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Resumo Psicologia Escolar NP1

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Nova: Objeto de interesse: criança no contexto educacional. Finalidade: compreender suas características, seu processo de desenvolvimento. 
1960 e 1970 - “Psicologia do Escolar”. O objeto de interesse: o indivíduo que apresenta algum tipo de “desvio” daqueles considerados “normais. Finalidade: constituída com base na identificação e discriminação desses “diferentes”
Psicologia Escolar- objeto de interesse a investigação e intervenção nos contextos educacionais e processos de escolarização e a função do psicólogo escolar é de modo crítico buscar ir às origens e raízes do processo de escolarização, compreender suas diferentes facetas.
CONTRIBUICOES PARA A CONSTRUCAO DA HISTORIOGRAFIA DA PSICOLOGIA EDUCACIONAL E ESCOLAR NO BRASIL (DEBORA ROSARIO BARBOSA)
Periodização – historia psicologia escolar a partir de marcos históricos da área
1 Colonização, saberes psicológicos e educação – chegada dos portugueses no Brasil e missão jesuita
2 Psicologia em outros campos do conhecimento
3 Escola Nova – inserção psicólogo nas escolas - nascimento psicologia educacional e escolar
4 Psicologia educacional e do escolar – identificação e tratamento das crianças desviantes > orientação e escolas\classes especiais
5 Período da critica – idéia de sair do foco individual e do aluno; critica a forma que os psicólogos atuavam
6 Psicologia educacional e escolar – resignação dos trabalhos teóricos e práticos da área - foco na compreensão do que ocorre no processo de escolarização que produz aquele que não aprende
7 Virada do século 
A psicologia escolar passa por três fases: primeira (1830-1940) período normalista; segunda (1940-1962) fase universitária; terceira (1962) ensino psicologia escolar na graduação em psicologia, criação da profissão do psicólogo. 
A TRANSFORMACAO DO ESPACO PEDAGOGICO (MOYSES E COLLARES) **
Medicalização: processo de transformar questões não-medicas, de origem social e política, em questões medicas. Ocorre segundo uma concepção de ciência medica que discute o processo saúde-doença como centrado no individuo, privilegiando abordagem biológica, organicista. 
Representa a biologização de conflitos sociais. Recorre-se ao reducionismo biológico > situação de vida e destino dos indivíduos explicado (reduzidos) a características individuais. Individuo responsável. Desresponsabiliza as circunstancias sociais, políticas, econômicas, etc.
A Educação vem sendo medicalizada > aprendizagem ou não aprendizagem são relatados como algo individual, inerente ao aluno > diagnostico centrado no aluno > médicos, psicólogos, fono, pedagogos > troca pelo termo Patologização. 
Patologização do fracasso escolar > conseqüência da desnutrição e\ou resultado de disfunções cerebrais. 
Há existência de mitos e crenças que resistem e confrontam com a realidade:
Desnutrição> ocorre influencia no desenvolvimento cognitivo quando há desnutrição grave (terceiro grau) no inicio da vida e de longa duração. 
Patologização da aprendizagem> disseminada rapidamente; leva a rotulação de crianças normais, a criança ncorpora os rótulos, introjeta a doença, se torna um doente e confirma o diagnostico\rotulo estabelecido; desvalorização do professor.
Preocupa-se com o diagnostico, não com a solução e tratamento efetivo e eficaz. 
Vídeo medicalização: escola não é responsabilizada pelo mau desempenho do aluno, as causas são diversas (gravidez, desnutrição, familia, diagnósticos etc) – remédio resolve todas as questões (ansiedade, desanimo) – solução química. 
Fórum contra a medicalização da vida 
Maria Ap. Moyses > medica pediatra > não nega existência de transtornos mas questiona como há tantos casos dos mesmos (epidemia TDHA) – Busca DESPATOLOGIZAR 
Classificadas como “doentes”, as pessoas tornam-se “pacientes” e consequentemente “consumidoras” de tratamentos, terapias e medicamentos, que transformam o seu próprio corpo no alvo dos problemas que, na lógica medicalizante, deverão ser sanados individualmente.
Fórum sobre Medicalização da Educação e da Sociedade, que tem como objetivos: articular entidades, grupos e pessoas para o enfrentamento e superação do fenômeno da medicalização, bem como mobilizar a sociedade para a crítica à medicalização da aprendizagem e do comportamento.
O caráter do Fórum é político e de atuação permanente, constituindo-se a partir da qualidade da articulação de seus participantes e suas decisões serão tomadas, preferencialmente, por consenso. É composto por entidades, movimentos e pessoas que tenham interesse no tema e afinidade com os objetivos do Fórum.

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