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Regra RBNA 2006 Navegação Interior

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to-
tal. 
 
 
 
T6. TESTES DE ESTANQUEIDADE E DE RESIS-
TÊNCIA ESTRUTURAL 
 
100. Locais de testes 
 
101. Os compartimentos estanques da estrutura serão testa-
dos do modo que segue, antes da embarcação ser lançada e 
antes da pintura ou outro revestimento. 
 
102. Os testes são realizados por pressão hidrostática. 
 
103. As estruturas estanques que não forem especificadas 
no que segue devem ser testadas com um jato de mangueira 
com água na pressão de 2kgf/cm² com o bico afastado de 
2,00 metros. 
 
200. Pressão nos testes 
 
201. A altura de coluna d'água para os testes dos diversos 
compartimentos é dada a seguir: 
 
COMPARTIMENTO ALTURA DE 
COLUNA D'ÁGUA 
 
 
tanques de água ou óleo 
maior dos valores : 
- altura do suspiro; 
- altura do ladrão; 
- 1 m acima do teto 
 
espaços vazios idem (*) 
 
 
 
tanques de carga 
maior dos valores: 
- altura do suspiro; 
- altura do ladrão; 
- 1,2 m acima do teto; 
- 1 m acima da braçola 
 do escotilhão 
 
 
tanques independentes 
maior dos valores: 
- altura do suspiro; 
- altura do ladrão; 
- 3 m acima do teto 
 
* Nota : em alguns casos pode ser solicitado ao RBNA a e-
xecução dos testes com ar sob pressão de 0,1 kgf/cm², com a 
devida indicação de precauções contra os riscos de acidentes, 
inerentes a este procedimento. 
 
 
Rgim06p-P2t11s2-ghit-2 marcado 
 
 
 
 
 
PARTE 2 CASCO 
 
 
 
TÍTULO 11 NAVIOS DE CARGA SECA - 
GERAL 
 
 
 
 
 
SEÇÃO 3 EQUIPAMENTOS DE CASCO 
 
 
 
CAPÍTULOS 
 
 
A ABORDAGEM 
 
B DOCUMENTOS, REGULAMENTAÇÃO 
E NORMAS 
 
C MATERIAIS E MÃO-DE-OBRA 
 
D REQUISITOS POR SISTEMAS 
 
T INSPEÇÕES E TESTES 
REGISTRO BRASILEIRO CASCO - Parte 2 NAVIOS DE CARGA SECA – GERAL - Título 11 
de navios e aeronaves EQUIPAMENTO DE CASCO - Seção 3 
RGIM06P CAPÍTULOS - A e B 
 
 2-65 
CAPÍTULO A 
ABORDAGEM 
 
CONTEÚDO DO CAPÍTULO 
 
A1. APLICAÇÃO 
 
 
 
A1. APLICAÇÃO 
 
100. Natureza dos sistemas 
 
101. Esta seção se aplica aos equipamentos de casco carac-
terísticos, que são abordados no Capítulo D com a seguinte 
sub-divisão: 
 
D1. MANUSEIO DE CARGA OU DE SERVIÇO 
D2. FUNDEIO, AMARRAÇÃO E REBOQUE 
D3. SISTEMA DE MANOBRA 
D4. EQUIPAMENTO DE SALVATAGEM 
D5. EQUIPAMENTO CONTRA INCÊNDIO 
D6. ABERTURAS DO CASCO – 
 PROTEÇÃO E FECHAMENTO 
D7. ACESSÓRIOS E ADENDOS DE 
EQUIPAMENTOS DO CASCO 
 
 
 
 
 
CAPÍTULO B 
DOCUMENTOS, REGULAMENTAÇÃO E NORMAS 
 
CONTEÚDO DO CAPÍTULO 
 
B1. DOCUMENTAÇÃO PARA O RBNA 
 
B2. REGULAMENTAÇÃO 
 
B3. NORMAS 
 
 
 
B1. DOCUMENTAÇÃO PARA O RBNA 
 
100. Sistema de manuseio de carga ou de serviço 
 
101. Os documentos da instalação do sistema de manuseio 
de carga informarão: 
- diagrama de esforços transmitidos ao casco pelos elemen-
tos do sistema; 
- configuração e materiais dos elementos; 
- estruturas suportes e meios de fixação ao casco. 
 
102. No caso de sistemas para a missão do navio, i.e. ativi-
dade/serviço, como gato de reboque em rebocadores, serão 
apresentados os desenhos com suas especificações e dimen-
sões. 
 
 
200. Sistema de fundeio, amarração e reboque 
 
201. Os documentos informarão: 
- zona de navegação; 
- serviço/atividade da embarcação; 
- deslocamento; 
- borda livre; 
- perfil lateral e frontal para área vélica; 
- equipamento selecionado, com características dimensionais 
e de materiais. 
 
300. Sistema de manobra 
 
301. Os documentos informarão: 
- menção do serviço/atividade e da zona de navegação; 
- calado e velocidade; 
- configuração, material, escantilhões, conexões e mancais 
do leme, da madre e da cana; 
- sistema de acionamento e de transmissões; 
- sistema de comando; e 
- sistema de emergência. 
 
