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7 SEMESTRE GRUPO ATUARIA

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SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO..........................................................................................................3
2 PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO.............................................................................4
2.1 Regimes de Tributação.......................................................................................5
3 DIREITO TRIBUTÁRIO............................................................................................9
4 CONTROLADORIA..................................................................................................9
5 AUDITORIA E PERICIA.........................................................................................11
6 CONCLUSÃO.........................................................................................................13
REFERÊNCIAS.........................................................................................................14
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INTRODUÇÃO
 Esta produção textual tem como objetivo expor informações sobre áreas de atuação dos profissionais de contabilidade deixando clara sua importância no que diz respeito ao planejamento tributário de uma organização, e também como agente de controle, contribuindo para aumentar a eficiência, melhorando os resultados e trazendo confiabilidade às informações contábeis/financeiras através de perícias e auditorias contábeis. Na intenção de alcançar a meta, utilizaremos um estudo de caso, no qual tomaremos como base uma empresa fictícia do ramo de transporte municipal e interestadual de passageiros, a JCRW.
 
 A empresa em questão pretende prestar serviços para órgãos públicos, razão pela qual terá que participar de processo licitatório, sendo assim, o trabalho de nossa equipe será: orientar seus sócios, José Carlos e Robert Wilson, dirimindo suas dúvidas, principalmente no que se refere ao planejamento tributário, levando em consideração o edital de licitação ao qual pretendem participar, pois existe previsão em uma de suas cláusulas sobre a remuneração máxima, que será de R$ 420.000,00 (quatrocentos e vinte mil Reais), o qual deverá ser o faturamento mensal da empresa
 Outro desafio é constituir a entidade adequando a natureza jurídica a necessidade de seus investidores evitando lhes trazer ônus adicionais, porém, sem cometer abusos, ou seja, todo estudo deverá ser feito dentro da ética, buscando sempre o embasamento legal. 
 Nesta perspectiva, este trabalho não destacará apenas conhecimento técnico, mas também trará ao leitor a ideia de que a integridade moral deve ser levada em consideração, pois isto também é responsabilidade social. É o que um profissional sempre tem que ter em mente. O conhecimento técnico agregado aos valores morais enobrece a profissão. 
PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO.
 Antes de entrarmos no mérito de nosso estudo de caso, precisamos conceituar ou definir o planejamento tributário e conhecer os regimes existentes no Brasil.
 
 Segundo Nilton Latorraca:
 
 “O Planejamento tributário é a atividade empresarial que, desenvolvendo-se de forma estritamente preventiva, projeta os atos e fatos administrativos com o objetivo de informar quais os ônus tributários em cada uma das opções legais disponíveis. O Objeto do planejamento tributário é, em última análise, a economia tributária. Cortejando as várias opções legais, o administrador obviamente, procura orientar os seus passos de forma a evitar, sempre que possível, o procedimento mais oneroso do ponto de vista fiscal”.
 
 Na opinião de Humberto Bonavides:
 “A natureza ou essência do Planejamento Fiscal ou Tributário consiste em organizar os empreendimentos econômico/mercantis da empresa, mediante o emprego de estruturas e formas jurídicas capazes de bloquear a concretização da hipótese de incidência tributária ou, então, de fazer com que sua materialidade ocorra na medida ou no ponto que lhe sejam mais propícios. Trata-se, assim, de um comportamento técnico/funcional, adotado no universo dos negócios, que visa excluir, reduzir ou adiar os respectivos encargos tributários”.
 De acordo com esta visão, fica claro que o planejamento tributário é um estudo realizado previamente, de modo a proporcionar ao contribuinte a possibilidade de optar pelo regime tributário mais vantajoso para a organização empresarial, objetivando a redução do ônus tributário e consequente saúde financeira da instituição. Vale ressaltar que essa escolha deve ser feita entre duas ou mais opções lícitas. Jamais devemos utilizar de meios ilegais, tais como: fraude, simulação ou dissimulação, para obter vantagens. Planejamento tributário não deve ser confundido com sonegação fiscal.
 2.1 Regimes de Tributação.
 No Brasil, temos quatro grandes regimes de tributação, são eles: O lucro Real, o Lucro Presumido, o Lucro Arbitrado e o Simples Nacional, sendo este último, instituído pela Lei Complementar 123 de 14 de dezembro de 2006, com efeito a partir de 01 de julho de 2007 e alterada pela Lei Complementar 147 de 14 de agosto de 2014. Até 30 de junho de 2007 vigorava o Simples Federal. Existe previsão de mudanças no Simples Nacional para 01 de janeiro de 2018.
 Lucro Presumido – é uma forma de tributação simplificada para determinação da base de cálculo do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ), e da Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL). Nesta sistemática, o lucro da pessoa jurídica é presumido a partir de sua receita bruta e de outras receitas sujeitas à tributação, ou seja, trata-se de um lucro fixado a partir de percentuais padrões aplicados sobre a Receita Operacional Bruta.
 Lucro Real - É a regra geral para a apuração do IRPJ e da CSLL, é uma forma mais complexa de tributação. Neste regime, o imposto de renda é determinado a partir do lucro contábil, apurado pela pessoa jurídica, acrescido de ajustes positivos e negativos requeridos pela legislação fiscal, conforme esquema a seguir:
 
 Lucro/Prejuízo Contábil
(+) Ajustes fiscais positivos (adições)
(-) Ajustes fiscais negativos (exclusões)
(=) Lucro Real ou Prejuízo Fiscal do período
 Nas situações em que ocorre Prejuízo Fiscal, não haverá imposto de renda a pagar.
 
 Analisando apenas a questão do IRPJ, para uma empresa que opera com prejuízo, ou margem mínima de lucro, normalmente optar pelo regime de Lucro Real é vantajoso. Porém, sempre é prudente que a análise seja estendida a CSLL e às contribuições ao PIS e a COFINS. A escolha do regime afeta todos estes tributos.
 Lucro Arbitrado - Nesta modalidade de tributação difere das demais, pois não se trata de uma opção do contribuinte. O arbitramento geralmente é aplicado pelo fisco, isto ocorre a partir do momento em que a empresa deixa de cumprir as obrigações acessórias correspondentes ao Lucro Real ou Presumido, portanto, não será aplicado ao nosso estudo, já que se trata de uma empresa em constituição.
 Simples Nacional – Como o próprio nome sugere, trata-se de um regime de tributação simplificado criado para atender Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, neste regime é possível efetuar o pagamento em guia única dos seguintes impostos: IRPJ, CSLL,
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