apostila (2)
57 pág.

apostila (2)


DisciplinaEx Metologia Cientifica39 materiais199 seguidores
Pré-visualização18 páginas
é respeitar os 
componentes da equipe em suas atividades e inte-
ressar-se pelo cumprimento das metas da equipe, 
colaborando de modo aberto e espontâneo com o 
atingimento do objetivo comum. É manter os ca-
nais de comunicação sempre abertos.
\u2003
Fonte: 
http://3.bp.blogspot.com/-RG2nG0zSkGg/T49EtJxzdMI/AAAAAAA
Fonte: 
http://etiquetagem.blogspot.com.br/2010/05/comunicando.html
Testes de Software
25
O texto abaixo é da autoria de Abraham Shapiro e ilustra como a comunicação, quando existe falha, pode proporcionar resultados 
desastrosos.
\u201cClareza tem tudo a ver com resultados\u201d. Meia vida, ou mais, se perde por falta de entendimento claro sobre as coisas. E bastante 
dinheiro vai junto.
Observe como isto é certo. Você solicita algo a um de seus funcionários. Em seguida pergunta: \u201cEntendeu?\u201d Como ninguém admite 
limitações pessoais e geralmente têm um ego elevado, as pessoas respondem sempre: \u201cEntendi, sim senhor!\u201d Em seguida, elas 
saem, fazem as coisas de seu próprio modo, e só ao retornar descobrem que não haviam entendido nada do que você lhes pediu.
Falhas de comunicação viram erros e defeitos com grande facilidade e frequência.
Imagine cada funcionário da sua empresa cometendo erros. E eles cometem! Todos os dias. Erros que não são contabilizados. E 
quem paga? Vá conferir. E de quem é a culpa? Quer saber? É da falta de habilidade na comunicação.
Isto pode mudar, se você quiser. É possível aprender a se comunicar bem. Para começar, olhe para o fato de que você não nasceu sa-
bendo nada do que mais domina hoje. Teve de aprender tudo. Como aprende? Mudando comportamentos. Agora se defronta com a 
realidade de que promover novas mudanças será mais barato do que continuar gastando com retrabalho. E há outro agravante. Você 
não encontra profissional completo ou pronto. Parte da formação desejável no perfil ideal do candidato que você busca, terá de ser 
completada dentro empresa, depois de contratado. Sem isso, não há como salvar os seus funcionários do amadorismo.
E sobre a comunicação? O que fazer? Comece questionando mais. Substitua a frase: \u201cVocê entendeu?\u201d por um pedido para que o 
colaborador diga com suas próprias palavras o que pretende praticar após sair de sua sala. Você verá nisso uma atitude que irá pro-
duzir mais acertos, poupando prejuízos e dores de cabeça. \u201c
 Para finalizar, veja o que ocorre nesta cena. O sujeito entra num bar e o garçom chega dizendo:
 - Boa noite, o que o senhor toma?
 O fulano responde:
 - Eu tomo vitamina C pela manhã, o metrô para ir ao serviço e uma aspirina para dor de cabeça.
O garçom, paciente, retifica:
 - Desculpe senhor. Acho que não fui claro. Quis saber o que o senhor gostaria?
 - Tudo bem! \u2013 diz o cliente \u2013 Eu gostaria de ter uma Ferrari, uma linda namorada e um milhão de dólares na conta.
 - Não é nada disso, cavalheiro! - continua o garçom. - Eu só preciso saber o que o senhor deseja beber.
 - Agora sim! - diz o sujeito - Bem... então me diga o que é que você tem?
 E o garçom:
 - Eu? Nada, não! Imagine. Só estou um pouco chateado porque o meu time perdeu para o Corinthians hoje à tarde!
 Viu só? Imagine como não deve ser nas empresas por aí!\u201d
 Fonte: http://etiquetagem.blogspot.com.br/2010/05/comunicando.html
Testes de Software
26
Ambiente de Testes Automatizados
Cada tipo de teste possui restrições próprias relaciona-
das com o ambiente, que podem ter como dependência a 
flexibilidade e portabilidade das tecnologias utilizadas. Fa-
tores externos de software ou hardware também podem 
influenciar a definição de onde executar os testes.