400. Salvatagem 
 
401. O documento a apresentar é o Plano de Segurança. 
 
500. Prevenção e combate a incêndio 
 
501. O documento a apresentar é o Plano de Segurança. 
 
600. Aberturas do casco – proteção e fechamento 
 
601. Os documentos informarão: 
- posição e dimensões das aberturas que dão para o interior 
do casco ou para superestruturas e casarias; e 
- dimensões e materiais dos meios de fechamento. 
 
602. Sugere-se que seja produzido o plano “Aberturas do 
casco e meios de proteção e fechamento”, com todas as aber-
turas de acesso ao casco, incluindo dutos de ventilação e as 
conexões de tubulações, com suas válvulas e dispositivos de 
fechamento. 
 
700. Acessórios do casco 
 
701. Os documentos informarão: 
- configuração e material dos elementos; e 
- caracterização de esforços solicitantes. 
 
 
 
B2. REGULAMENTAÇÃO 
 
100. Aplicação 
 
101. Em navios de bandeira brasileira é aplicada a NOR-
MAM 02 no que se refere aos equipamentos abordados nesta 
Seção. 
REGISTRO BRASILEIRO CASCO - Parte 2 NAVIOS DE CARGA SECA – GERAL - Título 11 
de navios e aeronaves EQUIPAMENTO DE CASCO - Seção 3 
RGIM06P CAPÍTULOS - C e D 
 
 2-66
B3. NORMAS 
 
100. Normas industriais 
 
101. Quando não houver prescrições específicas nas Regras 
para os diversos sistemas, é verificado o atendimento às nor-
mas industriais aplicáveis. 
 
 
 
 
 
CAPÍTULO C 
MATERIAIS E MÃO-DE-OBRA 
 
CONTEÚDO DO CAPÍTULO 
 
C1. MATERIAIS PARA EQUIPAMENTOS 
DO CASCO 
 
C2. MÃO DE OBRA 
 
 
 
C1. MATERIAIS PARA EQUIPAMENTOS DO 
CASCO 
 
100. Aplicação 
 
101. Os materiais e processos de fabricação são indicados 
nas prescrições que seguem, por sistema. 
 
 
 
C2. MÃO-DE-OBRA 
 
100. Aplicação 
 
101. A aplicação destas Regras pressupõe a condução dos 
equipamentos por pessoal apto. 
 
CAPÍTULO D 
REQUISITOS POR SISTEMAS 
 
CONTEÚDO DO CAPÍTULO 
 
D1. MANUSEIO DE CARGA OU DE SERVIÇO 
 
D2. FUNDEIO, AMARRAÇÃO E REBOQUE 
 
D3. SISTEMA DE MANOBRA 
 
D4. EQUIPAMENTO DE SALVATAGEM 
 
D5. EQUIPAMENTO CONTRA INCÊNDIO 
 
D6. ABERTURAS DO CASCO - 
 PROTEÇÃO E FECHAMENTO 
 
D7. ACESSÓRIOS E ADENDOS DE 
 EQUIPAMENTOS DO CASCO 
 
 
 
D1. MANUSEIO DE CARGA OU DE SERVIÇO 
 
100. Aplicação 
 
101. Este Sub Capítulo se aplica a aparelhos de movimenta-
ção de carga e outros dispositivos para a missão do navio, 
que recebam a certificação do RBNA. 
 
200. Definições 
 
201. Termos aqui utilizados. 
 
Guardins - sistema de cabos que dá o movimento de contei-
ra à lança ou pau de carga i.e. giro horizontal. 
 
Amantilho - sistema de cabos que dá a variação de ângulo 
da lança ou pau de carga com a horizontal. 
 
300. Arranjos 
 
301. Sistemas de paus de carga podem trabalhar em dupla, 
em “tween” ou “union purchase”. 
 
400. Hipóteses de projeto 
 
401. Os sistemas de trabalho dos paus de carga são defini-
dos pelos diagramas de forças, que devem ser apresentados 
ao RBNA. 
 
REGISTRO BRASILEIRO CASCO - Parte 2 NAVIOS DE CARGA SECA – GERAL - Título 11 
de navios e aeronaves EQUIPAMENTO DE CASCO - Seção 3 
RGIM06P CAPÍTULOS - D 
 
 2-67 
D2. FUNDEIO, AMARRAÇÃO E REBOQUE 
 
100. Aplicação 
 
101. Estes requisitos aplicam-se a todas as embarcações. 
O seu atendimento dá o direito à notação “E” da menção de 
classe. 
 
102. Numeral do equipamento (NE) é o parâmetro que defi-
ne os equipamentos de fundeio, amarração e reboque, a par-
tir do deslocamento, da forma do casco, de áreas vélicas, de 
correntes e de velocidade de ventos normalmente aceitas. 
 
103. O equipamento de fundeio prescrito é definido para 
ancoragens temporárias em zonas abrigadas e com fundo de 
boa tença, a partir

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