nocoes de farmacologia e calculo de medicamentos 2[1]
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nocoes de farmacologia e calculo de medicamentos 2[1]


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\u201cTradição em formar Profissionais com Qualidade\u201d 
 
 
Avenida XV de Novembro, 413-Centro - Ferraz de Vasconcelos \u2013SP-CEP: 08500-405 
Tel.: (11) 4678-5508- colegiosaobento@uol.com.br 
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 SÃO BENTO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Noções de 
Farmacologia e 
Calculo em 
Medicamentos II 
 
 
 
 
 
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Sumário 
Conhecendo os materiais de trabalho............................................................................01 
Conceitos Básicos..........................................................................................................08 
Abreviaturas mais encontradas nas prescrições.............................................................10 
Horário padrão para administração de medicamentos...................................................11 
Vias de administração dos medicamentos......................................................................11 
Locais de administração.................................................................................................16 
Cuidados gerais na administração de injetáveis.............................................................27 
Termos Técnicos em aplicações de injeções..................................................................27 
Cálculo de medicação para cada via...............................................................................29 
Acidentes podem acontecer durante e após aplicações dos medicamentos...................39 
Cálculo de concentrações dos medicamentos................................................................40 
Referências Bibliográficas e Agradecimentos...............................................................52 
 
 
 
 
 
 
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Conhecendo os materiais de trabalho na medicação em enfermagem 
 
Antes de dar início aos cálculos, é necessário que o profissional conheça adequadamente os 
materiais que irá utilizar para a administração de medicamentos na enfermagem. 
A seguir observaremos alguns dos materiais mais utilizados na medicação ao cliente. 
 
Seringas 
A seringa é um recipiente utilizado para o preparo e administração do medicamento, seus 
componentes básicos são: 
 
A escolha da seringa deve ser realizada levando-se em conta a via de administração e o 
volume a ser administrado. 
Seringa de 20ml 
 
 
 
 
 
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As seringas são graduadas e divididas em mm³, que significa que 20ml foram divididos em 
partes iguais com graduação de identificação da quantidade a ser aspirada e posteriormente 
administrada. 
Na seringa de 20ml teremos números inteiros: 20/20 = 1 ou 1ml. 
Seringa de 10ml 
Seringa dividida em mm³, onde os 10ml foram divididos em partes iguais que correspondem 
a: 10/50 = 0,2ml. 
Seringa de 5ml 
Seringa dividida em mm³, os 5ml foram divididos em partes iguais sendo: 5/25 = 0,2ml. 
 
Seringa de 3ml 
Seringa dividida em mm³, os 3 ml foram divididos em patês iguais que corresnpondem a 3/30 
= 0,1ml. 
Seringa de 1ml 
A seringa de 1ml é dividida em 100 partes iguais, que correspondem a: 1/100, pois 1ml = 
100UI. 
 
 
 
 
 
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Agulhas 
Os componentes básicos da agulha são canhão, a haste e o bisel. O canhão é a porção mais 
larga da agulha que se fixa na seringa; a haste é a porção maior e mais fina e o bisel é a 
abertura final na parte distal da agulha.]A escolha da agulha deve ser realizada levando-se em 
conta a via de administração, o local, o cliente, o volume e a viscosidade do medicamento. 
 
 Agulha 40/12 e 40/10 
Utilizadas para aspiração e preparo de medicações. 
 
 
 
 
 
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Agulha 30/7 e 25/7 
Utilizadas para aplicação intravenosa em cliente adulto, em geral punções venosas é mais 
seguros o uso de cateteres. 
Agulha 30/8 e 25 8 
Utilizadas para aplicação IM em cliente adulto com massa muscular normal. 
Agulha 13/4,5 e 13/4 
Utilizadas para aplicação ID e SC. 
 
Cateter Jelco IV Periférico 
Recomendado para terapias intravenosas periféricas. 
Indicado para infusões de média duração em todo tipo de paciente - neonatos, pediátricos e adultos. 
\ufffd Agulha siliconizada, com bisel trifacetado. 
\ufffd Cânula em fluoroetilenopropileno, para maior conforto do paciente e minimização da 
ocorrência de flebites. 
\ufffd Visualização do refluxo sanguíneo. 
\ufffd Calibres: 14G, 16G, 18G, 20G, 22G e 24G. 
 
 
 
 
 
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Cateter Agulhado (escalpe) 
\ufffd Indicado para infusões intravenosas de curta duração. 
\ufffd Tubo transparente, atóxico e apirogênico, que permite a visualização do refluxo do 
sangue e da infusão da medicação. 
\ufffd Possui asas flexíveis que facilitam a punção e a fixação do dispositivo durante a 
permanência na veia. 
\ufffd Agulha siliconizada, com bisel trifacetado. 
\ufffd Conexão luer-lock. 
\ufffd Calibres: 19G, 21G, 23G, 25G e 27G. 
 
 
 
 
 
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Equipo de Infusão 
Tubo extenso de plástico especial, composto por várias partes, algumas essenciais como: 
Ponta perfurante: utilizada para perfurar o orifício do frasco de soro; 
Câmara de gotejamento: utilizada para acondicionar e gotejar o líquido infundido; 
Regulador de fluxo: utilizado para dosar e controlar a quantidade de líquido infundido; 
Mangueira: é por onde o líquido irá correr; 
Conector (es): local para conectar jelcos, cateteres, torneirinhas, etc. 
 
 
 
 
 
 
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Equipo com bureta 
Utilizado para administração de soluções parenterais, com câmara graduada para maior 
controle das microgotas. 
 
Torneirinha de três vias 
Utilizada para auxílio na infusão. Deve sermanipulada de acordo com as setas para a sua 
abertura ou fechamento. 
 
 
 
 
 
 
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1. Torneira com setas
Deborae André
Deborae André fez um comentário
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