manual boa praticas de fabricação
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manual boa praticas de fabricação


DisciplinaQualidade na Industria2 materiais151 seguidores
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Universidade de Ribeirão Preto \u2013 UNAERP
Engenharia Química \u2013 Gestão da Qualidade
Manual de Boas Práticas de Fabricação
São Joaquim da Barra, SP
14 de Maio de 2016.
MANUAL DE BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO \u2013 BPF/GMP
O Manual de Boas práticas de fabricação é um conjunto de regras e atitudes para o manuseio correto de alimentos, produtos farmacêuticos e hospitalares. Essas regras e atitudes dependem da participação de todas as áreas da empresa, desde a diretoria até funcionários do transporte final do produto, o que garante qualidade o cliente, uma grande exigência do mercado e segurança para todos.
O BPF deverá ser seguido por todos os envolvidos no processo, sejam eles funcionários ou visitantes, e deverá ser apresentado através de palestras, cartilhas e avisos adicionados em locais estratégicos. É de extrema importância que a linguagem seja simples e dinâmica, e que se tenha certeza que o conteúdo foi compreendido corretamente.
Todos poderão fiscalizar sua execução, e comunicar o setor responsável quando julgar necessário.
Fonte: www.google.com.br
Higiene Pessoal 
Higiene pessoal são os cuidados do trabalhador e do visitante com o corpo, são extremamente importantes, já que as indústrias do setor alimentício estão sujeitas a contaminações por patogênicos trazidos para empresa através do corpo Antes de iniciar as atividades de treinamento o funcionário deverá fazer todos os exames admissionais, e comprometer-se a realizar os exames períodos estabelecidos no contrato de trabalho. Durante o treinamento será ministrada uma palestra e fornecida uma cartilha sobre boas práticas de fabricação. Os funcionários terceirizado deverão passar pelo menos processo.
Tomar banho todos os dias, pois o cheiro do corpo pode afetar o relacionamento social, é desejável o uso de desodorantes e a troca rotineira das roupas devidamente lavadas. A empresa fornece espaço com vestiário e chuveiros.
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Manter frequentemente aparada a barba, (salvo questões religiosas que deveram ser tratadas a parte com uso de protetor), os cabelos limpos e presos; e as unhas curtas, limpas e sem esmaltes de cor escura.
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Ter um hábito de higiene bucal, a empresa fornece creme dental, fio dental, além de convenio odontológico.
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Lavar as mãos regularmente. Para a lavagem das mãos, os colaboradores antes de entrar para a fábrica devem lavar as mãos nas barreiras sanitárias, utilizando sabonete antibacteriano e secar as mãos com papel toalha. Este processo deve ser repetido sempre que algum colaborador fizer uso dos banheiros e sanitários.
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Usar roupas e luvas designadas ao setor de atuação, assim como os EPIs. Esses objetos não deverão em hipótese alguma entrar em contato com refugos, substâncias contaminadas ou resíduos. Caso o colaborador precise se retirar das instalações deverá removê-los e mantê-los na barreira sanitária, tornando a coloca-los para entrar na produção. Deverão ser fornecidas roupas descartáveis e EPIs aos visitantes. 
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Não é permitida a utilização de adornos, ou aparelhos eletrônicos pessoais sobre hipótese alguma na linha de produção. No caso dos rádios de comunicação os mesmo deveram ser higienizados diariamente.
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 Não é permito ao visitante proximidade de menos de um metro da linha de produção.
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Não é permitido alimentar-se, guardar alimentos ou fumar .Caso o funcionário fume, o mesmo terá direito as pausas prevista por lei, e deverá se dirigir ao fumo dromo localizado no exterior das instalações.
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Ao notar qualquer sintoma de doença, o funcionário deverá comunicar o supervisor, ser encaminhado ao atendimento médico, monitorado e se necessário afastado das atividades até melhora completa do quadro. 
