Contabilidade de Custos   Silvério das Neves e Paulo E. V. Viceconti
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Contabilidade de Custos Silvério das Neves e Paulo E. V. Viceconti


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CONTABILIDADE DE CUSTOS 
UM ENFOQUE DIRETO E OBJETIVO 
PAULO EDUARDO V. VICECONTI 
SILVÉRIO DAS NEVES 
Editor: Walter Oliveira Teixeira Varejão 
Editoração Eletrônica: Ariane Alvares 
Digitação: Beth, Clarice, Márcio, Sandra, Sônia e Vana. 
Revisão: Silvério das Neves e Paulo E. V. Viceconti 
Capa: Antonio Carlos Ventura 
9ã Edição Revisada e Ampliada \u2014março/2010 
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Todos os direitos reservados. Proibida a reprodução total ou parcial, por qualquer meio, principalmente 
por sistemas gráficos, reprográficos, fotográficos, etc., bem como a memorização elou recuperação total 
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obra. 
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) 
(Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) 
Viceconti, Paulo Eduardo Vilchez, 1948 -
Contabilidade de custos : um enfoque direto e 
objetivo / Paulo Eduardo V. Viceconti, Silvério 
das Neves . \u2014 9. ed. \u2014 São Paulo : Frase Editora, 2010. 
1. Contabilidade de custos I. Neves, Silvério das, 1953-. 
H. Título. 
10-02580 CDD-657.42 
índices para catálogo sistemático 
1. Análise de custos : Contabilidade 657.42 
2. Contabilidade de custos 657.42 
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APRESENTAÇÃO À 9a EDIÇÃO 
A grande novidade dessa edição em relação à anterior é a atualização do 
processo de convergência das normas brasileiras de contabilidade em relação 
às internacionais, instituídas através da Lei ns 11.638/2007 e nQ 11.941/2009, e 
regulamentadas em vários pronunciamentos do Comitê de Pronunciamentos 
Contábeis, aprovados tanto pela Comissão de Valores Mobiliários quanto pelo 
Conselho Federal de Contabilidade. 
Na edição anterior, havia entrado em vigência apenas a Lei na 11.638/2007, 
que deixara várias dúvidas sobre a sua redação e sobre sua neutralidade tri-
butária. No apagar das luzes do ano-calendário de 2008, o governo federal 
editou a Medida Provisória ne 449/2008, que veio a modificar alguns dos itens 
da própria Lei nQ 11.638/2007 e que instituiu o Regime Tributário de Transi-
ção, que efetivamente veio confirmar a neutralidade tributária das mudanças 
das normas contábeis, facultando aos contribuintes a opção de continuar sen-
do tributado pelas normas vigentes em 31-12-2007. 
Entre as novidades trazidas pela Lei ne 11.941/2009, estão as mudanças 
realizadas nos grupos que compõem o Balanço Patrimonial das companhias, com a 
extinção do Ativo Diferido e do Resultado de Exercícios Futuros e a reclassificação 
do Ativo e do Passivo nos grupos Circulante e Não Circulante. Julgamos esse 
conhecimento especialmente importante para todos os contadores, inclusive aqueles 
que se especializaram na Contabilidade de Custos, uma vez que esta deve ser 
integrada à Contabilidade Geral, para garantir a tempestividade, veracidade e 
transparência das informações contábeis. 
Também não menos importante para a Contabilidade de Custos é a neutralidade 
tributária das novas alterações, já que não serão impactados os custos tributários 
relacionados à produção de bens e serviços e, conseqüentemente, os preços de venda. 
Como nas edições anteriores, os autores receberão críticas e sugestões para 
melhoria do conteúdo da obra, desde que enviados para o endereço eletrônico de 
nossa editora, que poderá ser conferido no sítio de nossa editora, www.frase.com.br. 
São Paulo, 25 de fevereiro de 2010 
Prof. Paulo Viceconti 
Prof. Silvério das Neves 
APRESENTAÇÃO À 8a EDIÇÃO 
Prezado Leitor, 
Na presente edição, as modificações mais importantes foram a inclusão do 
subitem 6.2.1.1 no capítulo 6 e as alterações feitas nos subitens 10.5.3 a 10.5.5, no 
capítulo 10, que tratam, respectivamente, dos tributos e contribuições sociais recupe-
ráveis ou não recuperáveis nas compras de matérias-primas ou material direto e da 
incidência desses mesmos tributos e contribuições sociais nas vendas de produtos 
acabados, discutindo sua influência na fixação do preço desses últimos. 
É dada especial atenção à incidência do PIS (Contribuição para o Programa de 
Integração Social) e da COFINS (Contribuição para o Financiamento da Seguridade 
Social) nas formas cumulativa e não-cumulativa, tendo em vista a importância que 
essas contribuições passaram a ter na formação do preço de venda. 
No capítulo 1, no subitem 1.4, foram resenhados alguns princípios elementares 
da escrituração contábil, porque no restante do livro supusemos que o leitor já esti-
vesse familiarizado com esses conceitos. Para os_estudantes que achem insuficientes 
essas explicações, recomendamos a leitura de nosso livro de Contabilidade Básica, 
da mesma editora, 13§ edição. 
