Curso vigilancia epidemiologica
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Curso vigilancia epidemiologica


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Laboratórios de Referência Nacional
Laboratórios estratégicos
Laboratórios de fronteira
Nível de Biossegurança 3
- Instituto Evandro Chagas (IEC/PA)
- Centro de Pesquisas Aggeu Magalhães (CPqAM/PE)
- Instituto Adolfo Lutz (IAL/SP)
- Fundação Ezequiel Dias (Funed/MG)
- Lacen/DF
- Lacen/RS
- Fiocruz/BA
- Fiocruz/RJ
- Lacen/CE
- Instituto de Medicina Tropical/AM
- Cepem/RO
- Instituto Pasteur/SP
Vila Pacaraima
Oiapoque
Tabatinga
Brasiléia
Guajará-Mirim
Cáceres
Corumbá
Ponta Porã
Foz do Iguaçu
Dionísio Cerqueira
Chuí
São Borja
Uruguaiana
Santana do Livramento
IAL/SP
Meningites 
bacterianas
Vírus 
respiratórios 
agudos
Hantavírus
Coqueluche
Difteria Instituto 
Pasteur
Raiva
CRPHF/RJ
Micobactérias
Fiocruz/RJ
Sarampo/
Rubéola
Hepatites
Leishmaniose 
tegumentar
Enteroviroses
Vibrios e outras 
enterobactérias
Vírus 
respiratórios 
agudos
Leptospirose
Hanseníase
IEC/PA
Arboviroses
Vírus 
respiratórios 
agudos
Hantavírus
Hepatites virais
CPqAM/
Fiocruz/PE
Peste
Filariose
Doença de 
Chagas
Funed/MG
Leishmaniose 
visceral
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Módulo II CBVE
QUESTÃO 14: Em que nível do sistema está inserido o laboratório de sua área de atuação? Qual é o relacionamento de sua 
unidade com esse laboratório?
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Para que as ações de vigilância epidemiológica sejam e\ufb01cazes, é essencial a participação do 
laboratório na investigação do patógeno, ou de seus produtos encontrados em tecidos ou \ufb02uídos 
biológicos do hospedeiro. Para que isso seja possível, são necessários cuidados especiais no proce-
dimento de coleta, conservação e transporte das amostras, sensibilidade dos métodos utilizados e 
inplantação efetiva de um programa de vigilância laboratorial. As informações sobre as técnicas 
de coleta, procedimentos de conservação e transporte de amostras estão descritas em manuais que 
padronizam e norteiam essas atividades, contribuindo para minimizar o percentual de amostras 
impróprias para análise.
Outra questão que ocorre, prejudicando o diagnóstico etiológico, é o extravio de amostra. Para 
evitá-lo, deve-se estabelecer um controle sistemático de todo procedimento de envio de amostras e 
recebimento de resultados, com preenchimento correto dos dados pessoais, clínicos e epidemioló-
gicos a serem enviados. A prática correta de tais procedimentos é fundamental para o sucesso das 
investigações.
QUESTÃO 15: Qual o \ufb02uxo estabelecido na rede à qual o seu laboratório está diretamente ligado? Quais as causas mais 
comuns, citadas pelo laboratório de referência, em relação às amostras classi\ufb01cadas como impróprias para análises?
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Sistema Nacional de Vigilância EpidemiológicaCBVE
QUESTÃO 16: Em média, quais são os intervalos entre a coleta de amostras, o envio e chegada ao laboratório e o retorno 
dos resultados?
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2.3. Interpretação dos dados e análise de informações
Os dados coletados pelos sistemas rotineiros de informações e nas investigações epidemiológicas 
são consolidados e ordenados de acordo com as características de pessoa, de lugar e de tempo, em 
tabelas, grá\ufb01cos, mapas da área em estudo e outros. Essa disposição fornecerá uma visão de conjunto 
das variáveis selecionadas para análise, por tipo de doença ou evento investigado, e sua comparação 
temporal com períodos semelhantes de anos anteriores.
É importante lembrar que, além das freqüências absolutas, devem ser calculados coe\ufb01cientes 
(incidência, prevalência, letalidade e mortalidade, entre outros) que permitam uma melhor compa-
ração das ocorrências.
A partir do processamento dos dados, deve-se realizar uma análise criteriosa, de maior ou menor 
complexidade, a depender da sua disponibilidade e da formação pro\ufb01ssional da equipe, transfor-
mando-os em INFORMAÇÃO, capaz de orientar a adoção das medidas de controle. Quanto mais 
oportuna for a análise, mais e\ufb01ciente será o sistema de vigilância epidemiológica.
QUESTÃO 17: Como é realizada a análise das informações de vigilância epidemiológica em seu Município/Região/
Estado?
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Módulo II CBVE
2.4. Recomendações e medidas de controle