Fichamento   A Revolução Inglesa
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Fichamento A Revolução Inglesa


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de partidos interessantes ajudaram a manter os 
seguidores puritanos ao lada da igreja e da Nação\u201d 
\u201cOs inconformistas puritanos tinham, portanto, a firme promessa de um ato de tolerância do 
partido tory e da suposta herdeira do trono. Nesta análise fria e espirituosa da situação, o 
oportunista explana aos puritanos os perigos de uma aliança com os jesuítas e a necessidade 
de solidariedade nacional contra Jaime.\u201d (pg. 35) 
\u201cTodos que foram aliviados, pela Declaração de indulgência de verdadeira perseguição. 
Pensando que tinha os puritanos a seu lado, ele procedeu a remodelação das magistraturas 
dos condados, das corporações que governavam as cidades e dos órgãos que elegiam os 
membros do Parlamento\u201d (pg. 36) 
\u201cJaime II repetiu a ação de seu irmão para eliminar tories e anglicanos de uma vez das 
corporações e substituir por católicos romanos e puritanos. (pg. 36) 
\u201cFanáticos\u201d suficientes \u2013 como os tories chamavam todos os puritanos \u2013, haviam integrado o 
partido do rei para encorajá-lo em sua política e para enfurecer contra ele os mais leais tories; 
mas estes complacentes políticos que agora, como os \u201chomens do rei\u201d, ocupavam as 
corporações municipais, não eram suficientemente fortes em número ou em caráter para ter 
qualquer influência considerável.\u201d(pg. 37) 
\u201c Os esforços de Jaime durante a maior parte de 1687 e 1688 eram dirigidos à organização 
de uma nova Câmara de Comuns, que sustentaria sua política e repelia a lei de Habilitação\u201d. 
(pg. 37) 
\u201cJaime, depois de ter dissolvido seu velho Parlamento tory, ele de fato jamais convocou outro, 
apesar de não ter abandonado totalmente a ideia O completo colapso do poder real, condado 
após condado, quando Guilherme desembarcou, foi devido ao fato de que o rei não tinha 
nenhuma magistratura local efetiva a seu comando.\u201d(pg. 38) 
FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS 
DISCIPLINA: LICENCIATURA HISTÓRIA 
PROFESSORA: ANDRESSA CHRISTINA F RODRIGUES 
ALUNO: JORGE AUGUSTO BASTOS MARTINS \u2013 RA 7002594 \u2013 TURMA 027202 A07 
 
\u201cEm um aspecto, portanto, a revolução foi uma revolta da magistratura local contra o poder 
central. A revolta era necessária para salvar as liberdades constitucionais da Inglaterra \u201d (pg. 
38) 
\u201cAs medidas tomadas pelo rei Jaime II para mudar a religião do país renovaram o zelo nas 
mentes de todos os tipos de homens: eles abraçaram mais firmemente o que temiam perder\u201d 
(pg. 39) 
\u201cA Igreja teria de refletir sobre que política adotar ante este desesperado dilema. Se, na 
verdade, todo o corpo de clérigos se recusasse a ler a Declaração, certamente seria difícil, 
talvez impossível, proceder contra eles. Obediência ao rei havia sido por muito tempo a 
doutrina básica ensinada pela Igreja da Inglaterra; mais quais, se é que existiam, eram os 
limites dessa obediência \u201d (pg.40) 
\u201cEle e seus sufragâneos declararam que o Parlamento, e não o rei, era a fonte da lei e que o 
rei, sem Parlamento, não podia suspender leis, era ilegal\u201d (pg. 40) 
\u201cO julgamento dos sete bispos, o maior drama histórico que jamais aconteceu ante um tribunal 
inglês autorizado, levantou bem alto os sentimentos populares\u201d (pg. 41) 
\u201cEm junho de 1688, o nascimento do príncipe tornou a briga entre o rei e a nação ainda mais 
séria e irreconciliável\u201d (pg. 42) 
\u201cUma longa fila de reis católicos romanos continuariam sua política, a não ser que seus súditos 
recorressem à resistência armada\u201d (pg. 42) 
\u201cUm documento foi secretamente despachado a Guilherme de Orange, convidando-o a vir 
para a Inglaterra com uma força militar, em torno da qual a Nação se uniria numa rebelião 
contra o governo de Jaime\u201d (pg. 43) 
\u201cOs planos de resistência constitucional que haviam sido largamente adotados em todo o país, 
haviam amadurecido nestas conferências, mas, até o inverno de 1688, a idéia de um levante 
armado não havia sido considerada, tanto em Londres, quanto na Haya\u201d (pg.43) 
\u201cJaime tinha começado a transformar seu exército com a introdução de recrutas vindos da 
Irlanda católica\u201d (pg. 43) 
\u201cEle se ocupava em remodelar o exército, o judiciário, a magistratura, os constituintes 
parlamentares. Embora Jaime tivesse a lei contra si, ele tinha o poder ao seu lado, e se ele 
pudesse compor a Câmara dos Comuns a seu agrado, como ele estava incessantemente se 
esforçando por fazê-lo, o Parlamento o poria de acordo com a lei, já que novos estatutos 
poderiam transforma-la numa lei de absolutismo\u201d (pg. 44) 
\u201cOs inimigos de Jaime, entretanto, calcularam que o poder do rei cairia, porque todos os whigs 
e metade dos tories estariam ativos numa rebelião, enquanto a outra metade dos tories 
observaria tudo de braços cruzados. De fato, o único perigo real do sucesso inicial de uma 
revolta estava nas forças armadas da Coroa\u201d (pg. 44) 
FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS 
DISCIPLINA: LICENCIATURA HISTÓRIA 
PROFESSORA: ANDRESSA CHRISTINA F RODRIGUES 
ALUNO: JORGE AUGUSTO BASTOS MARTINS \u2013 RA 7002594 \u2013 TURMA 027202 A07 
 
