Resumo - Direito Tributário - Questionário
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Resumo - Direito Tributário - Questionário


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entre Denominação Social e Firma Social. 
A denominação social é outra espécie do gênero, nome empresarial, cuja composição ou formação ocorre sem que haja a necessidade da representação do nome dos sócios que integram a sociedade, sejam eles pessoas físicas ou jurídicas, trata-se a empresa de grande, médio ou pequeno porte. Firma social é o nome empresarial que contém a identificação das pessoas físicas dos sócios. Assim, deve estar contido o nome dos sócios (se for mais de um sócio é chamado de firma social, se somente um sócio é firma indicidual), por extenso ou abreviadamente, sendo permitido o uso de uma expressão no final do nome para que haja uma melhor identificação do objeto da empresa ou também para diferenciar de outra que já existe.
6.Quanto a contra prestação, por parte do governo, como estão distribuídos os impostos, as taxas, as contribuições de melhoria, as contribuições sociais e o empréstimo compulsório?
Contribuição de melhorias, contribuições sociais, melhorias sociais, empréstimo compulsórios.
7. Quanto a funcionalidade como podem ser os tributos? descreva cada função
No Brasil, os tributos podem ter função:
Fiscal: Quando tem como objetivo a arrecadação de recursos financeiros para o Estado. Imposto de Renda, por exemplo;
Extrafiscal: Quando o objetivo é interferir no domínio econômico, buscando regular determinados setores da economia. As mudanças no IPI possuem essa função; autonomia na importação.
Parafiscal: Quando ocorre a delegação, pela pessoa política (União, Estados-Membros, Distrito Federal e Municipios), mediante lei, da capacidade tributária ativa à terceira pessoa (de direito público ou privado), de forma que esta arrecade o tributo, fiscalize sua exigência e utilize-se dos recursos auferidos para a consecução de seus fins. Por exemplo, a contribuição anual paga pelos advogados à OAB.
8. De acordo com o CTN, conceitue obrigação tributária principal e acessória. 
OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA: A obrigação é principal quando o contribuinte tem por prestação (por dever) o pagamento de tributo ou penalidade pecuniária (multa em dinheiro). OBRIGAÇÃO ACESSÓRIA: A obrigação é acessória quando, por força de lei, a prestação a ser cumprida é a de fazer ou não fazer alguma coisa, ou permitir que ela seja feita pelo Fisco, tudo no interesse da arrecadação ou da fiscalização dos tributos (artigo 113, § 2, do CTN). Exemplo: escrituração das operações de circulação de mercadoria (notas fiscais), sujeitas ao ICMS, e apuração do respectivo saldo devedor (ou credor) nos livros fiscais.
 9. O que é hipótese de incidência, fato gerador, sujeito ativo e passivo e contribuinte substituto da obrigação tributária?
hipótese de incidência (HI) é a situação descrita em lei, recortada pelo legislador entre inúmeros fatos do mundo fenomênico, a qual, uma vez concretizada no fato gerador, enseja o surgimento da obrigação tributária. O fato gerador é uma expressão jurídico-contábil que representa um fato ou conjunto de fatos a que o legislador vincula o nascimento da obrigação jurídica de pagar um tributo determinado. Sujeito ativo é a pessoa jurídica de direito público, titular da competência para exigir o seu cumprimento. Sujeito passivo é a pessoa fisica ou jurídica obrigada ao pagamento de tributo ou penalidade pecuniária.
10. DESCREVA O PIS
	DESCREVA O PIS
	Um tributo do sistema tributário nacional
	TRIBUTO
	Tributos Federais
	ESPECIE
	Imposto
	COMPETENCIA
	É da competência da Justiça Estadual
	FUNÇÃO
	Integrar a vida do empregado, como o desenvolvimento da empresa, além de possibilitar uma melhor distribuição da renda em todo o país.
	HIPOTESE DE INCIDENCIA 
	O faturamento ou o auferimento de receitas, para pessoas jurídicas de direito privado;
O pagamento da folha de salários, para entidades de relevância social determinadas em lei;
A arrecadação mensal de receitas correntes e o recebimento mensal de recursos, para entidades de direito público.
	FATO GERADOR
	o auferimento de receita pela pessoa jurídica de direito privado e as que lhe são equiparadas pela legislação do imposto de renda;
a folha de salários das entidades relacionadas no art. 13 e das cooperativas que excluírem da receita qualquer dos itens enumerados no art. 15 da MP n º 2.158-35, de 2001, e
as receitas correntes arrecadadas e as transferências correntes e de capital recebidas pelas pessoas jurídicas de direito público interno, exceto as fundações públicas.
	CONTRIBUINTE
	São contribuintes do PIS as pessoas jurídicas de direito privado e as que lhe são equiparadas pela legislação do Imposto de Renda, inclusive empresas prestadoras de serviços, empresas públicas e sociedades de economia mista e suas subsidiárias, excluídas as microempresas e as empresas de pequeno porte submetidas ao regime do Simples Federal (Lei 9.317/96) e, a partir de 01.07.2007, do Simples Nacional (LC 123/2007).
	BASE DE CALCULO
	A base de cálculo do PIS e da COFINS está prevista na Lei nº 9.718/98, como sendo o faturamento, que corresponde à receita bruta da pessoa jurídica.
	ALIQUOTAS
	A alíquota do PIS é de 0,65% ou 1,65% (a partir de 01.12.2002 - na modalidade não cumulativa - Lei 10.637/2002) sobre a receita bruta ou 1% sobre a folha de salários, nos casos de entidades sem fins lucrativos.
	LANÇAMENTO
	Por Homologação