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aula lubrificacao2_2014

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continuo de oleo, pois elas podem ser armazenadas nos pontos de aplicação para a lubrificação por longos periodos
Excelente poder de vedação a ar e umidade
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Agente Espessante 
O sabão (éster metálico de um ácido graxo) é também um lubrificante e a formação da película lubrificante se dá por polaridade da molécula. 
Os sabões mais comuns que dão consistência aos óleos lubrificantes são os de sódio, cálcio, alumínio e lítio**. Cada tipo de sabão influencia diferentemente as características da graxa obtida.
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A quantidade de espessante usado na fabricação 
influencia mais a consistência do que a viscosidade do óleo básico. 
Aditivos para Graxas 
Os mais usuais são:
 inibidores de oxidação,
 inibidores de corrosão,
 agentes de oleosidade, 
lubrificantes sólidos (grafite, bissulfeto de molibdênio, mica e amianto pulverizado),
agentes de extrema pressão,
 agentes de adesividade. 
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Consistência
  Consistência é uma medida de qualidade de graxas lubrificantes. O aparelho de ensaio para medir a consistência de uma graxa é o penetrômetro.
Cone, que sob a ação de uma carga padronizada, penetra uma dada profundidade (medida) na graxa durante 5 s a 25°C e o resultado é dado em decimos de milimetros
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Ensaios e Características das Graxas 
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A consistência de uma graxa é medida pelo grau NLGI – Instituto Nacional de Graxas Lubrificantes.
Ensaios e Características das Graxas 
Consistência
ponto de gota** 
estabilidade ao trabalho (“esmagamento sofrido”)
viscosidade aparente 
separação de óleo 
corrosão 
oxidação 
prova de carga 
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Lubrificantes Sólidos 
proporcionar lubrificação, permanecendo em estado sólido, principalmente em casos de lubrificação limite.
Aplicação pode ser por pulverização, mergulho seguidos de um tratamento termico  a fim de proporcionar a adesão do produto ao local lubrificado.
Podem ser misturados com lubrificantes líquidos ou pastosos (graxas) para melhorar sua resistência ao calor gerado pelo atrito entre superfícies.
Os lubrificantes secos podem ter alta resistência à degradação oxidativa e térmica
Industria aeroespacial, eletrônica, automotiva, médica, petroquímica, agrícola.
Os mais utilizados são: grafite coloidal, bissulfeto de molibdênio e teflon
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Grafite
Pó, dispersão liquida. 
A principal vantagem dos 
 lubrificantes grafitados é sua 
 capacidade de formar filmes sobre as superfícies metálicas proporcionando assim baixos coeficientes de atrito
Nas temperaturas ordinárias, o grafite não é atacado por ácidos, álcalis e halogênios em geral: não se combina com o oxigênio até que prevaleçam temperaturas de ordem de 590ºC 
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Bissulfeto de molibdênio (MoS2) 
é usado em pó , dispersão em água. 
Resiste a pressões extremas. A eficácia como lubrificante aumenta com a pressão desenvolvida, assegurando a lubrificação em pressões superiores a 28.000 kg/cm² (muito acima do limite elástico de qualquer metal).
Menor coeficiente de atrito que o grafite ate 900°C
* Sulfeto de tungstênio (qualidades superiores)
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Teflon
apresenta baixo coeficiente de atrito Resiste a quase todos os agentes químicos e apresenta excelente resistência a oxidação. 
Desliza facilmente em aços (ex aço: 0,04-0,1).
Começa a amolecer a 300°C
Resistente a quase todos os agentes quimicos, resistente à corrosão, diminuição do custo de manutenção, facilita a limpeza, permite uma lubrificação mais eficiente, mais prolongada e de melhor qualidade.
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Lubrificantes Gasosos
São de uso restrito geralmente em locais de difícil penetração ou e em lugares onde não seja possível a aplicação dos lubrificantes líquidos convencionais. 
Alguns dos lubrificantes gasosos utilizados são ar seco , nitrogênio e gases halogenados.
Este tipo de lubrificação apresenta problemas devido às elevadas pressões requeridas para manter o lubrificante entre as superfícies além de problemas de vedação
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