Um ambiente compartilhado de testes ou ambiente 
de homologação, que é um ambiente criado para replicar 
todas as condições do ambiente de produção, contribui 
para a eficiência na execução dos testes e qualidade final 
da entrega. Não é fácil a criação e manutenção deste am-
biente, então, quando ele já está em uso, deve ser usado 
de forma abrangente.
Com o tempo, é comum esta infraestrutura do am-
biente de homologação correr o risco de ficar desatua-
lizada, e neste momento a equipe deve buscar mostrar 
aos responsáveis da área técnica a importância da manu-
tenção de um ambiente de homologação atualizado. Este 
ambiente deve espelhar o máximo possível o ambiente de 
produção, de forma a buscar garantir sucesso na execução 
dos testes.
Existem várias alternativas para criar ou montar este 
ambiente de homologação, entre elas encontramos, por 
exemplo, a virtualização, que quando usada eficazmen-
te pode gerar um ambiente adequado e de baixo custo. 
Quando há uma grande quantidade de testes sendo exe-
cutados neste ambiente simultaneamente, pode haver 
uma sensível queda de desempenho do sistema, o que 
normalmente não compromete confiabilidade dos testes.
De acordo com Delamaro, Maldonado e Jino (2007), 
os testes de desempenho, de carga, de estresse e de 
longevidade requerem um ambiente de testes similar 
ao ambiente de produção, porque os resultados obtidos 
estão diretamente relacionados com o ambiente. Os tes-
tes de segurança normalmente requerem, também, uma 
infraestrutura similar ao do ambiente de produção, pois 
espera-se que estes testes exponham as vulnerabilidades 
do sistema no ambiente adequado. Os testes de correção 
(unidade, integração, aceitação, etc) não necessitam dos 
mesmos ambientes, produção ou homologação, portanto 
há maior flexibilidade, pois pode-se usar até mesmo em 
um hardware local ou a máquina do desenvolvedor.
Quando executar os testes 
automatizados
Existem testes rápidos e alguns mais demorados para 
serem realizados. A definição de prioridades é essencial 
para o sucesso na execução dos testes.
Bernardo e Kon (2008) alegam que não é uma tarefa 
fácil alcançar uma boa qualidade em um software, pois 
os mesmos são complexos, e envolvem problemas no 
processo de desenvolvimento, como questões humanas, 
técnicas, burocráticas, de negócio e políticas, Pressman 
(2010) garante que o teste de software é um fator decisivo 
para garantir a qualidade de um programa.
Ainda de acordo com Pressman (2010), alguns testes, 
por sua simplicidade, podem ser executados a todo o mo-
mento, como os testes de desempenho e longevidade. Há 
outros que devem ser programados, como os testes de 
segurança e desempenho, os quais geram invariavelmen-
te lentidão pode causa das ferramentas que necessitam 
utilizar. Outros tipos de testes, como carga e estresse, não 
precisam ser executados a todo o momento, pois avaliam 
a infraestrutura e esta normalmente não é alterada com 
frequência.
O custo da criação destes testes automatizados nor-
malmente é bem maior do que a dos testes manuais, 
principalmente por causa da estrutura por trás deste am-
biente.
Saff e Ernst (2003) afirmam que o uso de metodologia 
ágil incentiva a criação do ambiente de integração contí-
nua, no qual se mantém o código fonte sempre testado 
e confiável, diminuindo a alocação de recursos humanos 
Testes de Software
27
em atividades de teste, pois este framework atua com en-
tregas imediatas, o que exige validação imediata. 
Importante destacar que executar testes com frequ-
ência é fundamental. É mais vantajoso executar baterias 
pequenas e frequentes de testes do que uma rara e gran-
de bateria. Além disso, as baterias de testes que não são 
executadas com frequência podem se tornar obsoletas, 
correndo o risco de ficarem desatualizadas e, consequen-
temente, não acompanharem a evolução natural dos 
componentes relacionados. 
É importante destacar que quanto mais obsoleto se 
torna um teste, mais caro fica, comprometendo recursos 
e podendo, no momento mais importante, não atender 
à solicitação de seus usuários. Também a não execução 
periódica causa acúmulos de erros ou falhas que pode 
tornar a implementação de melhorias incompatível com