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Trabalho de sensores 2 bi

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uma placa condutora para outra placa condutora. 
Outras variações podem e devem ser adotadas dependendo da utilização do sensor, por exemplo, se for um sensor para a identificação de umidade do ar deve-se adotar um determinado modelo, para verificar a umidade do solo deve-se adotar outro modelo.
Em via de regra, o conceito adotado acima é utilizado na maior parte dos casos. Existem outras formas de construção de sensores desse tipo, e até mesmo pronto mas, para nosso projeto adotamos o modelo mais simples. 
Para montar esse circuito necessitamos da confecção de uma placa de circuito impresso que pode ser feita de forma manual. Embora seja possível montar esse circuito apenas fazendo a conexão dos componentes com fios, aconselhamos a sua montagem numa placa de circuitos impressos afim de não ocorrerem maus contatos e ruptura dos cabos ou terminais dos componentes. Para a placa de circuito impresso como, dito anteriormente, pode ser feito de forma manual. O layout pode ser definido conforme a necessidade do montador ou utilizando softwares próprios para essa função. Os componentes devem ser soldados e deve-se fazer a medição de cada contato para garantir que a solda ficou com uma boa qualidade evitando problemas de interferência e maus contatos por "solda fria" e sujeiras que podem ocorrer.
A placa, após os circuitos estarem montados, deve ficar sob uma superfície isolante para que as pontas dos componentes na placa não entrem em curto umas com outras afins de evitar curtos circuitos. 
Finalmente, aconselhamos montar a placa dentro de um recipiente que possa ser fechado e isolado contra intempéries apenas com o sensor exposto. Isso se deve ao fato de quase que invariavelmente o circuito será obrigado a ficar próximo de fontes de umidade o que pode gerar corrosão dos elementos do circuito e seus componentes comprometendo o funcionando. 
O sensor de umidade pode ser adotado para uma infinidade de utilizações. Claro que para cada utilização, muitas vezes, se faz necessário a alteração de algum elemento, principalmente da adequação do sensor para a utilização específica, mas no geral, seu modelo se destina a inúmeros casos onde, alguns podemos frisar:
Detecção de chuva: com esse sensor podemos verificar se está chovendo e acionar algum mecanismos para efetuar alguma tarefa, por exemplo, fechar uma janela, recolher um varal, acionar o limpador de para brisa de um automóvel e etc;
Detecção da umidade do solo: esse circuito pode ser adaptado para medir a umidade do solo, o que é muito importante em zonas agrícolas, onde sua tarefa será a de verificar se o solo encontra-se com a quantidade de água correta para o cultivo de vegetais que requerem quantidades específicas de água no solo. Pode ser utilizado também em encostas para detectar se a quantidade de água acumulada pode ou não desencadear um deslizamento.
Verificação de umidade em ambientes controlados
É possível através desse circuito fazer o controle da umidade em sistemas controlados como um Data-center por exemplo. Esse circuito seria utilizado para verificar a umidade do ar e caso ultrapasse um limite pré-estabelicido ele pode disparar um alarme informando o ocorrido.
Previsão de chuva: nesse caso é possível que o sensor seja ajustado para que possa informar o qual o grau de umidade presente no ar, sendo regulado para que emita um sinal audível, e/ou visível caso exista uma alta concentração de umidade e, baseando-se em dados estatísticos, pode prever se ocorrerá chuvas ou não.
Abaixo estão algumas vantagens e desvantagens apresentadas pelo sensor de umidade.
Vantagens
O sensor de umidade, conforme verificado, possui como vantagem sua grande simplicidade de construção e facilidade de aquisição dos componentes. Ele também permite fazer uma customização do seu sinal de resposta podendo facilmente ser adaptado para que funcione em conjunto com outros dispositivos de atuação ativa ou passiva, que serão os encarregados de efetuar as diversas tarefas a qual seja necessário.
Vale lembrar que tal sensor de umidade pode inclusive atender tanto objetivos industriais como residenciais sem que grandes alterações sejam necessárias.
