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PSICOLOGIA CICLO VITAL

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tágios psi cossexuais abo rdados pela psicanálise NÃO S ÃO DE BA SE COG NITIVA. Pa rtem de aspectos emocion ais 
relacionados com prazer ou desejo e de como são satisfeito s. A modificaç ão n as fo rmas de gratificaç ão ass ociadas a dife rentes 
áreas do cor po ( boca, ânus e genit ália) representa o elem ento básico das fases do d esenvolvimento psi cossexual de acord o com a 
persp ectiva psicanalítica. 
 
34D- A teo ria fr eudiana a ponta p ara process os in conscientes como deter minantes d o processo de desenvol vimento do indi víduo. 
Esse desenvol vimento in corpora ta nto aspe ctos inato s como a dquiridos ao longo da vi da, e specialmente durante a infância do 
indivíduo. 
 
35E- Ritos de passagem são celebraçõ es o u ceri mônias q ue m arcam mudanç as no desenvolvim ento do i ndivíduo dentro de uma 
sociedade, d esde o seu nasc imento até a sua morte. A passagem da i nfância para a puberdade marca o início da maturida de sexual 
 
36D- Para Piaget, o “sujeito epistêmico”, é o “sujeito do conhecimento”. Representa um sujeito ideal, universal, que não 
correspond e a ni nguém em parti cular, em bora sint etize as po ssibilidades d e ca da uma das pesso as e de t odas as pessoas ao mesm o 
tempo. 
 
37A- De acordo com a segunda tópica psicanalítica d a estrutur a do ap arelho psíq uico, ao nascer a criança s ó apres enta Id. O ego 
surge co m objetivo de mediar as p ulsões do Id com o meio extern o. O s uperego só f orma-se com pletamente com a resolução do 
complexo de Édipo. 
 
38D- De acord o co m Piaget , o des envolvimento do p ensamento lógico da criança não o corre de f orma lin ear e cu mulativo. A 
criança pensa estruturalm ente difer ente do que o adulto . Ante de atingir a fo rma como pens amos, a crian ça passa por dif erentes 
estágios co m mecanis mos próprios de funcio namento. A muda nça de cada estágio representa u ma transformaçã o mental qu alitativa 
por caracterizar um tip o diferenci ado de comportam ento, uma atividade predominante que será subst ituída no estágio s eguinte, 
além de conferi r à cr iança novas form as de pensamento, de inter ação social e de emoções q ue i rão direcionar-s e, ora para a 
construção do próprio sujeito , ora para a constr ução da realidade exte rior. 
 
39A- A o nascer, o bebê é totalmente dependente dos cuidados de um adul to. Essa fragilidade faz com que necessite de aten ção 
especial, se m a qual a pr eservação de sua vida seria inviável. Com o passar do t empo, a cri ança torna-se cada vez mais 
independent e e autônoma ante as demand as do mund o externo , graças à aquisi ção de habilidad es mot oras, c ognitivas e socia is. O 
desen volviment o dessas habilidad es depende da conjugação entr e fat ores genéti cos, herdados d os pais, e in formações adquir idas a 
partir das i nterações qu e faz com o seu am biente. Par a Wi nnicott, é nos primeiros 6 meses de vida , aproximadamente, qu e o bebê 
acha-se compl etamente de pendente. À me dida que a criança vai intera gindo com o meio externo, vai se to rnando cada vez 
mais m adura, período q ue Winni cott denomino u d e dependênci a é rel ativa. Aqui, o b ebé desenvolve m eios par a poder pres cindir 
do cuidado maternal. Isto é consegui do mediante a acu mulação de m emórias de maternagem, da projecção de necessidades 
pessoais e da introj eção dos detalhes do cui dado maternal, com o desenvol vimento da confiança no ambie nte. Para Winnicott , este
período de dependência rel ativa dura em torno de dois anos.
40B- Tecnica mente, a infân cia co nsiste no período que vai des de o nascimento até aproximadam ente os 12 anos. Em seguid a, tem 
início a adolescê ncia, qu e vai at é os 18 anos d e idad e. A adoles cência caracteriza- se po r um perí odo de profundas altera ções 
físicas, co gnitivas e sociais . Com a puberdade, que marca o iníci o da adolescência , o indivíduo torna-se m aduro sexualment e. 
No início da adoles cência ocorrem, também, alterações import antes na atividade cognitiva. O pens amento torna-se cada vez mais 
abstrato e si mbólico, permiti ndo a organiza ção d efinitiva das f unções mentais . Adoles centes apresentam alterações signi ficativas 
em s uas r elações sociais. As r elações familiares t ornam-s e cada vez men os i mportante s, enqu anto as rel ações co m os pa res se 
intensificam . A adoles cência caracteriza-se, também, por u m período d e muitas crises, d ecorrentes d a independênci a e das 
respons abilidades que são progressivam ente adquirid as. A con strução de uma identi dade torna-se cad a vez m ais sólida, ati ngindo 
sua form a plena na fase adult a.

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