Aula 08 Direito Constitucional
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ser destitu ídos por de liberação da m aioria 
absoluta do Poder Legislativo, na form a da lei com plem entar respectiva.
30. (FCC / MPE-RS - 2010) Dentre as garantias constituc iona is
asseguradas aos m em bros do M in istério Púb lico , destaca-se a
v ita lic iedade, após do is anos de Exerc íc io , não podendo perder o cargo 
senão por sentença jud ic ia l transitada em ju lgado.
31. (FCC / MPE-RS - 2010) Dentre as garantias constituc iona is
asseguradas aos m em bros do M in istério Púb lico , destaca-se a
inam ovib ilidade por m otivo de in teresse público, m ediante decisão do 
Colég io de Procuradores de Justiça, pelo voto da m aioria de seus 
membros.
32. (FCC / TCE-AP - 2010) A Constitu ição brasile ira de 1967, com a 
redação dada pela Emenda Constituciona l n° 1, de 1969, em seu artigo 
95, § 1°, estabelecia garantias aos m em bros do M in istério Púb lico na 
segu in te conform idade: "Os m em bros do M in istério Púb lico da União, do 
D istrito Federal e dos Te rritó rio s (...) após do is anos de exercíc io , não 
poderão ser dem itidos senão por sentença jud ic iá ria ou em v irtude de
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processo adm in istra tivo em que se lhes facu lte am pla defesa, nem 
rem ovidos a não ser m ediante representação do Procurador-Gera l, com 
fundam ento em conven iência do serv iço&quot;. Em com paração com a 
d isc ip lina atual da m atéria na Constitu ição brasile ira v igente, tem -se 
que:
a) o tratamento dispensado às garantias de vitaliciedade e inamovibilidade dos 
membros do Ministério Público manteve-se inalterado.
b) houve mudanças tanto no que se refere à garantia de vitaliciedade como à 
de inamovibilidade dos membros do Ministério Público.
c) apenas o tratamento dispensado à garantia de inamovibilidade dos membros 
do Ministério Público manteve-se inalterado.
d) houve um reforço da garantia de inamovibilidade, mas uma mitigação da 
garantia de vitaliciedade dos membros do Ministério Público.
e) apenas o tratamento dispensado à garantia de vitaliciedade dos membros do 
Ministério Público manteve- se inalterado.
33. (FCC / TRT 9a Região - 2010) É absoluta a garantia da v ita lic iedade 
e relativa a da inam ovib ilidade.
34. (FCC / TRT 3a Região - 2009) No que d iz respeito ao M in istério 
Púb lico, observa-se que, seus m em bros, sem exceção, são portadores, 
desde a posse, das garantias da v ita lic iedade, da inam ovib ilidade e da 
irredu tib ilidade de vencim entos.
35. (FCC / TJ-PE - 2007) Aos m em bros do M in istério Púb lico é 
assegurada garantia da v ita lic iedade, após três anos de exercíc io , não 
podendo perder o cargo senão por sentença transitada em ju lgado.
36. (FCC / TRT 3a Região - 2009) É vedado aos m em bros do M in istério 
Púb lico exercer, ainda que em d ispon ib ilidade, qua lquer outra função 
pública, sa lvo uma de m agistério.
37. (FCC / TRT 8a Região - 2004) É certo que o m em bro do M in istério 
Púb lico não goza de v ita lic iedade, por ser prerrogativa exclusiva dos 
ju ízes, mas pode exercer ativ idade po lítico-partidária .
38. (FCC / TRT 8a Região - 2004) É certo que o m em bro do M in istério 
Púb lico tem a garantia da inam ovib ilidade e pode exercer a advocacia 
para as em presas paraestata is.
39. (FCC / TRT 3a Região - 2009) No que d iz respeito ao M in istério 
Púb lico, observa-se que, seus m em bros, sem exceção, têm entre as 
funções instituc iona is, o exerc íc io de outras funções que lhes forem 
conferidas, desde que com patíve is com suas fina lidades.
