Apesar de haverem relatos históricos do
uso de retalhos que datam do século VI e VII,
somente neste século, e mais especificamente
após a Segunda Guerra Mundial, é que foi
dado importância ao estudo da utilização de
retalhos. As bases anatômicas que alavanca-
ram estes estudos foram dadas, já no início do
século, com o trabalho de Carl Manchot (1889)
que descreve a vascularização cutânea e mus-
cular. Este trabalho não teve a devida reper-
cussão, sendo que, somente em 1936, com o
trabalho de Michel Salmon, estes conceitos
foram retomados de uma forma ainda mais
detalhada, servindo como referência para o
estudo e descrição de novos retalhos nos anos
que se seguiram.
Apesar das bases anatômicas já estarem
estabelecidas, somente a partir da segunda
metade dos anos 50 é que houve um grande
número de publicações sobre estudos anatômi-
cos e aplicações clínicas de diferentes tipos de
retalho. O desenvolvimento dos métodos de
magnificação e instrumental microcirúrgico
foram também fatores determinantes, que pos-
sibilitaram o apuramento da técnica cirúrgica,
permitindo a manipulação e reconstrução de
vasos de calibre menores que 1 mm. 
De forma geral, frente a um problema de
perda de cobertura cutânea, devemos consi-
derar, quanto a indicação do tratamento, as
técnicas mais simples e, somente na impossi-
bilidade destas, as mais complexa. Assim,
podemos considerar a seguinte seqüência
terapêutica:
1 - Fechamento primário (sutura do feri-
mento);
2 - Cicatrização por segunda intenção;
3 - Enxerto de pele;
4 - Rotação de retalho local ao acaso;
5 - Retalho pediculado localmente;
6 - Retalhos livres (microcirúrgicos)
O fechamento primário da área cruenta
deve sempre ser considerado, sendo que, na
impossibilidade deste, temos como opção
seguinte a utilização de enxertos de pele.
Neste caso, o leito receptor deverá ser bem
vascularizado, já que dele vai depender a
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Publicação Oficial do Instituto 
de Ortopedia e Traumatologia 
Dr. F. E. de Godoy Moreira 
da Faculdade de Medicina 
da Universidade de São Paulo.
R. Dr. Ovidio Pires de Campos, 333
Tel/Fax: (011) 3069-6888
CEP 05403-010 \u2013 São Paulo \u2013 SP
REDAÇÃO: 
Prof. Dr. Rames Mattar Junior
Professor livre Docente da FMUSP
Chefe do Grupo de Mão do Departamento 
de Ortopedia e Traumatologia FMUSP
Professor Ronaldo J. Azze
Professor Titular do Departamento 
de Ortopedia e Traumatologia da FMUSP
Dr. Marcelo Rosa de Rezende
Assistente do Grupo de mão
Departamento de Ortopedia e Traumatologia da FMUSP
PRODUÇÃO GRÁFICA:
Coordenação Editorial: 
ábaco digital print
Colaboradores: 
Rodrigo R. Tonan, Carmen T. Bornacina, 
Bruno Vigna, Marize Zanotto, Adalberto Tojero.
Ilustrações Médicas:
José Falcetti
Diagramação e Editoração Eletrônica: 
ábaco digital print
Fotolito: Bureau Digital Bandeirante
Impressão: Nova Página
Tiragem: 10.000 exemplares
CARTAS PARA REDAÇÃO:
Atualização em Traumatologia do Aparelho Locomotor
Rua Pamplona, 1230 \u2013 01405-000
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Dr. Marcelo Rosa de Rezende
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