Quadro Comparativo NCPC
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Quadro Comparativo NCPC


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meios de divulgação que reputar mais 
adequados, para que manifestem interesse na sucessão processual e 
promovam a respectiva habilitação no prazo designado, sob pena de 
extinção do processo sem resolução de mérito. 
§ 2o No caso de morte do procurador de qualquer das partes, 
ainda que iniciada a audiência de instrução e julgamento, o juiz 
marcará, a fim de que a parte constitua novo mandatário, o 
prazo de 20 (vinte) dias, findo o qual extinguirá o processo sem 
julgamento do mérito, se o autor não nomear novo mandatário, 
ou mandará prosseguir no processo, à revelia do réu, tendo 
falecido o advogado deste. 
§ 3º No caso de morte do procurador de qualquer das partes, ainda que 
iniciada a audiência de instrução e julgamento, o juiz determinará que a 
parte constitua novo mandatário, no prazo de 15 (quinze) dias, ao final 
do qual extinguirá o processo sem resolução de mérito, se o autor não 
nomear novo mandatário, ou ordenará o prosseguimento do processo à 
revelia do réu, se falecido o procurador deste. 
§ 3o A suspensão do processo por convenção das partes, de que 
trata o no Il, nunca poderá exceder 6 (seis) meses; findo o prazo, 
o escrivão fará os autos conclusos ao juiz, que ordenará o 
prosseguimento do processo. 
§ 4º O prazo de suspensão do processo nunca poderá exceder 1 (um) 
ano nas hipóteses do inciso V e 6 (seis) meses naquela prevista no inciso 
II. 
 § 5º O juiz determinará o prosseguimento do processo assim que 
esgotados os prazos previstos no § 4º. 
§ 4o No caso do no III, a exceção, em primeiro grau da jurisdição, 
será processada na forma do disposto neste Livro, Título VIII, 
Capítulo II, Seção III; e, no tribunal, consoante Ihe estabelecer o 
regimento interno. 
 
§ 5o Nos casos enumerados nas letras a, b e c do no IV, o período 
de suspensão nunca poderá exceder 1 (um) ano. Findo este 
prazo, o juiz mandará prosseguir no processo. 
 
Art. 266. Durante a suspensão é defeso praticar qualquer ato 
processual; poderá o juiz, todavia, determinar a realização de 
atos urgentes, a fim de evitar dano irreparável. 
Art. 314. Durante a suspensão é vedado praticar qualquer ato 
processual, podendo o juiz, todavia, determinar a realização de atos 
urgentes a fim de evitar dano irreparável, salvo no caso de arguição de 
impedimento e de suspeição. 
Quadro comparativo elaborado pela grupo de pesquisa do Prof. José Miguel Garcia Medina. É permitida a 
distribuição ou reprodução, total ou parcial, do presente trabalho, desde que a título gratuito e citada a fonte, 
sendo vedada sua comercialização. O quadro comparativo foi elaborado com base em informações 
colhidas nas versões dos projetos disponíveis no site do Senado Federal e nos textos das Leis 5.869/1973 e 
13.105/2015 disponíveis no site da Presidência da República. Sugestões poderão ser enviadas 
para novocpc@medina.adv.br. 
 
