2. Vigas – Solicitações Tangenciais
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2. Vigas – Solicitações Tangenciais


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\uf0b7 VIGAS \u2013 Solicitações Tangenciais \uf0b7 
 
 
1. ESFORÇO CORTANTE 
\u2013 Independente de qual modelo de cálculo for adotado, para as peças com bw \u2264 5d, a armadura transversal 
mínima (constituída de estribos) deve ter uma taxa geométrica de: 
 
 
 
\u2013 Para a verificação quanto ao ELU, como já foi dito, deve-se verificar a biela comprimida aos esforços de 
compressão e determinar a área da armadura transversal para os esforços de tração. Segundo a NBR 6118 (2014), 
\u201cA resistência do elemento estrutural, numa determinada seção transversal, deve ser considerada satisfatória 
quando verificadas simultaneamente as seguintes condições\u201d: 
 
 
 
Em que: VSd: força cortante solicitante de cálculo, na seção; 
VRd2: força cortante resistente de cálculo, relativa à ruína das diagonais comprimidas de concreto, de acordo com 
um dos modelos de cálculo adotado; 
VRd3 = Vc + Vsw: força cortante resistente de cálculo, relativa à ruína por tração diagonal, onde Vc é a parcela de 
força cortante absorvida por mecanismos complementares ao de treliça e Vsw a parcela resistida pela armadura 
transversal, de acordo com um dos modelos de cálculo adotado. 
 
 
 Roteiro para o dimensionamento 
 \uf0e8 Modelo II com \uf071\uf020\uf03d\uf02045° e \uf061\uf020\uf03d\uf02090° 
 
(a) Verificação da biela comprimida: VSd \uf0a3 VRd2 
 
 
 Vsd = Vsk.1,4 
 fcd = 25000/1,4 MPa 0,27 
 
(b) Verificação da armadura transversal (estribo): VSd \uf0a3 VRd3 
 Vc (concreto resiste à tração) 
 Vsw (aço resiste à tração) 
\u2013 Iguala-se Vsd e VRd3 e altera-se a equação acima, ficando da seguinte maneira: VSw = VSd - Vc1 
*Obs.: Vc = Vc1 na flexão simples 
b.1 Determina-se Vc1 
 
 
 
 
 
 
 
 
b.2 Determina-se VSw 
 \uf0e8 VSw = VSd - Vc1 
 
b.3 Cálculo do aço necessário 
*Obs.: Se Vsd - Vco der um valor negativo, utilizar AS,mín 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
2. MOMENTO TORÇOR 
 Roteiro para o dimensionamento 
 
(a) Determinação da seção vazada equivalente: 
\u2013 O valor da tensão tangencial de torção (\uf074T), admitindo uma seção vazada, é dada pela expressão a seguir, em 
que he é a espessura da parede da seção vazada e Ae é a área limitada pela linha média da parede, incluindo a 
parte vazada, como mostra a Figura 8.45. 
 
 Ac = bw.h 
 u = 2h + 2w 
 c1 = cob + \uf066est + \uf066long 
 
*obs.: adotar um valor para he que esteja dentro da inequação acima. 
 
 
 
 
 
 
 
(b) Verificação da compressão diagonal: OK! 
 
*obs: TRd,2 é o limite dado pela resistência das diagonais 
comprimidas. 
 
 
(c) Verificação conjunta (cortante + tração) 
 
 OK! *obs: 
 
 
 
(d) Cálculo da armadura mínima 
 
 
 
 
 
(e) Cálculo da armadura transversal (\uf071\uf020\uf03d\uf02045°): 
*obs.: TRd,3 = limite definido pela parcela resistida pelos estribos normais ao eixo do elemento estrutural. 
 
*Igualando essas duas equações e fazendo Tsd = TRd,3, 
teremos o que segue abaixo. 
 
 
 \uf0e8 
 
 
 
(f) Cálculo da armadura longitudinal: 
*obs.: TRd,4 = limite definido pela parcela resistida pelas barras longitudinais, paralelas ao eixo do elemento 
estrutural. 
\u2013 Igualando Tsd = TRd,3, teremos o que segue abaixo. 
 
 \uf0e8 
 
\u2013 Para as faces superior e inferior: As,sup = As,inf = be.u 
\u2013 Para cada face lateral: As.lat = he.u