AV. CONT. MET. E PRAT. DE ENSINO LÍNGUA PORTUGUESA
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AV. CONT. MET. E PRAT. DE ENSINO LÍNGUA PORTUGUESA


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29/11/2017 BDQ Prova
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Disciplina: CONT. MET. E PRAT. DE ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA
Avaliação: CEL0354_AV_201502529441 Data: 21/11/2017 09:16:37 (F) Critério: AV
Aluno: 201502529441 - DEYSE DOS SANTOS RICI
Professor:HOSANA DO NASCIMENTO
 ELISABETE LENCASTRE MENDES DOS REIS
 
Turma: 9003/AC
Nota Prova: 9,0 de 9,0 Nota Partic.: 1,0 Av. Parcial.: 2,0 Nota SIA: 10,0 pts
 
CONT. MET. E PRAT. DE ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA 
 
 1a Questão (Ref.: 873665) Pontos: 1,0 / 1,0
A gramática descritiva tem por objetivo descrever as observações linguísticas atestadas entre os falantes de uma
determinada língua. Sem prescrever normas ou definir padrões em termos de julgamento de correto-incorreto,
busca-se documentar uma língua tal como ela se manifesta no momento da descrição.
Como o preconceito linguístico é visto nessa concepção de língua?
 
Resposta: É visto que não é valorizado as variações linguísticas, não existe variedade linguística melhor do que a
outra, o que existe é uma variedade mais adequada do que a outra, dependendo da situação comunicativa.
 
 
Gabarito: Nessa perspectiva, a gramática descritiva tem uma visão despida de qualquer preconceito linguístico. O
seu campo de atuação é mais amplo, visto que contempla toda a diversidade, não se restringindo à abordagem da
variante padrão.
 2a Questão (Ref.: 976827) Pontos: 1,0 / 1,0
Pode-se afirmar que a supervalorização da língua escrita é preconceito? Justifique:
 
Resposta: Sim. Porque, no nosso país há variações linguística, e muitas vezes alguns alunos ou pessoas de
determinadas regiões acaba escrevendo como se fala, por exemplo olho acaba escrevendo "oio", filho "fio", trabalho
"trabaio" e muitas outras palavras, os alunos nção podem desviar das normas da escrita, isso para os professores
que valorizam só a gramática, regras, conceitos de norma padrão e um erro inaceitável. O professor deve trabalhar
em sala textos para debate e a produção oral e escrita a partir de texto que faz parte do cotidiano dos alunos. Nas
situações profissionais ou em meio acadêmico
 