Finalmente, no capítulo 11, colocamos como apêndice uma ligeira resenha das 
modificações introduzidas pela Lei ns 11.638/2007 na Lei das Sociedades por Ações. 
Queremos lembrar aos leitores que a Comissão de Valores Mobiliários e a Receita 
Federal do Brasil deverão regulamentar as inovações da referida lei. 
São Paulo, 26 de março de 2008 
OS AUTORES 
AGRADECIMENTOS 
Nossos Agradecimentos: 
\u2022 a nossas esposas, cujo apoio e compreensão foram fundamentais para a 
elaboração deste livro; 
\u2022 a André, Andressa, Cláudia, Fábio, Karina e Paulo, nossos filhos, razão última 
de nossa existência; 
\u2022 à Beth, Clarice, Márcio, Sandra, Sônia e Vana, pela paciência e dedicação 
com que desenvolveram os trabalhos de digitação de todos os capítulos; 
\u2022 ao Walter e Agostinho, da Editora Frase, pela competência e espírito de garra 
e de colaboração que demonstraram ao editar esta obra. 
ESTE LIVRO É DEDICADO AOS NOSSOS ALUNOS, CUJAS 
DEMONSTRAÇÕES DE APREÇO PELO TRABALHO DESENVOLVIDO NAS SALAS 
DE AULA CONSTITUÍRAM A MOTIVAÇÃO PRIMEIRA PARA A SUA 
CONSECUÇÃO. 
São Paulo, fevereiro de 2010 
os AUTORES 
SUMÁRIO 
V 
1 - PATRIMÔNIO, OS INVESTIMENTOS E AS FONTES DE FINANCIAMENTO 
1.1- OS INVESTIMENTOS 1 
1.2 - FONTES DE FfNANClAM ENTO 2 
1.3- RESUMO 3 
1.4 - CONCEITOS BÁSICOS DE ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL .. 3 
\u2022TESTES DE FIXAÇÃO 6 
2 - AS RELAÇÕES ENTRE A CONTABIL IDADE FINANCEIRA, A DE CUSTOS E A GERENCIAL 
2.1 - CONTABILIDADE GERAL OU FINANCEIRA 9 
2.2- CONTABILIDADE DE CUSTOS 10 
2.3- CONTABILIDADE GERENCIAL 11 
\u2022 TESTES DE FIXAÇÃO 13 
3 - TERMINOLOGIA CONTÁBIL 
3.1 - TERMINOLOGIA CONTÁBIL 15 
3.2- PERDA 17 
3.3 - EXEMPLOS DE CLASSIFICAÇÃO DE GASTOS EM INVESTIMENTOS (I). CUSTOS (C), DESPESAS (D), 
PERDAS (P) E DESEMBOLSO (DB) 17 
\u2022TESTES DE FIXAÇÃO 19 
4 - CLASSIF ICAÇÃO DE CUSTOS E OS DIFERENTES TIPOS DE CUSTEIO 
4.1 - EM RELAÇÃO À APROPRIAÇÃO AOS PRODUTOS FABRICADOS 21 
4.2 - EM RELAÇÃO AOS NfVÊIS DE PRODUÇÃO 22 
4.3 - OUTRAS TERMINOLOGIAS : 26 
4.4 - TIPOS DE CUSTEIO E SUAS FINALIDADES 27 
\u2022 TESTES DE FIXAÇÃO 29 
5 - CUSTEIO POR A B S O R Ç Ã O - DETERMINAÇÃO 
5.1 - DEFINIÇÃO 37 
5.2 - APURAÇÃO 37 
5.3 - CASO PRÁTICO 40 
5.4- RESUMO 47 
5.5 - IMPORTÂNCIA DA DISTINÇÃO ENTRE CUSTO E DESPESA 48 
\u2022 TESTES DE FIXAÇÃO 49 
6 - DECOMPOSIÇÃO DOS CUSTOS DE PRODUÇÃO NO CUSTEIO POR A B S O R Ç Ã O 
6.1- OBJETIVO 55 
6.2- MATERIAIS DIRETOS 55 
6.3-- MÃO-DE-OBRA 74 
6.4 - CUSTOS INDIRETOS DE FABRICAÇÃO 80 
\u2022 TESTES DE FIXAÇÃO 83 
7 - CUSTEIO POR ABSORÇÃO - OUTROS TÓPICOS 
7.1 - DEPARTAMENTALIZAÇÃO 9S 
7.2 - PREDETERMINAÇÃO DOS CIF 106 
7.3 - CUSTO POR ORDEM E CUSTO POR PROCESSO 112 
7.4 - CO-PRODUTOS, SUBPRODUTOS E SUCATAS (RESÍDUOS) 130 
7.5 - ASPECTOS FISCAIS DA AVALIAÇÃO DOS ESTOQUES 138 
7.6- CUSTEIO ABC 141 
\u2022 TESTES DE FIXAÇÃO 145 
8 - CUSTEIO VARIÁVEL 
8.1 - DEFINIÇÃO 159 
8.2 - COMPARAÇÃO ENTRE O CUSTEIO VARIÁVEL E O CUSTEIO POR ABSORÇÃO 160 
8.3 -
Thiago
Thiago fez um comentário
pq nao dar pra baixar
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