Aula 01 a 10 propriedade intelectual
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Aula 01 a 10 propriedade intelectual


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de fornecimento de produtos e serviços 
ocorrer fora do estabelecimento comercial, especialmente por telefone ou a domicílio. 
DISTINÇÃO ENTRE VÍCIO E DEFEITO DO PRODUTO OU SERVIÇO 
VÍCIO - Características de qualidade e quantidade que tornam os produtos ou contratação de serviços 
impróprios ou inadequados ao consumo a que se destinam e também lhe diminuam o valor. Problemas que 
fazem com que o produto funcione mal, como uma televisão sem som, o automóvel que \u201cmorre\u201d a toda 
hora etc. 
DEFEITO - Vício acrescido de um problema extra, alguma coisa extrínseca ao produto ou serviço que 
causa um dano maior do que simplesmente o mau funcionamento. 
VÍCIOS OCULTOS - São aqueles que só aparecem algum ou muito tempo depois após o uso e/ou que, por 
estarem inacessíveis ao consumidor, podem ser detectados na utilização ordinária. 
Aula 06
LEI No 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998 
Art. 1º Esta Lei regula os direitos autorais, entendendo-se sob esta denominação os direitos de autor e os 
que lhes são conexos. 
Art. 3º Os direitos autorais reputam-se, para os efeitos legais, bens móveis. 
Art. 4º Interpretam-se restritivamente os negócios jurídicos sobre os direitos autorais. 
Art. 5º Para os efeitos desta Lei, considera-se: 
I - publicação - o oferecimento de obra literária, art ística ou científica ao conhecimento do público, 
com o consentimento do autor, ou de qualquer outro titular de direito de autor, por qualquer forma ou processo.
Art. 5º Para os efeitos desta Lei, considera-se: VII - contrafação - a reprodução não autorizada. 
CONTRAFAÇÃO - É a usurpação ou violação dos direitos autorais. É a reprodução ilícita de uma obra, ou 
parte dela, sem autorização do autor originário. 
VIII - obra: 
a) em co-autoria - quando é criada em comum, por dois ou mais autores; 
h) coletiva - a criada por iniciativa, organização e responsabilidade de uma pessoa física ou 
jurídica, que a publica sob seu nome ou marca e que é constituída pela participação de diferentes 
autores, cujas contribuições se fundem numa criação autônoma. 
São características fundamentais dos direitos morais do autor: 
PESSOALIDADE, PERSONALIDADE - São direitos de natureza pessoal, inserindo-se nessa categoria direitos 
de ordem personalíssima, são também perpétuos ou perenes, não se extinguindo jamais. 
INALIENABILIDADE - São direitos inalienáveis, não podendo, pois, ingressar legitimamente no comércio 
jurídico. Mesmo se o criador quiser, deles não pode dispor. 
IMPRESCRITIBILIDADE - São direitos que comportam exigência por via judicial a qualquer tempo. 
IMPENHORABILIDADE - São direitos impenhoráveis, não suportando constrição judicial. 
Art. 27. Os direitos morais do autor são inalienáveis e irrenunciáveis. 
Aula 07
Artigos 28, 29 (I e IV) e 41 - Dos direitos patrimoniais do autor e sua duração . 
Artigos 46, I, \u201ca\u201d, \u201cb\u201d, \u201cc\u201d e \u201cd\u201d, II, III, 47 e 48 - Das limitações aos Direitos Autorais. 
DIREITOS PATRIMONIAIS DO AUTOR 
Direito exclusivo sobre a criação. 
A autonomia do editor está limitada e sob controle. 
Necessidade de autorização prévia e expressa do autor para a u tilização da obra. 
Os direitos patrimoniais do autor perduram por setenta anos contados de 1º de janeiro do ano 
subsequente ao de seu falecimento, obedecida a ordem sucessória da lei civil. 
PARÁFRASE - É o refazimento de um texto com outras palavras e forma no Intuito de adornar o sentido. 
PARÓDIA - É a imitação burlesca de uma obra literária. 
Aula 08
Lei nº 9609, de 19 de Fevereiro de 1998 
Art. 1º - Programa de computador é a expressão de um conjunto organizado de instruções em linguagem natural ou codificada... 
PROGRAMA DE COMPUTADOR - É um bem produzido pelo esforço de alguém que detém o conhecimento em um ou mais tipos de linguagens de programação. 
Artigos 2º, §1º, §2º e §3º - Da proteção ao direito de autor e do registro 
Direito de reivindicar a paternidade do programa de computador. 
