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DESAFIO UNIVERSIDADE ANHANGUERA

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UNIVERSIDADE ANHANGUERA
CENTRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
CURSO: SERVIÇO SOCIAL
TUTOR (a) À DISTÂNCIA: ADRIANA PERONDI
TUTOR (a) PRESENCIAL: WILTON JUNIOR
DISCIPLINAS NORTEADORAS: Fundamentos Históricos e Teórico-Metodológicos do Serviço Social II; Psicologia e Serviço Social I; A Organização Social no Brasil; Antropologia Aplicada ao Serviço Social; Direito e Legislação.
Ana Carla Araújo Silva Medeiros RA: 4003324573
Giorgia Medeiros Cavalcante Guimarães RA: 3370567137
Luciana Câmara Xavier Gomes RA: 4216764240
Maciele Naziele dos Santos Medeiros RA: 4169324569
Patrícia Sandra Assunção de Medeiros RA: 1241383055
DESAFIO
CURRAIS NOVOS-RN
2017
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO.............................................................................................................2
2 DESENVOLVIMENTO..............................................................................................3
2.1 DISCURSOS DE ÓDIO E SUA RELAÇÃO COM O MUNDO VIRTUAL...............3
2.2 AS LEGISLAÇÕES VIGENTES NO CENÁRIO BRASILEIRO: REFORMAS TRABALHISTAS E PREVIDENCIÁRIAS......................................................................4
2.2.1 NEGOCIADO X LEGISLADO..............................................................................5
2.2.2 REGULARIZAÇÃO EFETIVA DA TERCEIRIZAÇÃO...........................................5
2.2.3 ALTERAÇÃO DA APOSENTADORIA.................................................................7
3 CONSIDERAÇÕES FINAIS....................................................................................13
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS..........................................................................14
INTRODUÇÃO
O desafio profissional mostra três temas de importância para a nossa profissão em quanto futuros assistente sociais. Assim, no seu desenvolvimento indica no primeiro tema como o ódio e violência são disseminados tão intensamente nos sites de redes sociais atualmente, bem como, análise das características da rede que possibilitam esse fenômeno. Ainda no ambiente virtual, surge um nova personagem chamado de haters, odiadores que surgem como onda de provocação à violência e ao ódio contra as pessoas, e, consequentemente, estimular e crescimento e exposição de estigmas sociais.
No segundo subtópico aborda três temas polêmicos sobre as legislações vigentes no cenário brasileiro: Reformas trabalhistas e previdenciárias, Negociado x Legislado, Regularização efetiva da terceirização, Alteração da aposentadoria, mostrando a questão da economia, política e social atual do nosso País. 
No terceiro tema mostra o período pelo qual o serviço social passou, sendo este um movimento de renovação na profissão que busca uma redefinição teórica/interventiva, do qual definida com a ruptura do conservadorismo, denominado de movimento de reconceituação do serviço social e que até hoje os profissionais da área estão vinculados a essa renovação que aconteceu na década de 60. 
Ao considerar estes pontos, destaca-se que temos como objetivo, analisar sobre o que significa preconceito, com vistas a identificar os saberes implícitos, as leis vigentes e desenvolver uma reflexão crítica, do que seja capaz de causar uma transformação no pensamento e consequentemente do serviço social.
Permitindo assim, uma reflexão da atuação efetiva do profissional em assistência social e seu papel na sociedade dentro do contexto das políticas públicas.
