tese leila benitez
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tese leila benitez


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qualificação 
comercial). 
 
175
Tabela 41 - Resultados do teste Qui-Quadrado para variáveis sob estudo 
 
177
Tabela 42 - Coordenadas principais das linhas (variável peso). 
 
178
Tabela 43 - Coordenadas principais das colunas (variável peso). 
 
178
Tabela 44 - Coordenadas principais das linhas (variável cor). 
 
180
Tabela 45 - Coordenadas principais das colunas (variável cor). 
 
180
Tabela 46 - Coordenadas principais das linhas (variável forma). 
 
181
Tabela 47 - Coordenadas principais das colunas (variável forma). 
 
182
Tabela 48 - Coordenadas principais das linhas (variável pureza). 
 
183
Tabela 49 - Coordenadas principais das colunas (variável pureza). 
 
183
Tabela 50 - Coordenadas principais das linhas (variável dissolução). 
 
184
Tabela 51 - Coordenadas principais das colunas (variável dissolução). 
 
185
Tabela 52 - Coordenadas principais das linhas (clivagem superimposta). 
 
186
Tabela 53 - Coordenadas principais das colunas (clivagem superimposta). 
 
186
Tabela 54 - Coordenadas principais das linhas (variável capas). 
 
187
Tabela 55 - Coordenadas principais das colunas (variável capas). 
 
188
Tabela 56 - Coordenadas principais das linhas (qualificação comercial). 
 
189
Tabela 57 - Coordenadas principais das colunas (qualificação comercial). 
 
189
Tabela 58 - Síntese das características mais importantes das populações de 
diamantes das províncias estudadas, enfatizando os aspectos 
\u201crelevantes\u201d e \u201ccontrários\u201d. 
 
191
 
 xv
LISTA DE FOTOGRAFIAS 
 
 
Foto 1 - Afloramento do Conglomerado Sopa, na região de Guinda. 
 
63
Foto 2 - Detalhe de um afloramento do Conglomerado Abaeté, na Serra da 
Água Fria. 
 
64
Foto 3 - Afloramento de depósito coluvionar diamantífero, na região de 
Guinda. 
 
65
Foto 4 - Afloramento do Conglomerado Grão Mogol, às margens do rio 
Itacambiruçu. 
 
77
Foto 5 - Rio Abaeté, na região de São Gonçalo do Abaeté, área onde 
encontra-se em atividade as instalações da GAR Mineração. 
 
88
Foto 6 - Afloramento do Kimberlito Régis, onde nota-se o solo com 
coloração esverdeada devido ao avançado estágio de alteração. 
 
97
Foto 7 - Garimpo manual no rio Santo Inácio, imediações de Coromandel. 
 
100
Foto 8 - Garimpeiro lavando o cascalho dentro de uma \u201clavadeira\u201d. 
 
101
Foto 9 - Virada de peneira para apuração. 
 
101
Foto 10 - Caminhão depositando cascalho em um jigue (Rio Santo Inácio). 
 
103
Foto 11 - Balsa de garimpo no rio Dourados. 
 
103
Foto 12 - Jigue em funcionamento na parte interna da balsa de garimpo. 
 
104
Foto 13 - Vista da área do empreendimento da Mina Canastra-1. 
 
112
Foto 14 - Vista do blow NW do kimberlito Canastra-1, ressaltando seu 
aspecto circular, dado pela quebra na vegetação. 
 
113
Foto 15 - Resquícios expostos de afloramento do kimberlito Canastra-1, na 
área de amostragem da SAMSUL Mineração. 
 
115
Foto 16 - Superfície aflorante do limite entre o yellowground e o blueground, 
que agora constitui o topo da intrusão, com os sedimentos 
coluvionares que antes recobriam o corpo aflorando à meia-encosta. 
 
116
Foto 17 - Detalhe da presença de granadas de diferentes colorações no 
afloramento do kimberlito Canastra-1. 
 
116
Foto 18 - Cachoeira Casca d´Anta, no rio São Francisco, com 
aproximadamente 200 m de queda, onde diamantes eram 
garimpados acima e a jusante da mesma, até a implantação do 
 xvi
Parque Nacional da Serra da Canastra, em 1972. 
 