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02. Edificações
Os edifícios deverão ser limpos, bem iluminados, arejados e conservados; assim é possível evitar contaminações geradas através do contado do trabalhador/produto com as superfícies e mantê-los livres de pragas e roedores.
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As paredes deverão ser tijolos, revestidas de cimento, livres de ondulações ou orifícios, laváveis e impermeáveis. Pisos em concreto, revestidos de cerâmica. Todo o ambiente interno deverá ter cores claras.
A iluminação deve ser natural tipo luz do dia, com auxilio de lâmpadas fluorescentes. As janelas e exautores deveram conter proteção de tela removível, e estarem localizadas na parte alta. 
 
 http://www.telaecia.com.br/telas-com-industria.html
A limpeza, assim como a coleta do lixo é de responsabilidade de uma empresa terceirizada, seguindo um cronograma pré-definido.
Os ralos devem ser evitados nas áreas de produção, quando existentes devem ser sifonados, com sistema de fechamento e permitir livre acesso para limpeza.
As portas de entrada não devem ter acesso direto do exterior para área de produção, devem ser automáticas e mantidas fechadas. As portas internas, deverão conter cortinas de ar.
03. Instalações Sanitárias
As instalações sanitárias são localizadas na parte externa da indústria.
 Os lavatórios e vasos sanitários possuem acionamento automático.
Os vestiários possuem chuveiros e armários para os colaboradores que deverão ser mantidos limpos e organizados. 
Não é permito fumar, ou armazenar e consumir alimentos no interior dos banheiros ou vestiários. 
04-Higiene Ambiental
Os edifícios não devem ser localizados próximos a zonas de contaminação, a uma distância mínima de 10 metros de árvores.
A situação e condições da edificação devem impedir a entrada de pragas e evitar contaminações cruzadas.
O seu acesso principal deverá ser por estrada de asfalto.
Os terrenos da vizinhança deverão ser cercados.
As áreas externas devem ser cimentadas ou asfaltadas, e devem ser iluminadas, preferencialmente, com lâmpadas de vapor de sódio, instaladas afastadas das portas.
As instalações e fluxo de operações devem ser adequados de forma a evitar contaminações cruzadas
05-Armazenamento, Transporte e Manuseio de Materiais e Produto Final.
As matérias-primas, insumos, embalagem e produto final devem ser armazenados em condições que impeçam a contaminação e/ou desenvolvimento de microrganismos, alterações do produto ou danos a embalagem.
As matérias-primas e insumos devem ser devidamente identificados (lote, validade).
Embalagens de insumos que não tenha sido totalmente usada devem ser mantidas fechadas, armazenadas e identificadas quanto ao conteúdo, data e lote.
Os armazéns devem trabalhar no sistema FIFO (primeiro que entra, primeiro que sai).
Não se deve comer nas áreas de estocagem e manuseio dos produtos.
A movimentação do produto final depois de embalado deve ser feito por carrinhos ou empilhadeiras com pallets para a expedição e colocados em local pré-definido.
Antes do carregamento deve-se verificar se o baú do veículo está limpo (paredes e assoalho), livre de poeira, umidade e em boas condições para não contaminarem ou causarem danos ao produto.
LEGISLAÇÃO
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 51, DE 18 DE SETEMBRO DE 2002.
 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 87, Parágrafo único, inciso II, da Constituição, e considerando a necessidade de aperfeiçoamento e modernização da legislação sanitária federal sobre a produção de leite, resolve:
Art. 1º Aprovar os Regulamentos Técnicos de Produção, Identidade e Qualidade do Leite tipo A, do Leite tipo B, do Leite tipo C, do Leite Pasteurizado e do Leite Cru Refrigerado e o Regulamento Técnico da Coleta de Leite Cru Refrigerado e seu Transporte a Granel, em conformidade com os Anexos a esta Instrução Normativa. 
Parágrafo único. Exclui-se das disposições desta Instrução Normativa o Leite de Cabra,