2 DESENVOLVIMENTO
2.1 DISCURSOS DE ÓDIO E SUA RELAÇÃO COM O MUNDO VIRTUAL
É bastante fácil observar que, nos últimos tempos, discursos de ódio e preconceito vem se propagado em todas as mídias. Se formos olhar nas mídias sociais, por exemplo, estes discursos são tão comuns que seus praticantes ganharam até nome, os HATERS. E, observando a ação destes, podemos entender um pouco das características que identificam esta geração que tão facilmente discrimina e manifesta a intolerância. Segundo Rebes (2015 apud Pinto e Ribeiro (2016, p. 4) “os haters são caracterizados por serem pessoas que vão ao mundo virtual para promover o ódio pelo ódio, ou seja, eles querem simplesmente ofender, humilhar ou mesmo desestabilizar pessoas ou certos grupos sociais”
Nesse caso, o fato da impunidade ser algo tão amplo no mundo virtual leva as pessoas a crerem numa falsa segurança, onde liberdade de expressão é confundida com discursos de ódio, sem consequências para tal agressor. Afinal, foi só um comentário no Facebook, uma besteirinha que saiu no Twitter! Ou seja, acreditando que tudo que acontece nestas mídias serão relevadas rapidamente, não se crê que o autor dessas ações será identificado, o que dirá punido por alguma coisa. 
Desta forma, a mera opinião de alguém vira alvo do ódio de certas pessoas, que não vem problema em reagir de forma desmedida a qualquer opinião contraria a sua nas mídias sociais. Bem como, se fosse numa conversa ao vivo, mesmo que numa mesa de bar, dificilmente a pessoa teria a mesma reação.
Infelizmente, muitas vezes, essa manifestação de ódio não vem sozinha e acreditando nesta mesma impunidade, outras pessoas ressoam e reforçam esta ação é pejorativa. Assim, logo uma manifestação de vários comentários intolerantes, por parte de diferentes pessoas, faz coro ao primeiro discurso. E aquele simples comentário passa a ter uma grande relevância e impacto na vida da pessoa. 
Afinal, na prática, não há uma separação real do que acaba influenciando nas emoções de alguém, independentemente de ter vindo da Internet ou de mundo físico, apresentando-se como um só, tanto nas suas ações, quanto nos seus efeitos e consequências.
Ainda, é valido ressaltar que normalmente estes discursos não tem a intenção de provocar um debate ou reflexão sobre um assunto. Simplesmente se quer destilar um veneno, expressar uma raiva ou desprezo. Gerando assim, uma violência simbólica, do qual é definida por Sizek (2008 apud PINTO e RIBEIRO, 2016, p.5)
A violência simbólica, que é feita através da linguagem, do discurso. Tal violência predomina os sites de redes sociais, incitando discurso de ódio, através das palavras usadas para interagir nos sites de redes sociais pelos haters. A partir desta violência, ocorre o bullying, o preconceito, o racismo, dentre outros
 Daí, para que pessoas com diferentes intransigências e intolerâncias passem a se manifestar em outros planos, não demora, gerando consequentemente grandes violências simbólicas. Como a exemplo disso, temos o caso da proibição da imolação praticada nas religiões de matriz africana que surgiu por conta de um grupo vegano no Rio Grande do Sul, que está prestes a ser julgada no Supremo Tribunal Federal. Alegando questões sanitárias e de bem-estar animal, este movimento do Rio Grande do Sul está prestes a atingir praticamente todos os terreiros de Candomblé do país. O que veio como uma manifestação de origem vegana, se soma a um conjunto de várias pessoas movidas pelo preconceito religioso, a fim de eliminar esta prática (CAPELLI, JORNAL O DIA, 2017).
Mediante a esta realidade torna-se importante uma ação social, do qual busque trabalhar o respeito social, a tolerância de um civilização que progrediu ao longo dos tempos, mas, agem por vezes sem respeito. Necessitando assim, de uma ação das política social.
2.2 AS LEGISLAÇÕES VIGENTES NO CENÁRIO BRASILEIRO: REFORMAS TRABALHISTAS E PREVIDENCIÁRIAS
As questões trabalhistas e previdenciárias vêm em destaque nos últimos anos, o que gera discussão em diversos segmentos sociais, dividindo opiniões, cujos entendimentos tangem a manutenção da legislação posta e a necessária mudança para adequação ao panorama social.
Tais reformas são pautas recorrentes no Congresso Nacional que aquecem e esfriam ao longo do tempo. Desta feita, optamos por discorrer acerca de três polêmicos temas:
2.2.1. Negociado x Legislado
O projeto de Lei 4962/2016 ressuscita antiga problemática discutida nos últimos anos acerca da possibilidade de os acordos
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