Direito de opor-se a alterações não autorizadas. 
Direito assegurado pelo prazo de cinquenta anos, contados a partir de 1º de janeiro do ano subsequente 
ao da sua publicação ou, na ausência desta, da sua criação. 
OBSERVAÇÃO: Estes direitos independem de registro.
 
PROGRAMA PERTENCE AO EMPREGADOR: 
Quando o programa de computador é desenvolvido por profissional com vínculo empregatício. 
PROGRAMA PERTENCE AO EMPREGADO: 
Quando o programa de computador é desenvolvido por programador empregado que desenvolve 
software fora da sua relação de trabalho. 
Artigos 7º, 8º, § único - Das garantias ao usuário de programa de computador 
PRAZO DE VALIDADE TÉCNICA - Deverá ser especificado no contrato de licença, no documento fiscal 
correspondente, no suporte físico ou nas embalagens do produto. 
Artigo 12, §1º e §2º- Das Infrações e das penalidades 
Reprodução de programas de computador para fins de comércio é crime. 
É apenado quem vende, expõe à venda, introduz no país, adquire, oculta ou tem em d epósito, para fins 
de comércio, original ou cópia de programa de computador, produzido com violação de direito de autor. 
A cópia de um único exemplar pelo usuário para backup não ofende o direito autoral, desde que o 
detentor seja o proprietário do exemplar e o tenha adquirido por meio legal. 
Aula 09
Lei 9279, de 14 de maio de 1996 
O QUE É UMA PATENTE - A Patente é um título de propriedade temporário concedido pelo Estado, com 
base na Lei de Propriedade Industrial, às pessoas que inventam novos produtos ou processos, ou fazem 
aperfeiçoamentos destinados a aplicação industrial. É importante saber que a concessão deste direito é 
temporária e apenas válida no país no qual a proteção foi concedida. 
QUEM PODE SER TITULAR DE UMA PATENTE - A empresa, instituição (pessoa ju rídica), ou o próprio 
inventor (pessoa física), podem requerer a titularidade de uma patente no órgão competente do país de 
interesse. 
No Brasil a instituição responsável pela concessão é o INPI \u2013 Instituto Nacional da Propriedade Industrial. 
O artigo 8º estabelece que as invenções devem atender aos requisitos de novidade, atividade inventiva 
e aplicação industrial. 
Artigos 94, 95 - Desenhos industriais 
O Desenho Industrial - é a forma plástica de um objeto ou conjunto ornamental de linhas e cores que 
possa ser aplicada a um produto, propiciando resultado visual novo e original. 
NOVO - O desenho industrial deve preencher o requisito \u201cnovidade\u201d, sendo diferente daquele que se 
encontra no estado da técnica. 
ORIGINAL - Sua configuração usual deve ser percebida como distintiva. O desenho proposto não pode ser 
confundido com objetos conhecidos, quando colocados lado a lado. 
Aula 10 
Lei 9279, de 14 de maio de 1996 
PROPRIEDADE INDUSTRIAL - A lei proíbe o registro de sinais acessíveis apenas a outros sentidos humanos 
que não a visão, não abrangendo os conceitos de marcas olfativas, gustativas, sonoras e táteis. 
MARCA DE PRODUTO OU SERVIÇO - Utilizada para distinguir um produto ou serviço de outro idêntico, 
semelhante ou afim, de origem distinta. (Yahoo, Google). 
MARCA DE CERTIFICAÇÃO - Utilizada para atestar a conformidade de um produto ou serviço com 
determinadas normas ou especificações técnicas, quanto à qualidade, natureza, mate rial utilizado e 
metodologia empregada. (Inmetro, ISSO). 
MARCA COLETIVA - Utilizada para identificar produtos ou serviços que provêm de membros de uma 
determinada entidade. (Coopercolina, coodetec). 
Artigo 195 I, II, III, IV, V, VI, VII, VIII, IX - Dos Crimes Contra Concorrência Desleal 
Publicidade falsa: ato da veiculação da publicidade a terceiros, contendo inverdades. 
Falsa informação: ato sem o emprego especial de meio de publicidade, bastando a comunicação oral a 
mais de uma pessoa. 
Desvio de clientela: desleal aplicação de artimanhas das mais variadas para conquistar clientes alheios. 
Uso indevido de sinais: ato de usar de forma indevida uma expressão ou sinal de propaganda alheia, ou 
imitar, criando confusão entre produtos, serviços, estabelecimentos.