CAB Práticas integrativas fitoterapia
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CAB Práticas integrativas fitoterapia


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123
PLANTAS MEDICINAIS E FITOTERAPIA NA SAÚDE DA FAMÍLIA
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PERFEITO, J. P. S. O registro sanitário de medicamentos fitoterápicos no Brasil: uma avaliação 
da situação atual e das razões de indeferimento. Dissertação apresentada ao programa de Pós-
graduação em Ciências da Saúde. Universidade de Brasília, 2012. 162 p.
9Considerações finais
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PLANTAS MEDICINAIS E FITOTERAPIA NA SAÚDE DA FAMÍLIA
O propósito deste CAP PICs Vol. I foi apresentar a profissionais e gestores o complexo universo 
das Práticas Integrativas e Complementares, com foco no uso de plantas medicinas e fitoterápios. 
Essa complexidade se traduz em toda a cadeia produtiva e oferece a possibilidade tanto de 
aproximação como de atuação de modo interdisciplinar nas ações de saúde. Como considerações 
finais, aponta-se a síntese dos capítulos num passeio histórico.
O processo de formulação, aprovação e implementação da Política Nacional de Práticas 
Integrativas e Complementares no SUS, desenvolvido de forma transversal e com participação 
efetiva da sociedade, trouxe avanços para a saúde no País, pela normatização e institucionalização 
dessas práticas na rede pública, fato comprovado pela ampliação da oferta de serviços e produtos 
e pela aprovação de políticas, programas e legislação nas três instâncias de governo. Entre os 
desdobramentos com políticas públicas nacionais para \u201cplantas medicinais e fitoterapia\u201d, cabe 
destacar a Política e seu Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, com diretrizes 
e ações para toda a cadeia produtiva de plantas medicinais e fitoterápicos. 
Outros avanços oriundos da indução das políticas nacionais merecem destaque, como: 
ampliação da oferta de serviços e produtos da fitoterapia na rede pública; instituição de grupos 
técnicos para definição de normas e produtos para o SUS, como a Comafito e os grupos técnicos 
da Farmacopeia Brasileira; normas desenvolvidas pela Anvisa; revisão das monografias de plantas 
medicinais pela Farmacopeia Brasileira; instituição do Comitê Nacional de Plantas Medicinais e 
Fitoterápicos; inclusão de oito fitoterápicos no Elenco de Referência Nacional de Medicamentos 
e Insumos Complementares para a Assistência Farmacêutica na Atenção Básica; publicação da 
Relação Nacional de Plantas Medicinais de interesse para o SUS \u2013 Renisus; incentivo à pesquisa 
e desenvolvimento de plantas medicinais e fitoterápicos, pelo Ministério da Saúde, em parceria 
com outros órgãos de fomento; inclusão do tema na Agenda Nacional de Prioridades de Pesquisa 
em Saúde e na Rede de Pesquisas em Atenção Primária à Saúde; instituição da Farmácia Viva no 
âmbito do SUS; criação da Coordenação Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no 
DAB/SAS/MS; ações de educação permanente para profissionais de saúde; inicativas de educação 
popular para usuários; aprovação de políticas e programas estaduais e municipais; e investimentos 
na estruturação de programas/projetos de fitoterapia no SUS.
Todos esses instrumentos e iniciativas vêm fortalecer as ações/serviços com plantas medicinais 
e fitoterapia, há muito ofertados no SUS, em sua maioria na Estratégia Saúde da Família, pelos 
fundamentos e princípios desse nível de atenção/Estratégia e pela característica da prática da 
fitoterapia, que envolve interação entre saberes, atuação multiprofissional, ações de promoção 
e prevenção, entre outras. A crescente ampliação da cobertura da ESF e da abrangência e 
escopo da atenção básica pelo NASF, nas diversas regiões e biomas, denota potencial para 
ampliação do acesso às ações e serviços, fortalecendo os princípios da universalidade e da 
integralidade em saúde. 
Como preconizado pelas políticas nacionais e pelas recomendações da OMS, na ampliação 
da oferta desses serviços e produtos, deve-se garantir à população o acesso seguro, eficaz e de 
qualidade, além de promover o uso racional das plantas medicinais e fitoterápicos, em quaisquer 
das formas ofertadas: planta medicinal in natura, planta medicinal seca (droga vegetal), 
fitoterápico manipulado e/ou industrializado. 
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Ministério da Saúde | Secretaria de Atenção a Saúde | Departamento de Atenção Básica
Nesse sentido, destaca-se a importância da formação/qualificação dos profissionais para 
atuação nos programas, em conformidade com as diretrizes da Política de Educação na Saúde 
e da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares. Nesse campo,