Caderno Metodologico Educação Alimentar e Nutricional
81 pág.

Caderno Metodologico Educação Alimentar e Nutricional


DisciplinaEducação Alimentar40 materiais177 seguidores
Pré-visualização19 páginas
Documentário produzido pela TV Escola, da 
Série Geração Saúde II, título Duração 25 minutos. 
http://tvescola.mec.gov.br/index.php?option=com_zoo&view=item&item_id=2
998. 
\uf0b7 O Veneno está na mesa. Documentário de Silvio Tendler alertando sobre o uso 
indiscriminado de agrotóxicos na produção agrícola e seus malefícios para a 
saúde e para o meio ambiente. Duração 50 minutos. 
 
 
Caderno Metodológico 
 Educação Alimentar e Nutricional: o direito humano a alimentação adequada e o 
fortalecimento de vínculos familiares e comunitários 
 
78 
 
3. Monitoramento e Avaliação da atividade 
O monitoramento e avaliação das atividades desenvolvidas pelos serviços 
socioassistenciais são previstas no trabalho social realizado com as famílias3. Similarmente, o 
Marco de Referência de Educação Alimentar e Nutricional para as Politicas Públicas também 
orienta a realização da avaliação e do monitoramento das atividades de EAN (BRASIL, 2012). 
O monitoramento compreende o acompanhamento contínuo, cotidiano por parte do 
coordenador do CRAS da execução das ações que compõem os serviços socioassistenciais, em 
relação aos seus objetivos e metas, de modo a gerar informações sobre o PAIF que permitam a 
tomada de medidas corretivas para aprimorar a sua operacionalização. 
É importante fazer a avaliação das atividades com cada grupo com o intuito de buscar 
melhorias contínuas durante o desenvolvimento do trabalho, registrar o envolvimento, a 
participação e o crescimento dos envolvidos. Além dos aspectos relacionados aos 
participantes, é importante perceber suas opiniões sobre as atividades propostas e 
executadas, bem como a forma de atendimento no CRAS. Assim, o monitoramento evidencia o 
que foi satisfatório e o que demanda aperfeiçoamento e a avaliação finaliza o ciclo que foi 
planejado sobre a EAN. A avaliação é um instrumento de aprimoramento, no qual a equipe de 
referência tem a oportunidade de repensar suas práticas e identificar os recursos necessários 
para qualificar o Serviço. 
Além disso, para estimular a participação das famílias, recomenda-se a adoção de 
instrumentos simples para que estas exponham suas sugestões e criticas relacionadas a 
atividade de EAN. Algumas sugestões: registro em tarjetas da avaliação de cada atividade 
realizada, em que conste a expectativa que foi alcançada e quais demandas não foram 
atendidas; reuniões nas quais famílias façam uma atuação teatral do atendimento prestado, 
expondo suas críticas e sugestões de melhorias; um mural de críticas e sugestões, no qual por 
meio da fixação de fichas coloridas seja indicado o grau de satisfação de cada atendimento 
prestado. 
Para acompanhar a execução de cada atividade, sugere-se fazer a avaliação de forma 
participativa com o grupo, ao final de cada encontro que abordar a EAN. Em grupo, a equipe 
 
3
Orientações Técnicas Centro de Referências de Assistência Social - CRAS (BRASIL, 2009); 
Orientações Técnicas sobre o PAIF: Volume I: \u201cO Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família \u2013 PAIF, 
segundo a Tipificação Nacional de Serviços Socioassistenciais\u201d (BRASIL, 2012); 
Orientações Técnicas sobre o PAIF: Volume II: \u201cTrabalho Social com Famílias do Serviço de Proteção e Atendimento 
Integral à Família \u2013 PAIF\u201d (BRASIL, 2012); 
Adolescências, juventudes e socioeducativo: concepções e fundamentos - Projovem Adolescente: Serviço 
Socioeducativo (BRASIL, 2009); 
Orientações Técnicas Gestão do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil no SUAS (BRASIL, 2010); 
Serviço de convivência e fortalecimento de vínculos para crianças até 06 anos (BRASIL, 2011); 
Ações Socioeducativas da Assistência social para Jovens de 15 a 17 anos. (BRASIL, 2007); 
Orientações Técnicas sobre o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos para Crianças e Adolescentes de 6 
a 15 anos (BRASIL, 2006). 
 