\u201c Em 1642 Carlos I não possuía nenhum exército que pudesse erguer a partir de voluntários 
realistas; em 1688 Jaime possuía um grande exército regular pronto. Em 1642 um Parlamento 
estava funcionando como um centro de autoridade em torno do qual os homens poderiam se 
agrupar contra o rei; em 1688 não havia nenhum Parlamento funcionando. Uma bandeira ou 
um líder era, portanto, necessário para evocar e organizar uma oposição a Jaime\u201d (pg. 45) 
\u201cO único exército disponível para tal propósito seria um grande destacamento das tropas 
profissionais da República Holandesa. E a única pessoa em torno da qual whigs e tories 
agrupariam-se com igual confiança era Guilherme de Orange\u201d (pg. 45) 
\u201cGuilherme era, em resumo, o que os nossos ancestrais chamavam de \u201cbaixo clérigo\u201d. Isto os 
tories podiam tolerar, mas não aplaudir; e agradava os whigs. Por outro lado, as conexões 
políticas de Guilherme eram mais tory do que whig\u201d (pg. 46) 
\u201cGuilherme não era whig, e em 1688 ele estava quase que igualmente a favor de ambos os 
partidos ingleses\u201d (pg. 46) 
\u201cGuilherme, em seu frio julgamento, a Holanda só poderia ser salva de ser conquistada 
definitivamente pela França, se a Inglaterra fosse trazida como uma sócia ativa aliança 
antifrancesa que ele havia penosamente erguido na Europa 
\u201cO objetivo era livrar-se da arbitrariedade e do poder sem lei apoiado pela força militar, para 
restaurar as antigas leis e a autoridade de um parlamento eleito livremente. E em ambos os 
casos se achava que estes fins estariam melhor assegurados e perpetuados pela colocação 
de um novo rei no trono\u201d (pg. 47) 
\u201cAs dificuldades políticas e diplomáticas que Guilherme teve de sobrepujar antes de se lançar 
ao mar foram tão grandes que mesmo sua habilidade não teria sido suficiente sem uma porção 
rara de sorte\u201d (pg. 47) 
\u201cToda a habilidade política de Guilherme não poderia ter obtido a unanimidade necessária, se 
seu inimigo Luiz XIV não tivesse ajudado por acaso\u201d (pg. 48) 
\u201cEle pensava que \u201cera impossível que o conflito entre Jaime e Guilherme não pudesse lhe dar 
uma oportunidade, só foram derrubadas pela inesperada rapidez, paz e solidez de um novo 
tipo de revolução\u201d (pg. 48) 
\u201cEm fins de setembro de 1688, em todos os lugares já se sabia que os preparativos nas docas 
holandesas estavam dirigidos contra o governo inglês. Jaime finalmente se alarmou e fez 
grandes concessões à opinião pública\u201d (pg. 49) 
\u201cEstas concessões se feitas seis meses antes teriam tido um profundo resultado. Elas eram, 
muitos claramente, o resultado de uma tentativa para impedir a invasão pela Holanda, ele se 
recusava em ceder na questão fundamental, a Suspensão do Poder\u201d (pg. 49) 
\u201cA fúria e a desconfiança da nação tinham crescido a tamanha altura, que não poderiam ser 
retiradas quando o perigo passasse\u201d (pg.49) 
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