Aula 3_Fisiop e Dieto I_Fase
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Aula 3_Fisiop e Dieto I_Fase


DisciplinaFisiopatologia da Nutrição e Dietoterapia I265 materiais930 seguidores
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proteína de transporte (cálcio, cobre,

ácidos graxos, remédios)

- A hipoalbuminemia pode estar relacionada à desnutrição e,

portanto, a dosagem dessa proteína representa uma

medida de avaliação do estado nutricional

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ALBUMINA X EDEMA X DESNUTRIÇÃO

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Interpretação do resultado:

> 3,5 g% = normal

3,0 \u2013 3,5 g% = depleção leve
2,4 \u2013 2,9 g% = depleção moderada
< 2,4 g% = depleção severa

Massa Protéica Visceral

\u2022 Albumina

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MASSA PROTÉICA VISCERAL

Albumina

Desvantagens

Longa vida média (18 a 20 dias)\u2192 Baixa sensibilidade
(não permitindo ver alterações em períodos curtos);

Outros fatores podem determinar hipoalbuminemia\u2192
Baixa especificidade (pode está alterada em doenças
hepáticas e em enfermidades graves durante a fase

aguda)

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MASSA PROTÉICA VISCERAL

Albumina

Vantagens

o Baixo custo;

o Se mostra eficiente como indicativo de prognóstico

nutricional e de risco de complicações durante a internação.

A hipoalbunemia como \u201cíndice de doença\u201d parece
útil, enquanto o seu valor diagnóstico ou de

rastreamento de desnutrição é atualmente objeto

de revisão crítica
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MASSA PROTÉICA VISCERAL

Transferrina

o É uma proteína de síntese hepática relacionada com o

transporte sérico de ferro.

o Vida Média: 7 a 8 dias, mais sensível nos casos de

desnutrição aguda e no controle de intervenções

dietoterápicas.

o A transferrina é uma proteína plasmática que pode ser

utilizada como indicador de reserva proteica visceral.

Transferrina

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MASSA PROTÉICA VISCERAL

Transferrina

Interpretação dos resultados:

150 a 200 mg/dl = depleção leve

100 a 150 mg/dl = depleção moderada

< 100 mg/dl = depleção grave

Transferrina

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MASSA PROTÉICA VISCERAL

Transferrina

Desvantagens

Sua utilização como parâmetro de avaliação do estado

nutricional deve ser restrita em condições como:

doenças hepáticas e neoplasias

Vantagens

Mais sensível que a albumina devido à meia-vida mais

curta.

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MASSA PROTÉICA VISCERAL

Pré-albumina

o Sintetizada no fígado com ação no transporte da tirosina.

o Possui vida média de 2 dias.

o Está diminuída na desnutrição e nas enfermidades

hepáticas.

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MASSA PROTÉICA VISCERAL

Pré-albumina

Valores de referência para a análise no contexto da

abordagem nutricional:

20 mg/dL = normal

10 a 15 mg/dL = depleção leve

5 a 10 mg/dL = depleção moderada

< 5 mg/dL = depleção grave

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MASSA PROTÉICA VISCERAL

Pré-albumina

Desvantagens

Está alterada nas enfermidades hepáticas.

Vantagens

Mais sensível a alterações nutricionais recentes do que a

transferrina, devido à meia vida de 2 dias.

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COMPETÊNCIA IMUNOLÓGICA

A avaliação da resposta imunológica auxilia na

identificação de alterações nutricionais.

A competência imunológica é avaliada, principalmente,

por meio da contagem total de linfócitos e pela resposta

quanto à sensibilidade a

testes cutâneos

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COMPETÊNCIA IMUNOLÓGICA

Testes cutâneos

 A desnutrição pode alterar a imunidade celular e uma das

manifestações é a hipersensibilidade cutânea tardia a

antígenos específicos.

A avaliação da imunidade celular

 Testes cutâneos através da administração intradérmica de

antígenos padronizados.

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COMPETÊNCIA IMUNOLÓGICA

Testes cutâneos

 Interpretação dos resultados:

5 a 10 mm de diâmetro = depleção moderada

< 5 mm de diâmetro = depleção grave

Desvantagens

 Fatores não nutricionais: idade avançada, câncer, anestesia,

trauma, quimioterapia e radioterapia, podem modificar a

resposta cutânea ao antígeno administrado.

