Direito Penal   2ª Fase   2ª Prova
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Direito Penal 2ª Fase 2ª Prova


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OAB 2ª fase \u2013 Direito Penal
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OAB 2ª fase \u2013 Direito Penal / Obra organizada pelo 
Instituto IOB - São Paulo: Editora IOB, 2013.
ISBN 978-85-8079-085-6
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crime estabelecido na Lei nº 
9.610/1998 e punido pelo art. 184 
do Código Penal.
Sumário
Capítulo 1 \u2013 Orientações para a 2ª Fase do Exame de Ordem, 5
1. Sugerimos o Uso do Vade Mecum Penal \u2013 Ed. Rideel \u2013 
Organizador Rogério Cury, 6
2. Resposta Escrita à Acusação/Resposta Preliminar, 7
3. Casos Referentes à Matéria, 9
4. Memoriais/Alegações Finais, 9
5. Considerações Finais (Considerações Derradeiras), 11
6. Casos Referentes à Matéria, 12
7. Recursos de Competêcia Recursal da Justiça Comum Estadual, 12
8. Competência Recursal da Justiça Comum Federal, 13
9. Casos Referentes à Matéria, 17
10. Recurso em Sentido Estrito, 18
11. Casos Referentes à Matéria, 20
12. Contrarrazões de Recurso em Sentido Estrito, 21
13. Casos Referentes à Matéria, 21
14. Embargos Infringentes e de Nulidade, 22
15. Embargos de Declaração \u2013 Endereçado para a 1ª Instância, 24
16. Casos Referentes à Matéria, 25
17. Embargos de Declaração \u2013 Endereçados para a 2ª Instância, 26
18. Casos Referentes à Matéria, 26
19. Queixa-crime, 30
20. Casos Referentes à Matéria, 31
21. Relaxamento de Prisão em Flagrante, 32
22. Casos Referentes à Matéria, 34
23. Gabarito Comentado, 34
Gabarito, 38
Capítulo 1
Orientações para a 2ª Fase do 
Exame de Ordem
Na prova prático-profissional, é permitida, exclusivamente, a consulta à 
legislação sem qualquer anotação ou comentário. Não é permitido o uso de 
material didático, tais como Manuais, Livros de Doutrina, sendo também 
vedado o uso de apostilas ou material que possua modelos de peças práti-
cas, informativos de Tribunais, anotações pessoais, manuscritas, impressas 
ou transcrições, cópias reprográficas, impresso da internet, jurisprudências, 
dicionários ou qualquer outro material de consulta. Os examinandos deve-
rão trazer os textos de consulta com as partes não permitidas já isoladas, por 
grampo ou fita adesiva.
É permitido utilizar legislação não comentada, códigos, leis de introdu-
ção dos códigos, índice remissivo, instruções normativas, exposição de moti-
vos, súmulas, enunciados, regimento interno, resoluções de tribunais, marca-
-texto, traço ou simples remissão a artigos ou à lei e separação de códigos 
por cores, marcador de página, post-it com remissão apenas a artigo ou à lei, 
clipes ou similares.
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1. Sugerimos o Uso do Vade Mecum Penal \u2013 
Ed. Rideel \u2013 Organizador Rogério Cury
1 \u2013 Fique atento à leitura do problema proposto e à fase processual que se 
encontra. Você deve utilizar somente os dados fornecidos pelo problema, sem 
acrescentar algo alheio ao enunciado. Não assine a peça e nem forneça quais-
quer outros dados pessoais.
2 \u2013 Reserve cerca de 3 horas para a elaboração da peça prático-profissional 
e aproximadamente 25 a 30 minutos para cada questão, quando a prova tiver 
duração de 5 horas.
3 \u2013 Antes de iniciar a elaboração da peça, realize um pequeno rascunho, 
contendo um esquema do que vai ser produzido, ou seja, anote qual a peça, 
para quem vai ser encaminhada, qual a tese, qual o pedido, etc. Após, inicie a 
feitura da peça.
4 \u2013 Durante a elaboração da peça e questões, não utilize palavras repetidas. 
