PORTFÓLOIO UNINTER FASE I
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PORTFÓLOIO UNINTER FASE I

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UNINTER
CURSO LICENCIATURA EM PEDAGOGIA
ATIVIDADE DE PORTFÓLIO
FASE I

MEIO AMBIENTE, INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE

Eva May

Santa Maria, RS, Brasil.
Julho, 2016.

INTRODUÇÃO
Sabendo que o meio ambiente engloba as mais variadas situações de ampla discutição, faremos uma restrição para análise sobre o meio ambiente e a educação, mais precisamente, sobre os fatos pelos quais entendemos que a educação seja a melhor forma de compreender, de defender e de transmitir o quanto o meio ambiente é importante para nossa existência, bem como fazer algumas colocações de casos que pedem ‘socorro”, de acontecimentos que podem e devem ser trabalhados em sala de aulas, que exigem explicações, influências que despertem o interesse e a consciência de cidadão, de preocupação com o meio ambiente e suas evidentes circunstâncias.
Existem vários materiais disponibilizados em revistas, jornais, documentários, a própria mídia está tentando de todas as formas chamar a atenção para o descaso e o risco que a nossa própria existência em função das ações impensadas ou irresponsáveis que o ser humano está a cometer sem pensar nas futuras conseqüências.
Partimos para a consciência de uma educação ambiental, pois estamos vivendo em um mundo que nenhum de nós deseja e como a velha pergunta, também não é esse o mundo que pretendemos deixar para nossos filhos. Mas então que mundo será esse? Ou que mundo irá deixar? Por quê?
São perguntas como essas que nos fazem parar e refletir sobre o que sabemos, que conhecimentos temos de meio ambiente, de sustentabilidade e de responsabilidade por cada um fazer a sua parte. Podemos afirmar que a espécie humana experimenta um grande desafio á sua sustentabilidade, a perda do equilíbrio ambiental, a injustiça social, econômica, violência, empobrecimento ético, cultural e até mesmo espiritual, tudo fruto de um tipo de educação que treina as pessoas para serem consumidores egocêntricos e ignorar as conseqüências de seus atos.

CONCEITOS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL
O conceito de meio ambiente já vem sendo tratado há bastante tempo pelas ciências naturais. Mas sobre o ponto de vista legal, foi a Lei da Política Nacional do Meio Ambiente (Lei nº 6.938/81) que introduziu o conceito da seguinte forma, em seu art.3º, I: “o conjunto de condições, leis,influências e interações de ordem física, química e biológica, que permite, abriga e rege a vida em todas as suas formas”.
O CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente- 1996) definiu a educação ambiental como um processo de formação e informação, orientado para o desenvolvimento da consciência crítica sobre as questões ambientais e de atividades que levem á participação das comunidades na preservação do equilíbrio ambiental.
Seu principal objetivo consiste na contribuição da complexidade do ambiente em suas dimensões ecológicas, econômicas, sociais, culturais, políticas, éticas e tecnológicas, de maneira a sensibilizar a coletividade, portanto fica aí uma descrição abrangente do quanto a educação ambiental faz-se necessária para o entendimento de incentivo, mobilização, como também podemos perceber o quanto estamos ligados socialmente universalizados nas causas e conseqüências dos impactos socioambientais que afligem o planeta, na mesma proporção que pensamos, “sonhamos” com um mundo melhor, com os direitos das futuras gerações, com todo o aparato que diariamente nos questionamos.
Assim somos tentados a pensar na educação ambiental como elemento crítico para um modelo de desenvolvimento que resolva desafiar a inovação formal e informal na preocupação de cuidados com o meio ambiente, como direito e deveres de todos os cidadãos, buscando atribuir responsabilidades tanto ao poder público, instituições educativas, comunicação de massa, visando uma conscientização da sociedade em um todo.
Segundo NEVES, a educação ambiental pretende compromissar os cidadãos com uma idéia, com preceitos bem elaborados, constituídos em uma linha de conscientização crítica e solidária, com princípios de liberdade, igualdade, solidariedade, democracia, justiça social, responsabilidade e, ainda, com enfoque humanístico e holístico (NEVES, 2003).
	Partimos do entendimento que o princípio da educação ambiental é o desenvolvimento da compreensão e motivação para adquirir atitudes necessárias para trabalhar com as questões ou os problemas ambientais, e procurar encontrar soluções sustentáveis para tais problemas.

