Trabalho sobre  aracnídeos( aranhas que oferecem riscos a suade humana )

Trabalho sobre aracnídeos( aranhas que oferecem riscos a suade humana )


DisciplinaZoologia2.946 materiais19.007 seguidores
Pré-visualização2 páginas
devido ao seu comportamento em que logo após a copula, a fêmea devora o macho.
A fêmea tem ate 1 cm de corpo e 3 cm de envergadura das pernas, o abdome globoso, negro, com desenhos de colorido vermelho vivo ou corpo esverdeado ou acinzentado com manchas alaranjadas. As manchas de cor vermelha ou laranja do ventre apresentam-se em forma de ampulheta. Os olhos são dispostos em duas fileiras de quatro (4-4). Suas teias são irregulares e construídas sob pequenos arbustos, são encontradas em áreas urbanas, restingas, áreas florestadas, cerrado, nessas áreas essas possui limitações como por exemplo a altitude, sendo que essa e pouco observada em ambiente domiciliar, não são agressivas e chegam a simular a morte quando agredidas, podendo ate mesmo encontrar-se espécimes de diferentes idades partilhando a mesma teia. Os machos possuem cerca de 3 mm e não oferecem perigo.
A alpha-latrotoxina é o principal componente tóxico da peçonha da Latrodectus. Atua sobre terminações nervosas sensitivas provocando quadro doloroso no local da picada. Sua ação sobre o sistema nervoso autônomo, leva à liberação de neurotransmissores adrenérgicos e colinérgicos e, na junção neuromuscular pré-sináptica, altera a permeabilidade aos íons sódio e potássio. 
Geralmente, o quadro se inicia com dor local em cerca de 60% dos casos, de pequena intensidade, evoluindo para sensação de queimadura 15 a 60 minutos após a picada. Pápula eritematosa e sudorese localizada são observadas em 20% dos pacientes. Podem ser visualizadas lesões puntiformes. Na área da picada há referência de hiperestesia e pode ser observada a presença de placa utriculariforme acompanhada de enfartamento ganglionar regional. Em casos mais graves pode causar edema pulmonar agudo.
O soro antilatrodectus é indicado nos casos graves, na dose de uma a duas ampolas por via intramuscular. A melhora do paciente ocorre de 30 minutos a três horas após a soroterapia. 
Medidas de controle 
As aranhas devem ser controladas devido ao risco que proporcionam a vida humana, mas exterminá-las não seria viável já que essas são predadoras de insetos que podem ser carreadores de doenças como baratas e moscas, além disso essas são essenciais para o equilíbrio do meio ambiente.
Para o controle medidas simples devem ser tomadas, como manter limpo o quintal, jardins e terrenos baldios, o forro da casa, não acumular tijolos, madeiras e restos de lixo; 
Aparar a grama de jardins e sempre recolher as folhas caídas;
Sempre utilizar calçados e luvas durante essas atividades de limpeza 
Manter armários e gavetas sempre fechados, pois esses podem servir de abrigo para esses animais;
Examinar roupas e calçados antes de usá-los;
O controle químico não e o mais aconselhado pois além de poluir o meio ambiente também pode afetar a vida de outros seres vivos, sabe-se que aracnídeos em geral costumam ficar por um longo período de tempo em apenas um lugar, sendo assim esse método não resolveria o problema e teria um alto custo.
Conclusão 
Conclui-se que as aranhas dos gêneros explorados no seguinte trabalho oferecem grande risco a saúde humana sendo necessário o controle de suas populações, no entanto não deve-se eliminar as espécies descritas pois essas possuem um papel extremamente importante no controle de insetos e são essenciais para se manter a biodiversidade e o meio ambiente. 
Bibliografia 
C. Palmira ; M. Marisa de Azevedo- Marques& Sylvia Evelyn Hering Docentes. Departamento de Puericultura e Pediatria. Docente. Departamento de Clínica Médica. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USP 
http://revista.fmrp.usp.br/2003/36n2e4/41acidentes_animais_peconhentos_escorpioes_aranhas.pdf
Assessoria de Comunicação\u201eo e Educação\u201eo em Saúde/Ascom/Pre/FUNASA Fundação\u201eo Nacional de Saúde(FUNASA)MS Setor de Autarquias Sul, Quadra 4, Bl. N, 5º Andar, Sala 517 CEP.: 70.070.040 \u2013 Brasília - DF 
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/funasa/manu_peconhentos.pdf
S. Selma ; T. Ingrid ;C. Gabriela ;A. Rafael Edufal - Editora da Universidade Federal de Alagoas Campus A. C. Simões, BR 104, Km, 97,6 - Tabuleiro do Martins - CEP: 57.072-970 Maceió - Alagoas 
http://www.usinaciencia.ufal.br/multimidia/livros-digitais-cadernos-tematicos/Escorpioes_Aranhas_e_Serpentes.pdf
Lozano T.; Renate Schwartz ;J. Robiran ; F. Marta . Estagiários. Prof. Dra. NEC-PUCPR. Dept. Biologia 
http://www.seb-ecologia.org.br/viiiceb/pdf/705.pdf
Tania K. Brazil , Clarissa M. Pinto-Leite, Lina M. Almeida-Silva1, Rejâne M. Lira-da-Silva e Antonio D. Brescovit ;Núcleo Regional de Ofiologia e Animais Peçonhentos da Bahia (NOAP), Departamento de Zoologia, Instituto de Biologia, Universidade Federal da Bahia; Salvador, BA Laboratório de Artrópodos, Instituto Butantan; São Paulo, SP, Brasil 
http://www.gmbahia.ufba.br/ojs/index.php/gmbahia/article/viewFile/993/97
Zuben A. 
Médica Veterinária da Vigilância à Saúde do Distrito Sul Com a colaboração dos técnicos: 
Almeida M.
Bióloga da Vigilância à Saúde do Distrito Sul Técnico em Química da Vigilância à Saúde do Distrito Sul 
Figueiredo A. 
Médico Veterinário Sanitarista Especialista em Saúde Pública Veterinária Coordenador do Centro de Controle de Zoonoses de Campinas 
http://www.campinas.sp.gov.br/sa/impressos/adm/FO086.pdf
Castro A., Silva T. e Silva J.
. Primeira Autora é Estudante de graduação do Departamento de Medicina Veterinária, Universidade Federal Rural de Pernambuco. Rua Dom Manoel de Medeiros, s/n \u2013 Dois Irmãos. CEP: 52171-900. Recife/PE Segunda Autora é Estudante de graduação do Departamento de Medicina Veterinária, Universidade Federal Rural de Pernambuco. Rua Dom Manoel de Medeiros, s/n \u2013 Dois Irmãos. CEP: 52171-900. Recife/PE Terceiro Autor é Professor Adjunto do Departamento de Medicina Veterinária, Universidade Federal Rural de Pernambuco. Rua Dom Manoel de Medeiros, s/n \u2013 Dois Irmãos. CEP: 52171-900. Recife/PE.
http://www.eventosufrpe.com.br/jepex2009/cd/resumos/r0947-1.pdf