CPC/1973 CPC/2015 
CAPÍTULO III 
DA EXTINÇÃO DO PROCESSO 
 
 
 [V. arts. 316 e 317, relacionados] 
Art. 267. Extingue-se o processo, sem resolução de mérito: Art. 485. O juiz não resolverá o mérito quando: 
I \u2013 quando o juiz indeferir a petição inicial; I \u2013 indeferir a petição inicial; 
Il \u2013 quando ficar parado durante mais de 1 (um) ano por 
negligência das partes; 
II \u2013 o processo ficar parado durante mais de 1 (um) ano por negligência 
das partes; 
III \u2013 quando, por não promover os atos e diligências que Ihe 
competir, o autor abandonar a causa por mais de 30 (trinta) 
dias; 
III \u2013 por não promover os atos e as diligências que lhe incumbir, o autor 
abandonar a causa por mais de 30 (trinta) dias; 
IV \u2013 quando se verificar a ausência de pressupostos de 
constituição e de desenvolvimento válido e regular do 
processo; 
IV \u2013 verificar a ausência de pressupostos de constituição e de 
desenvolvimento válido e regular do processo; 
V \u2013 quando o juiz acolher a alegação de perempção, 
litispendência ou de coisa julgada; 
V \u2013 reconhecer a existência de perempção, de litispendência ou de coisa 
julgada; 
Vl \u2013 quando não concorrer qualquer das condições da ação, 
como a possibilidade jurídica, a legitimidade das partes e o 
interesse processual; 
VI \u2013 verificar ausência de legitimidade ou de interesse processual; 
Vll \u2013 pela convenção de arbitragem; VII \u2013 acolher a alegação de existência de convenção de arbitragem ou 
quando o juízo arbitral reconhecer sua competência; 
VIII \u2013 quando o autor desistir da ação; VIII \u2013 homologar a desistência da ação; 
IX \u2013 quando a ação for considerada intransmissível por 
disposição legal; 
IX \u2013 em caso de morte da parte, a ação for considerada intransmissível 
por disposição legal; e 
X \u2013 quando ocorrer confusão entre autor e réu; 
XI \u2013 nos demais casos prescritos neste Código. X \u2013 nos demais casos prescritos neste Código. 
§ 1o O juiz ordenará, nos casos dos ns. II e III, o arquivamento 
dos autos, declarando a extinção do processo, se a parte, 
intimada pessoalmente, não suprir a falta em 48 (quarenta e 
oito) horas. 
§ 1º Nas hipóteses descritas nos incisos II e III, a parte será intimada 
pessoalmente para suprir a falta no prazo de 5 (cinco) dias. 
§ 2o No caso do parágrafo anterior, quanto ao no II, as partes 
pagarão proporcionalmente as custas e, quanto ao no III, o 
autor será condenado ao pagamento das despesas e 
honorários de advogado (art. 28). 
§ 2º No caso do § 1º, quanto ao inciso II, as partes pagarão 
proporcionalmente as custas, e, quanto ao inciso III, o autor será 
condenado ao pagamento das despesas e dos honorários de advogado. 
§ 3o O juiz conhecerá de ofício, em qualquer tempo e grau de 
jurisdição, enquanto não proferida a sentença de mérito, da 
matéria constante dos ns. IV, V e Vl; todavia, o réu que a não 
alegar, na primeira oportunidade em que Ihe caiba falar nos 
autos, responderá pelas custas de retardamento. 
§ 3º O juiz conhecerá de ofício da matéria constante dos incisos IV, V, VI 
e IX, em qualquer tempo e grau de jurisdição, enquanto não ocorrer o 
trânsito em julgado. 
§ 4o Depois de decorrido o prazo para a resposta, o autor não 
poderá, sem o consentimento do réu, desistir da ação. 
§ 4º Oferecida a contestação, o autor não poderá, sem o consentimento 
do réu, desistir da ação. 
 § 5º A desistência da ação pode ser apresentada até a sentença. 
 § 6º Oferecida a contestação, a extinção do processo por abandono da 
causa pelo autor depende de requerimento do réu. 
 § 7º Interposta a apelação em qualquer dos casos de que tratam os 
incisos deste artigo, o juiz terá 5 (cinco) dias para retratar-se. 
Art. 268. Salvo o disposto no art. 267, V, a extinção do 
processo não obsta a que o autor intente de novo a ação. A 
petição inicial, todavia, não será despachada sem a prova do 
pagamento ou do depósito das custas e dos honorários de 
advogado. 
Art. 486. O pronunciamento judicial que não resolve o mérito não obsta 
a que a parte proponha de novo a ação. 
 
 § 1º No caso de extinção em razão de litispendência e nos casos dos 
incisos I, IV, VI e VII do art. 485, a propositura da nova ação depende da 
correção do vício que levou à sentença sem resolução do mérito 
 § 2º A petição inicial, todavia, não será despachada sem a prova do 
pagamento ou do depósito das custas e dos honorários de advogado. 
Parágrafo único. Se o autor der causa, por três vezes, à 
extinção do processo pelo fundamento previsto no nº III do 
artigo anterior, não poderá intentar nova ação contra o réu 
com o mesmo objeto, ficando-lhe ressalvada, entretanto, a 
possibilidade de alegar em defesa o seu direito. 
§ 3º Se o autor der causa, por 3 (três) vezes, a sentença fundada em 
abandono da causa, não poderá propor nova ação contra o réu com o 
mesmo objeto, ficando-lhe ressalvada, entretanto, a possibilidade de 
alegar em defesa o seu direito. 
Art. 269. Haverá resolução de mérito: Art. 487. Haverá resolução de mérito quando o