relatório pratica equilibrio
10 pág.

relatório pratica equilibrio


DisciplinaQuímica Geral Experimental II49 materiais320 seguidores
Pré-visualização2 páginas
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E 
TECNOLOGIA DA BAHIA 
CAMPUS VITÓRIA DA CONQUISTA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
DANILO RAFAEL SILVA SANTOS 
IRANILDO ARAUJO OLIVEIRA 
THIAGO PRADO LINDMAN 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
AULA PRÁTICA 
EQUILÍBRIO QUÍMICO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
VITÓRIA DA CONQUISTA 
NOVEMBRO/2017 
DANILO RAFAEL SILVA SANTOS 
IRANILDO ARAUJO OLIVEIRA 
THIAGO PRADO LINDMAN 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
AULA PRÁTICA 
EQUILÍBRIO QUÍMICO 
 
 
 
Relatório apresentado ao componente 
curricular Química Geral Experimental II, no 
curso de Licenciatura em Química, do 
Instituto Federal da Bahia \u2013 IFBA, campus de 
Vitória da Conquista, ministrado pelo docente 
mestre Alessandro Santos Santana, para fins 
avaliativos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
VITÓRIA DA CONQUISTA 
NOVEMBRO/2017 
INTRODUÇÃO 
 
No início de um processo reversível, a reação se dá no sentido da formação 
dos produtos. Logo que se formam algumas moléculas de produto, começa o pro-
cesso inverso, isto é, começam a se formar moléculas de reagente a partir de molé-
culas de produto. Quando as velocidades das reações direta e inversa forem iguais e 
as concentrações dos reagentes e dos produtos não variarem com o tempo, atinge-
se o equilíbrio químico. 
O equilíbrio químico de um sistema depende de fatores como temperatura, 
pressão e concentração. Estes fatores podem deslocar o equilíbrio, tanto no sentido 
da formação dos produtos quanto no sentido da formação dos reagentes. Assim, 
quando o equilíbrio é alterado por um destes fatores, o sistema tende a encontrar um 
novo ponto de equilíbrio, no qual a energia do sistema seja a menor possível. 
Em um sistema em equilíbrio, o aumento na concentração de qualquer rea-
gente favorece a reação que consome esse reagente, e a diminuição de um reagente 
irá favorecer a reação que forma esse reagente. A temperatura exerce influência sobre 
a maioria das reações. De acordo com o princípio de Le Chatelier, em um sistema em 
equilíbrio, sob pressão constante, o aumento da temperatura desloca o equilíbrio no 
sentido da reação que absorve calor, e a diminuição da temperatura desloca o equilí-
brio no sentido da reação que libera calor. 
 
 
 
. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
OBJETIVOS 
 
\u2022 Investigar fatores que modificam o estado de equilíbrio de uma reação química, 
verificando qualitativa e experimentalmente a influência de variáveis como 
concentração das espécies reagente e produtos e a temperatura num sistema 
químico. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PROCEDIMENTOS 
 
MATERIAIS E REAGENTES: 
\u2022 10 tubos de ensaio; 
\u2022 4 beckeres 100 mL; 
\u2022 2 beckeres 1000 mL; 
\u2022 3 pipetas graduadas 10 mL; 
\u2022 1 conta gotas; 
\u2022 1 porta tubo de ensaio; 
\u2022 1 chapa de aquecimento; 
\u2022 Ácido clorídrico HCl; 
\u2022 Cloreto de cobalto (II) 0,1 molL-1; 
\u2022 Água destilada e gelo; 
\u2022 Nitrato de prata 0,1 molL-1; 
\u2022 Cloreto de sódio P.A cristal. 
 
 
PARTE EXPERIMENTAL: 
 
A. Influência da concentração no equilíbrio I 
Colocou-se em 4 tubos de ensaio as quantidades de reagentes descritas na 
Tabela 1 abaixo: 
Tabela 1 quantidades de reagentes em cada tubo de ensaio 
TUBO CoCl2 0,1 mol L-1 H2O HCl TOTAL 
1 2,5 mL 5,0 mL 0,0 mL 
7,5 mL 2 2,5 mL 2,0 mL 3,0 mL 
3 2,5 mL 1,5 mL 3,5 mL 
4 2,5 mL 0,0 mL 5,0 mL 
 
B. Influência da temperatura no equilíbrio 
a) Dividiu-se o conteúdo do tubo 3 em três porções aproximadamente iguais; 
b) Aqueceu-se a primeira porção num Becker contendo água quente (banho-
maria); 
c) Resfriou-se a segunda porção num Becker contendo água com gelo (banho 
de gelo); 
d) Manteve-se a terceira porção a temperatura ambiente como padrão de 
comparação; 
e) Aqueceu-se a segunda porção e resfriou-se a primeira. 
 