Caderno Metodológico 
 Educação Alimentar e Nutricional: o direito humano a alimentação adequada e o 
fortalecimento de vínculos familiares e comunitários 
 
79 
 
técnica estimula que os participantes expressem em uma palavra o que achou e sentiu durante 
a atividade. É importante registrar as palavras que expressem a opinião do grupo para avaliar o 
grau de satisfação com a ação realizada. 
Além disso, podem-se registrar os pontos \u201caltos e baixos\u201d de cada atividade e 
posteriormente utilizar estes dados no planejamento de novas atividades de EAN. Sugere-se a 
adoção de um mural de monitoramento das ações realizadas, no qual os profissionais possam 
ir preenchendo durante a semana/mês as atividades realizadas e o número de participantes 
envolvidos, bem como a temática utilizada na abordagem da EAN. 
 
 
Caderno Metodológico 
 Educação Alimentar e Nutricional: o direito humano a alimentação adequada e o 
fortalecimento de vínculos familiares e comunitários 
 
80 
 
4. Referências bibliográficas 
BRASIL. Ministério da Saúde. Alimentação saudável para a pessoa idosa Um manual 
para pro\ufb01ssionais de saúde. Dez passos para a população idosa. Brasília: Ministério da 
Saúde, 2009. 
BRASIL. Ministério da Saúde. Dez passos para uma alimentação saudável: Guia 
alimentar para crianças menores de dois anos: um guia para o profissional da saúde na 
atenção básica. 2ª edição. Brasília: Ministério da Saúde, 2010a. 
BRASIL. Ministério da Saúde. Guia Alimentar para a população brasileira: promovendo 
a alimentação saudável. Brasília: 2006. 
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de 
Atenção Básica. Receitas Regionais para crianças de 06 a 24 meses. Brasília: Ministério 
da Saúde, 2010b. 
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de 
Atenção Básica. Dez passos para uma alimentação saudável. Guia alimentar para 
crianças menores de 2 anos. Álbum Seriado Série A. Normas e Manuais Técnicos. 
Brasília: Ministério da Saúde, 2002. 
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de 
Atenção Básica. Saúde da criança: nutrição infantil: aleitamento materno e 
alimentação. Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2009. 
BRASIL. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Secretaria Nacional 
de Assistência Social. Ações Socioeducativas da Assistência social para Jovens de 15 a 
17 anos. Brasília: 2007. 
BRASIL. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Secretaria Nacional 
de Assistência Social. Adolescências, juventudes e socioeducativo: concepções e 
fundamentos - Projovem Adolescente: Serviço Socioeducativo. Brasília: 2009. 
BRASIL. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Secretaria Nacional 
de Segurança Alimentar e Nutricional. Coordenação-Geral de Educação Alimentar e 
Nutricional. Marco de Referência de Educação Alimentar e Nutricional para as políticas 
públicas. Brasília: Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, 2003. 
BRASIL. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Secretaria Nacional 
de Assistência Social. Orientações Técnicas Centro de Referências de Assistência Social 
\u2013 CRAS. Brasília: 2009. 
BRASIL. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Secretaria Nacional 
de Assistência Social. Orientações Técnicas Gestão do Programa de Erradicação do 
Trabalho Infantil no SUAS. Brasília: 2010. 
BRASIL. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Secretaria Nacional 
de Assistência Social. Orientações Técnicas sobre o PAIF: Volume I: \u201cO Serviço de 
Proteção e Atendimento Integral à Família \u2013 PAIF, segundo a Tipificação Nacional de 
Serviços Socioassistenciais\u201d. Brasília: 2012. 
BRASIL. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Secretaria Nacional 
de Assistência Social. Orientações Técnicas sobre o PAIF: Volume II: \u201cTrabalho Social