Cuidado para não repetir a mesma palavra no início de parágrafos próximos, 
como também no mesmo parágrafo. Cite artigos de lei e súmulas, não bastan-
do fazer constar seu conteúdo.
5 \u2013 Cuidado com os erros de grafia, acentuação e português. Eles podem 
levar à reprovação.
6 \u2013 Na prova prático-profissional, os examinadores avaliarão o endereça-
mento, teses (preliminares e mérito), raciocínio jurídico, a fundamentação e 
sua consistência, a capacidade de interpretação e exposição, a correção grama-
tical, pedido e a técnica profissional demonstrada. Lembramos aos candidatos 
que, seja na(s) tese(s) e pedido(s), sempre devem citar artigos de lei e/ou súmu-
las no corpo da peça, tendo em vista que isto vem sendo exigência da FGV.
7 \u2013 A procura dos temas nos Códigos deve ser feita a partir do índice alfabé-
tico remissivo. Isto agiliza sua procura e, consequentemente, o tempo de prova 
será melhor aproveitado.
8 \u2013 Cada parágrafo feito deve ser analisado para que não reste nenhum erro, 
como também para que o parágrafo seguinte não seja repetição do anterior.
9 \u2013 A letra apresentada pelo candidato deve ser legível, pois poderá correr 
o risco do examinador não entendê-la ou até mesmo interpretá-la de modo 
diverso do que está realmente escrito.
10 \u2013 As questões devem ser respondidas de forma objetiva, indo ao cerne 
do tema proposto.
Lembramos aos candidatos que na respostas devem citar artigos de lei e/ou 
súmulas, tendo em vista que isto vem sendo exigência da FGV.
11 \u2013 O candidato deve iniciar a prova com a elaboração da peça profissional 
e, em seguida, responder às questões.
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12 \u2013 Importante lembrar que o examinador fará a correção da prova anali-
sando a conduta de um profissional. Portanto, o uso de técnica profissional é 
imprescindível (boas frases, bons parágrafos, comentários técnicos e adequados 
para o caso, citação de artigos e súmulas).
13 \u2013 O candidato deve utilizar de raciocínio jurídico, amparado por legisla-
ção e súmulas do STJ e STF.
14 \u2013 Para a redação da peça profissional, o examinando deverá formular tex-
to com extensão máxima de 150 (cento e cinquenta) linhas; para a redação das 
respostas às questões práticas, a extensão máxima do texto será de 30 (trinta) li-
nhas para cada questão. Será desconsiderado, para efeito de avaliação, qualquer 
fragmento de texto que for escrito fora do local apropriado ou que ultrapassar a 
extensão máxima permitida.
15 \u2013 Quando da realização das provas prático-profissionais, caso a peça pro-
fissional e/ou as respostas das questões práticas exijam assinatura, o examinan-
do deverá utilizar apenas a palavra \u201cADVOGADO\u201d. Ao texto que contenha 
outra assinatura, será atribuída nota 0 (zero), por se tratar de identificação do 
examinando em local indevido.
16 \u2013 Na elaboração dos textos da peça profissional e das respostas às ques-
tões práticas, o examinando deverá incluir todos os dados que se façam necessá-
rios, sem, contudo, produzir qualquer identificação além daquelas fornecidas e 
permitidas no caderno de prova. Assim, o examinando deverá escrever o nome 
do dado seguido de reticências (exemplo: \u201cMunicípio...\u201d, \u201cData...\u201d, \u201cAdvoga-
do...\u201d, \u201cOAB...\u201d, etc.). A omissão de dados que forem legalmente exigidos ou 
necessários para a correta solução do problema proposto acarretará em descon-
tos na pontuação atribuída ao examinando nesta fase.
17 \u2013 Nos casos de propositura de peça inadequada para a solução do proble-
ma proposto, considerando, neste caso, aquelas peças que justifiquem o inde-
ferimento liminar por inépcia, principalmente quando se tratar de ritos proce-
dimentais diversos, como também quando não se possa aplicar o princípio da 
fungibilidade nos casos de recursos,