C. Influência das concentrações no equilíbrio II 
a) Dividiu-se o conteúdo do tubo 2 em três porções aproximadamente iguais; 
b) Adicionou-se cristais de CoCl2 à primeira porção e agitou-se até dissolver; 
c) Adicionou-se cristais de NaCl à segunda porção e agitou-se até dissolver; 
d) Manteve-se a terceira porção como padrão de referência; 
e) Dividiu-se a solução do tubo 4 em duas porções; 
f) Mantendo uma porção como referência, adicionou-se à segunda gotas de AgNO3 
0,1 mol L-1 e agitou-se. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RESULTADOS E DISCUSSÃO 
 
A) Influência da concentração no equilíbrio I 
Ao preparar os tubos de ensaio com as quantidades de reagentes de acordo 
com a Tabela I, obteve-se a coloração nos tubos de ensaio de acordo com a Tabela 
2 abaixo: 
 
Tabela 2 Coloração das soluções em cada tubo de ensaio 
TUBO Coloração 
1 Rosa claro 
2 Rosa escuro 
3 Roxo 
4 Azul 
 
Devido a variação de concentração obteve-se o resultado apresentado na 
Tabela II, onde nos tubos 2,3 e 3 houve o deslocamento dos estados de equilíbrio, 
diferentemente o tubo 1 onde não houve a variação do HCl. 
 
B) Influência da temperatura no equilíbrio 
Utilizando o tubo 3, e após dividi-lo em três porções aproximadamente iguais, 
ao aquecer em banho-maria a primeira porção verificou-se que esta adquiriu a 
coloração azul. Ao resfriar a segunda parte em banho de gelo, verificou-se que esta 
adquiriu coloração rosa. 
Isso pode der explicado porque desta vez, foi a alteração da temperatura que 
promoveu a mudança de coloração devido ao deslocamento do equilíbrio. A reação 
de formação do CoCl42- ocorre com absorção de energia. Ela é uma reação 
endotérmica. Quando aquecemos a solução, fornecemos energia ao sistema, que a 
absorveu, promovendo a reação endotérmica de formação do íon. Um efeito 
semelhante ocorreu ao resfriar a segunda porção. A formação do Co(H2O)62+ ocorre 
com a liberação de energia. Ela é uma reação exotérmica. O resfriamento do sistema 
favorece a liberação de energia, e por isso o íon se forma. Co(H2O)62+ tem como 
coloração característica o rosa e CoCl42- azul, por isso os resultados apresentados 
no experimento. 
Ao aquecer a segunda porção ela adquiriu coloração azul,e ao resfriar a 
primeira porção ela adquiriu coloração rosa. 
C) Influência das concentrações no equilíbrio II 
Utilizando o tubo 2, e após dividi-lo em três porções aproximadamente iguais, 
na primeira porção ao adicionar cristais de CoCl2, verificou-se que a solução adquiriu 
coloração roxa escuro. Na segunda porção ao adicionar cristais de NaCl verificou-
se que a solução adquiriu coloração roxa claro. Isso pode ser explicado pelo 
deslocamento do equilíbrio devido a variação da concentração do CoCl2, onde o tubo 
onde ele foi colocado adquiriu uma cor mais forte, evidenciando a diferença das 
cores das soluções, em relação a terceira porção que ficou como padrão de 
referência. 
Seguindo o experimento, dividiu-se a solução do tubo 4 em duas porções, man-
tendo uma como referência, e ao adicionar gotas de AgNO3 0,1 mol L-1 na segunda 
porção observou-se que esta adquiriu coloração azul com formação de precipitado. 
Segundo o princípio de Le Chatelier ao adicionarmos um sal ou um ácido que fornece 
um dos mesmos íons a uma solução saturada de sal, então o equilíbrio tende a se 
ajustar, diminuindo a concentração dos íons adicionados. No experimento o Ag rea-
giu com o Cl, formando o precipitado AgCl, sendo assim a solubilidade do sal original 
decresceu e ele precipitou. 
 
 
 
 
CONCLUSÕES 
A partir dos experimentos conclui-se que quando