PRINCÍPIOS DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL
	As diretrizes expressar na Política Nacional de Educação Ambiental definida pela Lei Federal nº9795, de 27 de abril de 1999, trazem orientações quanto aos princípios, aos objetivos, ás linhas de atuação e ás estratégias de implementação da Educação Ambiental.
A educação por si já consiste em ensinar, transmitir, visa conscientizar de forma coletiva, formar cidadãos com consciência local e planetária o que abrange nosso foco do meio ambiente como forma de envolver uma perspectiva holística, enfocando a relação entre o ser humano, a natureza e o universo de forma interdisciplinar. Deve também estimular e potencializar o poder das diversas populações oportunizando mudanças democráticas de base que estimule os setores da sociedade diversificando, planejando e capacitando as pessoas para trabalhar em conflitos de maneira justa e humana, promovendo o diálogo, cooperação de indivíduos e instituições com finalidade de atender as necessidades básicas de todos os indivíduos, inclusive de suas ações ou futuras ações para que mostrem uma consciência, ou melhor, uma conscientização do planeta, respeitando seus ciclos vitais, impondo limites á exploração de suas “riquezas naturais”, entre elas a fauna e a flora.
A sociedade, embora nos últimos anos tenha conquistado avanços científicos e tecnológicos, ainda é empurrada por altos padrões de consumo, impostos por modelos de desenvolvimento insanos, completados por um insustentável crescimento populacional. (JACOBI, 2003).
	O que nos torna a pensar em um agravo na crise ambiental, nas mudanças indesejáveis pelas quais o ser humano não dá a devida importância, como estamos tendo alguns exemplos recentes de desastres ambientais, de fenômenos climáticos descontrolados, destruição de habitats, desflorestamentos, perda de solo (que até na novela nota-se um apelo), extinção de espécies e de diversidades de ecossistemas, poluição, escassez da água potável erosão cultural e outras (DIAS, 2004).
A educação ambiental de acordo com Neves (2003) tem uma missão que vai além da educação e do conhecimento do meio ambiente em que vivemos. Ela precisa buscar um novo ideário comportamental, construir um novo conceito de mundo, permeado pela coerência nas atitudes, com uma postura ética, uma consciência política, que permitem um bem estar coletivo. E para isso pergunto por onde podemos começar? Onde eu posso contribuir com a minha parte depois de saber todo esse aparato de educação ambiental, porque todo esse conhecimento não pode ficar apenas na parte teórica, mas para que seja desenvolvido e aplicado na prática é preciso que cada cidadão faça sua parte e assim a conscientização seja alcançada da melhor forma possível e a tempo ágil para “salvar” nosso mundo, nem falo nas gerações futuras, pois o risco já é eminente.
	Como o papel da educação ambiental começando pelo princípio básico que é a conscientização do ser humano e seguindo a risca o velho ditado “cada uma faz a sua parte” é que venho propor justamente a fazer a minha parte enquanto indivíduo pertencente a uma sociedade, onde o meu mundo precisa de socorro, onde as atitudes irresponsáveis estão comprometendo uma geração...tendo em mente os conceitos da educação ambiental como melhor forma de atuar, participar e buscar resultados satisfatórios, mas no entanto sendo apenas uma pessoa na multidão, resolvi me familiarizar com os assuntos, busquei algumas informações e conceitos com pessoas melhores entendidas , que me proporcionaram um aprendizado, trabalhei com um grupo de alunos do curso de biocombustíveis de Restinga