Desvantagens
Exatamente por sua simplicidade o sensor de umidade não permite mais de uma utilização simultânea, ou seja, fazer uma medição do ar e do solo por exemplo. Outra desvantagem é o fato de ser necessário realizar alterações, embora simples, em sua função caso seja necessário utilizá-lo para outro fim.
Uma desvantagem inerente aos próprios componentes é a tolerância que possui, podendo ocorrer variações muito grandes que podem não ser eficientes em todos os projetos.
ETAPA 4 PASSO 2
Sensores de Viscosidade
A viscosidade é uma propriedade característica dos líquidos e gases reais, que se caracteriza pela medida da resistência ao escoamento que um fluído oferece quando se encontra sujeito a um esforço tangencial. O estudo da viscosidade é aplicado ao controle de qualidade de várias indústrias como por exemplo, a indústria farmacêutica, cosmética, alimentícia, química, além de análises clínicas, construção civil, indústrias petrolíferas, etc.
A viscosidade é medida em viscosímetros, os quais podem ser classificados em dois grupos: primário e secundário.
Primário
No grupo primário estão os instrumentos que realizam medidas diretas da tensão e da taxa de deformação do fluido.
Secundário
Os viscosímetros do grupo secundário inferem a razão entre a tensão aplicada e a taxa de deformação por meios indiretos, isto é, sem medir a tensão diretamente. Começando com um viscosímetro primário, temos o Brookfield, muito popular pela facilidade de manuseio. Ele contém "spindles" cada  um apropriado para medir a viscosidade de fluidos em uma faixa específica: os de menor diâmetro, as maiores viscosidades; os de maior diâmetro, as menores viscosidades.
Já como exemplo de viscosímetro secundário, temos o Copo Ford, um viscosímetro de fácil manuseio, no qual a viscosidade está relacionada com o tempo de esvaziamento de um copo de volume conhecido que tem um orifício calibrado na sua base, ou seja, coloca-se uma amostra em seu interior, e se mede o tempo que o líquido leva para escoar do copo Ford por meio de um orifício no fundo. O tempo de escoamento é proporcional à viscosidade do fluido, e depende tanto do diâmetro do orifício quanto da temperatura.
Outros exemplos de viscosímetro: 
Viscosímetro capilar;
Viscosímetro de Stokes;
Viscosímetro de Hoppler;
Viscosímetro de Saybolt.
Aplicações nas indústrias: 
Os viscosímetros podem ser usados em vários tipos de indústrias diferentes, como por exemplo, as farmacêuticas e as alimentícias. 
Exemplos:
Indústria Farmacêutica: na indústria farmacêutica podemos encontrar a Glicerina, por exemplo, um produto altamente viscoso usado em pomadas, xaropes, etc.
Indústria Alimentícia: na indústria alimentícia, nós temos o mel como exemplo, que pode ser usado tanto em pães e biscoitos, como em alguns produtos cosméticos.
Indústria Petrolífera: o petróleo é usado na indústria para produzir plástico, borracha, etc. e é considerado um produto de alta viscosidade.
Os sensores químicos de fibras ópticas, também conhecidos como optodos 1-3 ou optrodos , combinam as vantagens oferecidas pelas fibras ópticas com sistemas químicos de transdução. Nestes sensores, a fase sensora (transdutor químico) é constituída por um
reagente imobilizado, sensível e preferencialmente seletivo a um dado analítico, que gera o sinal óptico, o qual é relacionado à concentração da espécie de interesse. A imobilização de um reagente pode ser realizada fisicamente, por adsorção, oclusão ou atração eletrostática, ou quimicamente, através de ligação covalente . A imobilização física do reagente por adsorção na superfície é a mais simples de ser efetuada, sendo assim, empregada com regularidade. Entretanto, tem como principal desvantagem o baixo tempo de vida útil do sensor, pois o reagente pode ser facilmente lixiviado. A oclusão do reagente em uma matriz polimérica, embora, a princípio, possa aumentar

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