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1º COEL   COLÓQUIO DE ESTUDOS LITERÁRIOS

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de Normas Técnicas (2002, p.1) na NBR 6023/2002, "fixa 
a ordem dos elementos das referências estabelece convenções para transcrição e apresentação 
de informação originada do documento e/ ou outras fontes de informação". É importante frisar 
que esta Norma não se aplica às descrições usadas em bibliotecas, nem as substitui. 
 
Referência bibliográfica: 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e 
documentação - referências - elaboração. Rio de Janeiro, 2002. 
 
 
 
A ARTE CONTEMPORÂNEA E OS LIMITES DA CRÍTICA 
 
Regina Sanches Xavier 
 
 
EMENTA: O uso frequente da frase “Isso não é arte’’, proferida em qualquer que seja o 
idioma, por indivíduos com olhares atentos em relação às variegadas manifestações da arte 
contemporânea, aponta para uma questão reflexiva nos museus. Os visitantes com 
sensibilidade soluçante, desconfiados, acautelam-se em afirmar no “limite do 
impronunciável” de forma inequívoca, o que seja arte, colocando, portanto, em “suspeita”, o 
próprio conceito de arte. O tom da dúvida é um traço deste período que constitui uma 
experiência de desconforto nos debates de curadoria, críticos de arte e de artistas. Neste 
contexto em que quase nada é certo, torna-se um incentivo indagar: por que a arte 
contemporânea é a espécie de coisa sobre o qual é possível haver um debate crítico-reflexivo? 
O objetivo do minicurso será discutir a ideia de “Fim da arte” presente na obra do filósofo e 
crítico de arte, Arthur Danto. Deverão ser discutidos alguns trechos centrais selecionados nas 
seguinte obras: A transfiguração do lugar comum, O descredenciamento filosófico da arte e 
Após o fim da arte. 
 
 
CADERNO DE RESUMOS do 1º COEL - Colóquio de Estudos Literários - 2016 - ISSN: 2448-0908 ano 1, v.1. 
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A PROSA MOÇAMBICANA: DE LÍLIA MOMPLÉ E MIA COUTO 
 
Silvaneide da Silva Costa 
 
EMENTA: O minicurso abordará alguns aspectos da prosa moçambicana, centrando-se no 
gênero conto. Objetiva-se, através da reflexão do gênero literário, promover uma reflexão 
sobre o gênero feminino, enfatizando a condição e o lugar social da mulher nesta sociedade, 
em períodos históricos distintos. Para isso, o nosso arcabouço literário será as obras Ninguém 
matou Suhura (1988) de Lília Momplé e Cada homem é uma raça (2013) de Mia Couto.