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40. (FC C /2009 /TJ-P I) Com relação ao M in istério Púb lico, NÃO é sua a 
função instituc iona l a de:
a) prover e extinguir os cargos públicos federais, na forma da lei.
b) defender judicialmente os direitos e interesses das populações indígenas.
c) expedir notificações nos procedimentos administrativos de sua competência, 
requisitando informações e documentos para instruí-los, na forma da lei 
complementar respectiva.
d) requisitar diligências investigatórias e a instauração de inquérito policial, 
indicados os fundamentos jurídicos de suas manifestações processuais.
e) zelar pelo efetivo respeito dos Poderes Públicos e dos serviços de relevância 
pública aos direitos assegurados na Constituição Federal, promovendo as 
medidas necessárias a sua garantia.
41. (FCC / TCE-PI - 2009) É função instituc iona l do M in istério Púb lico 
prom over a ação c iv il púb lica para proteção do patrim ôn io púb lico e 
socia l e do meio am biente, não sendo sua leg itim ação, no entanto, 
im ped itiva da de terce iros, para a prom oção da ação c iv il púb lica, 
segundo o d isposto na Constitu ição e na lei.
42. (FCC / MPE-RS - 2010) O ingresso na carre ira do M in istério Púb lico 
far-se-á m ediante concurso púb lico de provas e títu los, assegurada a 
partic ipação da Ordem dos Advogados do Brasil em sua realização, 
ex ig indo-se do bacharel em d ire ito , no m ínimo, três anos de ativ idade 
juríd ica.
43. (FCC / TRT 24a Região - 2006) O ingresso na carre ira do M in istério 
Púb lico far-se-á m ediante concurso púb lico de provas e títu los, 
assegurada a partic ipação da Ordem dos Advogados do Brasil em sua 
realização.
44. (FCC / TCE-RO - 2010) Os m em bros do M in istério Púb lico jun to aos 
T ribuna is de Contas dos Estados:
a) possuem estabilidade após três anos de efetivo exercício do cargo.
b) estão administrativamente vinculados ao Ministério Público do Estado, 
embora exerçam funções junto ao Tribunal de Contas.
c) atuam como procuradores do Tribunal de Contas, devendo defender os 
interesses deste órgão.
d) podem exercer a advocacia no juízo ou tribunal do qual se afastaram após 
três anos do afastamento por aposentadoria ou exoneração.
e) não podem exercer outra função pública, exceto uma de magistério, a não 
ser que estejam em disponibilidade.
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45. (FCC / TCE-PI - 2009) Aos m em bros do M in istério Púb lico junto 
aos Tribuna is de Contas ap licam -se as d isposições de Constitu ição 
Federal re lativas a d ire itos e vedações atinen tes a m em bros do 
M in istério Púb lico, mas não as re lativas à form a de investidura no cargo.
46. (CESPE / MPE-RN - 2009) O Conselho Nacional do M in istério 
Púb lico é com posto de quatorze m em bros, entre os qua is c inco 
m em bros dos MPs dos estados, cada um representando uma região da 
Federação.
47. (CESPE / MPE-RN - 2009) O Conselho Nacional do M in istério 
Púb lico deve ser presid ido por seu m em bro m ais antigo.
48. (CESPE / MPE-RN - 2009) O Conselho Nacional do M in istério 
Púb lico não tem poderes para determ inar a rem oção de m embro do MP.
49. (FCC /2011/TRT 24a Região) O Conselho Nacional do M in istério 
Púb lico com põe-se de:
a) oito membros, nomeados pelo Presidente do Supremo Tribunal Federal.
b) trinta e três membros, nomeados pelo Procurador Geral da República.
c) quinze membros, nomeados pelo Procurador Geral da República.
d) oito membros, nomeados pelo Presidente do Superior Tribunal de Justiça.
e) quatorze membros, nomeados pelo Presidente da República.
50. (FCC / MPE-RS - 2010) O Conselho Nacional do M in istério Púb lico 
terá seus in tegrantes e le itos para um m andato de do is anos, vedada