 
Gabarito: Sim, pois , ao supervalorizar a língua escrita, despreza-se consequentemente a língua falada.
 3a Questão (Ref.: 264800) Pontos: 1,0 / 1,0
Até o início do século XX, como era o estudo da Língua Portuguesa:
 consistia no estudo da gramática, no estudo de conceitos, regras e listas de exceções da língua através de
frases ou períodos sem o menor sentido.
O objetivo na construção de frases ou períodos, ou até mesmo, na apresentação de trechos de parágrafos
era a aplicação das regra no uso da língua.
o professor de língua portuguesa apresentava textos Modernistas e de escritores contemporâneos como
primores da beleza da língua.
a criança que chegava a primeira vez na escola percebia que esta existia para apresentar, ensinar e fazer
praticar o português falado nas diversas regiões do Brasil.
havia o estudo ou análise de textos, de palavras que fizessem algum sentido ou remetessem a algum texto
para o debate e a produção oral e escrita a partir do texto.
 Gabarito Comentado.
 4a Questão (Ref.: 612550) Pontos: 1,0 / 1,0
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" A Língua não pode vista como uma questão de certo e errado. " ( Antunes, 2007). Esta afirmação pode ser
entendida como:
 A língua deve ser vista muito além de certo e errado. Por ser parte de nós mesmos, traduz as realidades
sociais e culturais. É por meio dela que interagimos com o grupo e desenvolvemos nosso pertencimento à
uma determinada comunidade.
A citação acima reforça que o trabalho do professor precisa estar voltado para o que é certo, corrigindo, em
sala, toda forma de falar que foge ao padrão.
A língua portuguesa possui uma gramática formal, tradicional e o seu uso deve ser obrigatório e rígido em
sala. Os alunos não podem desviar da norma em seus falares.
A língua portuguesa deve ser ensinada nas escolas de forma normativa, desprezando-se toda e qualquer
variante linguística presente em sala de aula.
O trabalho do professor precisa e deve ser pautado sempre no que está certo e desprezar, principalmente,
os falares presentes em sala de aula.
 Gabarito Comentado.
 5a Questão (Ref.: 594486) Pontos: 1,0 / 1,0
De acordo com os tópicos e descritores para o 5º ano em Língua Portuguesa, o professor deve:
Não incentivar processos como identificar palavas-chave, perceber intenções e analisar o contexto, pois
esses processos são complexos e restritos a séries mais avançadas.
Apresentar os conteúdos morfológicos e sintáticos com vistas à memorização e assimilação dos alunos para
um uso futuro.
 Explorar habilidades de leitura e interpretação de diversos gêneros textuais, de forma a desenvolver
competências que preparam os alunos para diversas situações sociais.
Priorizar morfologia e gramática em detrimento da semântica, pois trata-se de uma área pouco importante
da Língua Portuguesa, principalmente até o 5º ano.
Pensar nos conteúdos específicos como essenciais para o o ensino, uma vez que se o aluno não sabe
gramática não se pode aceitar que tenha domínio da língua.
 6a Questão (Ref.: 998063) Pontos: 1,0 / 1,0
Em se tratando de usos da língua portuguesa nas mais diversas situações comunicativas, só NÃO se pode afirmar
que:
É importante que as pessoas dominem o maior número de variedades linguísticas para saberem fazer
escolhas adequadas aos diferentes contextos de produção.
 Há o uso certo da língua e há o uso errado da língua para diferenciar pessoas, porque só existe uma norma,
que é a considerada a padrão. Todas as demais formas de se falar e escrever português são frutos da
ignorância;
Nas situações profissionais e nomeio acadêmico-científico, o uso da "norma padrão" da língua é privilegiado
nas interações verbais, não sendo bem visto outro meio de expressão.
Não existe variedade linguística melhor do que outra. O que existe é uma variedade mais adequada do que
outra, dependendo da situação comunicativa.
O contexto de produção da interação verbal é um indicador da escolha da variedade linguística adequada ou
de usos da língua considerados adequados para cada situação.
 7a Questão (Ref.: 675381) Pontos: 1,0 / 1,0
"Pelo que se sabe até o presente momento, a língua materna, entendida como primeira língua, é adquirida no
convívio com a sociedade, sem ensino formal, sem a presença da escola; nesse sentido, não existe ensino de língua
materna. Em matéria de gramática, o que se ensina normalmente na escola é a gramática normativa da língua de
uma comunidade, e não a língua dessa comunidade. Então, quando o falante nativo de uma língua explicita o
sentimento secular inculcado de que não sabe falar a sua própria língua, ele de fato está confundindo a sua língua
com a gramática normativa de parte de sua língua. A língua materna de uma comunidade é o seu legado maior.
Tenha ou não prestígio, ela tem de ser respeitada, porque, além de completa e perfeita do ponto de vista
lingüístico, ela faz parte da identidade de seus falantes." (Maria Marta P. Scherre. A norma do imperativo e o
imperativo da norma ¿ Uma reflexão lingüística sobre o conceito de erro. In: M. Bagno. Lingüística da norma. São
Paulo: Loyola, 2002, p. 242 De acordo com o texto,
a escola difunde um preconceito linguístico fundamentado na falta de prestígio das variedades não padrão.
hoje, não há mais a necessidade de o professor ensinar a variedade padrão da língua, pois o falante nativo
já sabe seu próprio idioma.
29/11/2017 BDQ Prova
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o mito segundo o qual o nativo não sabe falar sua própria língua será desfeito se a escola ensinar a
gramática normativa.
 o professor deve respeitar e considerar a variedade linguística trazida pelo aluno para a escola, pois,