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COMPETÊNCIA IMUNOLÓGICA

Contagem total de linfócitos (CTL)

Mede as reservas imunológicas momentâneas

Indicando as condições do mecanismo de defesa celular do

organismo

CTL= % de linfócitos x leucócitos

 100
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COMPETÊNCIA IMUNOLÓGICA

Contagem total de linfócitos (CTL)

Interpretação dos resultados:

 depleção leve: 1.200 a 2.000/mm3

 depleção moderada: 800 a 1.199/mm3

 depleção grave: < 800/mm3

Desvantagem

Pode ser influenciada por infecções, cirrose hepática,

queimaduras e alguns medicamentos.

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ÍNDICE CREATININA -ALTURA

Pelo fato da creatinina urinária de 24 horas

correlacionar-se com o músculo esquelético,

ela tem sido utilizada como parâmetro para

identificar as condições da massa muscular

do organismo

Nos processos carenciais, quando ocorre diminuição da

massa muscular

 Menor produção de creatinina e menor excreção

urinária de creatinina

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*Excreção urinária ideal de creatinina Homens: 23 mg X PESO kg

 Mulheres: 18 mg X PESO kg

ÍNDICE CREATININA -ALTURA

 Índice creatinina= Excreção urinária de creatinina 24h

 Excreção urinária ideal de creatinina*
X 100

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76

Interpretação do resultado:

90 a 100%= Normal

89 a 75% = depleção leve

74 a 45% = depleção moderada

< 60% = depleção severa

ÍNDICE CREATININA -ALTURA

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Desvantagens:

\uf0a7 Necessário coleta da urina de 24 horas;

\uf0a7 Restrições a pacientes nefropatas (elevação de creatinina);

\uf0a7 Restrições para idosos (fisiologicamente mais elevada);

ÍNDICE CREATININA -ALTURA

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Desvantagens:

\uf0a7 Recomendado que 24 a 48 horas antes da coleta da urina

os pacientes façam uma dieta restrita em carne e derivados;

\uf0a7 Pacientes em trauma é contra indicado (excreção de

creatinina elevada nesta fase).

ÍNDICE CREATININA -ALTURA

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MONITORAÇÃO DA TERAPIA NUTRICIONAL

Balanço Nitrogenado (BN)

Fornece uma medida dinâmica e não estática do balanço

protéico energético.

Cálculo do Balanço Nitrogenado

BN= Nitrogênio ingerido - Nitrogênio eliminado

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Balanço Nitrogenado (BN)

Quando a introdução de nitrogênio é suficiente para substituir as

perdas, obtém-se um balanço positivo (> 0).

Ao contrário, as perdas superarem as introduções, verifica-se um

balanço negativo (<0).

Comum em: catabolismo aumentado nos traumas, sepse,

queimaduras, perdas de nutrientes aumentadas pelo TGI,

por fístulas, queimaduras, drenagem ,etc.

MONITORAÇÃO DA TERAPIA

NUTRICIONAL

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Balanço Nitrogenado (BN)

Cálculo:

BN = (gramas de proteínas introduzidas / 6,25*) \u2013 N uréico
urinário + 4**)

* O nitrogênio introduzido é avaliado dividindo-se por 6,25

das proteínas consumidas pelo organismo, visto que 16%

das proteínas são nitrogênio (100: 16 = 6,25)

MONITORAÇÃO DA TERAPIA

NUTRICIONAL

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Balanço Nitrogenado (BN)

Cálculo:

BN = (gramas de proteínas introduzidas / 6,25*) \u2013 N uréico
urinário + 4**)

** Na prática clínica, é adicionado 4 g de nitrogênio, em

consideração às perdas de nitrogênio através da pele,

fezes e produtos finais da degradação protéica não

medidos, como por exemplo a amônia.

MONITORAÇÃO DA TERAPIA

NUTRICIONAL

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Balanço Nitrogenado (BN)

O período adequado para avaliação do BN é de 3 dias, e os

dados de balanço são expressos como média em gramas.

Desvantagens:

o Deve-se coletar precisamente toda a urina de 24 horas;

o Imprecisões na determinação do nitrogênio excretado