117
Foto 19 - Diamantes do Distrito de Diamantina, denotando formas 
rombododecaedro e octaedro (peso em torno de 2 ct). 
 
192
Foto 20 - Diamantes do Distrito de Jequitaí. A maior pedra à esquerda pesa 
2,65 ct. 
 
194
Foto 21 - Detalhe de um cristal do Distrito de Jequitaí, com peso de 
aproximadamente 4 ct. 
 
194
Foto 22 - Pequeno lote de diamantes do Distrito de Grão Mogol. 
 
194
Foto 23 - Lote de diamantes do Distrito de Diamantina, ressaltando a nítida 
presença de capas e pontos verdes (peso em torno de 1 ct). 
 
194
Foto 24 - Diamantes da região de Coromandel com alta quilatagem e 
presença de dissolução marcante. As cores que predominam são 
incolor e incolor-amarelado e ocorrem fancies (amarelo canário e 
rosa light). O octaedro no canto inferior direito pesou 4,7 ct. 
 
195
Foto 25 - Diamante rosa light pesando 5,92 ct, recuperado do rio Santo 
Antonio do Bonito, em Coromandel. 
 
195
Foto 26 - Diamante rosa intenso pesando 0,48 ct, recuperado do rio 
Douradinho, em Coromandel. 
 
195
Foto 27 - Lote de diamantes da Província da Serra da Canastra. Cristais 
pequenos, quase sempre incolores, com forma octaédrica e pouca 
dissolução. 
 
196
Foto 28 - Lote de diamantes da região de Coromandel. Nota-se intensa 
dissolução, formas irregulares, incolores e alguns com inclusões 
grandes (o cristal maior pesa 13,2 ct). 
 
197
Foto 29 - Lote de diamantes da Província Noroeste São Francisco, 
ressaltando sua heterogeneidade. Nota-se cristais com dissolução, 
formas rombododecaédricas, octaédricas, irregulares e lascas; de 
incolores a amareladas e marrons, sendo uma rosa light; algumas 
com capa verde e as de maior quilatagem clivadas. 
 
198
Foto 30 - Diamantes da Província Noroeste São Francisco, com lascas e 
quebras perceptíveis, os dois centrais com frosting e o da esquerda 
com cor fancy rosa. Este último diamante pesou 1,8 ct. 
 
199
Foto 31 - Microdiamantes do rio Douradinho. Nota-se alguns cristais com 
capa verde mas com características típicas da região, alguns de cor 
fancy (amarelo canário); e com formas de rombododecaedro, 
octaedro e irregular; muito dissolvidos e lascas. 
 
200
 xvii
Foto 32 - Agregados cristalinos borts escuros, encontrados com relativa 
freqüência no rio Abaeté (maior com 33,12 ct e o menor com 1,72 
ct). 
 
201
Foto 33 - Diamantes de qualificação industrial da Província Serra da 
Canastra. O cristal mais superior pesou 2,6 ct. 
 
202
 
 
 
LISTA DE SIGLAS 
 
 
AC 
 
Análise de Correspondência 
BRGM 
 
Bureau de Recherches Geologiques et Mineries (Paris, FR) 
CNCD 
 
Cadastro Nacional do Comércio de Diamantes Brutos 
CODEMIG 
 
Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais 
COMIG 
 
Companhia Mineradora de Minas Gerais 
COOPERGAC 
 
Cooperativa dos Garimpeiros de Coromandel 
CPK 
 
Certificado do Processo de Kimberley 
CSMAT 
 
Controlled source audio frequency magneto-telurics 
Ct 
 
Quilate (=0,2 g) 
DNPM 
 
Departamento Nacional de Produção Mineral 
FBPK 
 
Fórum Brasileiro do Processo de Kimberley 
GPR 
 
Ground penetrating radar 
GW 
 
Global Witness 
IPT 
 
Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo 
KPCS 
 
Kimberley Process Certification Scheme 
MIDIC 
 
Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior 
MPLA 
 
Movimento Popular de Libertação de Angola 
ONU 
 
Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas 
PAC 
 
Partnership Africa Canada 
PK 
 
Processo de Kimberley 
PROSPEC 
 
PROSPEC S/A Prospecções e Aerolevantamentos 
RTC 
 
Relatório de Transações sobre a Produção e Comercialização de 
Diamantes Brutos 
 
SECEX 
 
Secretaria da Receita Federal e de Comércio Exterior 
SH Sistemas Harmonizados de Codificação e Designação de Mercadorias 
 
SOPEMI 
 
Pesquisa e Exploração de Minérios S/A 
SPCK 
 
Sistema de Certificação do Processo de Kimberley 
UNITA 
 
União para Independência Total de Angola 
USGS 
 
United States Geological Survey 
 
 
 xx
RESUMO 
 
A partir do pressuposto de que lotes de diamantes provenientes